
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Apagão Mundial
Apagão mundial
No dia 29 de Fevereiro de 2008 das 19:55 às 20:00 horas propõe-se apagar todas as luzes e se possível todos os aparelhos eléctricos, para o nosso planeta poder 'respirar'. Se a resposta for massiva, a poupança energética pode ser brutal. Só 5 minutos, para ver o que acontece. Sim, estaremos 5 minutos às escuras, podemos acender uma vela e simplesmente ficar a olhar para ela, estaremos a respirar nós e o planeta...
Comunidade Hindu - Curso Europa e Religiões
Dia 28, 18:30
Comunidade Hindu (só para inscritos Curso Europa e Religiões)
Alameda Mahatma Gandhi
1600-500 LISBOA
21 757 65 24 , 21 752 49 81 / 82
Metropolitano do Campo Grande ;
Autocarro nº 78 da Carris;
Comunidade Hindu (só para inscritos Curso Europa e Religiões)
Alameda Mahatma Gandhi
1600-500 LISBOA
21 757 65 24 , 21 752 49 81 / 82
Metropolitano do Campo Grande ;
Autocarro nº 78 da Carris;
terça-feira, fevereiro 26, 2008
1 de Março - Passeio histórico - Regícidio
1 de Março 2008
Passeio pedestre pelos locais mais importantes do Regicídio - uma iniciatica da Europa Viva (Drª Cristina Crespo e Drª Antónia Lemos ) e a Hemeroteca de Lisboa (Drª Elisabete Rocha)
14:00 – Encontro Café Gelo (Rossio) - Terreiro do PaçoEstátua D. José I - Terreiro do Paço - Rua do Arsenal - Arsenal da Marinha (Portal do Arsenal, Casa da Balança, Capela de S. Roque, Galeria de Fotografias da Época, Doca Seca)Praça do Município – Paços do Concelho
Duração aproximada 2h30m
Preço 3€
Passeio pedestre pelos locais mais importantes do Regicídio - uma iniciatica da Europa Viva (Drª Cristina Crespo e Drª Antónia Lemos ) e a Hemeroteca de Lisboa (Drª Elisabete Rocha)
14:00 – Encontro Café Gelo (Rossio) - Terreiro do PaçoEstátua D. José I - Terreiro do Paço - Rua do Arsenal - Arsenal da Marinha (Portal do Arsenal, Casa da Balança, Capela de S. Roque, Galeria de Fotografias da Época, Doca Seca)Praça do Município – Paços do Concelho
Duração aproximada 2h30m
Preço 3€
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Curso Europa e Religiões - Hinduísmo - 28 de Fevereiro
Concluímos o módulo do Hinduísmo na Comunidade Hindu, às 18:30.
Alameda Mahatma Gandhi
1600-500 LISBOA
21 757 65 24 , 21 752 49 81 / 82
Acessos:
Metropolitano do Campo Grande ;
Autocarro nº 78 da Carris;
Alameda Mahatma Gandhi
1600-500 LISBOA
21 757 65 24 , 21 752 49 81 / 82
Acessos:
Metropolitano do Campo Grande ;
Autocarro nº 78 da Carris;
sábado, fevereiro 23, 2008
26 de Fevereiro - viajantes a Roma
Encontro viajantes de Roma - 18:30 - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
© Foto - Ana Tereso
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Regicídio - programa alterado para 1 de Março
Dadas as más previsões climatéricas para os dias 23 e 24 de Fevereiro, a Direcção da Europa Viva e as responsáveis pelo programa «Regicídio: passeio pedestre», Cristina Crespo e Maria Antónia Lemos, decidiram alterar a data do passeio de 23 de Fevereiro para 1 de Março.
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Ciclo de Cinema - Europa Viva - Reitoria Universidade
A Europa Viva foi convidada pela Reitoria da Universidade de Lisboa a programar e produzir um Ciclo de Cinema de acordo com a nossa missão de entidade participante do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural 2008.
Este ciclo será na primeira semana de Junho, de 2 a 6 de Junho. Serão projectados cinco filmes cujas temáticas compreenderão matérias relacionadas com o encontro de culturas e civilizações.
Trata-se de uma parceria entre a Europa Viva, a Licenciatura de Estudos Europeus e a Reitoria.
Assim, são cancelados os encontros de ler, ver e ouvir o mundo programados para os dias 4 de Abril e 30 de Maio, por manifesta interposição temática.
terça-feira, fevereiro 19, 2008
100 aniversário do Regicídio...Dia 23 de Fevereiro
Dia 20 - data limite para as inscrições ao programa: passeio pedestre pelos locais mais importantes do Regicídio - uma iniciatica da Europa Viva (Drª Cristina Crespo e Drª Antónia Lemos ) e a Hemeroteca de Lisboa (Drª Elisabete Rocha)
14:00 – Encontro Café Gelo - Terreiro do PaçoEstátua D. José I - Terreiro do Paço - Rua do Arsenal - Arsenal da Marinha (Portal do Arsenal, Casa da Balança, Capela de S. Roque, Galeria de Fotografias da Época, Doca Seca)Praça do Município – Paços do Concelho
Duração aproximada 2h30m
Preço 3€
14:00 – Encontro Café Gelo - Terreiro do PaçoEstátua D. José I - Terreiro do Paço - Rua do Arsenal - Arsenal da Marinha (Portal do Arsenal, Casa da Balança, Capela de S. Roque, Galeria de Fotografias da Época, Doca Seca)Praça do Município – Paços do Concelho
Duração aproximada 2h30m
Preço 3€
sábado, fevereiro 16, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Ler, ver e ouvir o mundo...
Encontro ler, ver e ouvir o mundo.
Uma iniciativa do projecto Europa em Movimento.
Programação do Encontro: Ana Paula Lemos
18:00 - Espaço da Câmara Municipal de Lisboa no Picoas Plaza.
Aberto ao público
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Curso Europa e Religiões
Terminamos o módulo do Hinduismo no próximo dia 28 de Fevereiro, 18:30, na Comunidade Hindu em Lisboa.
15 de Fevereiro - Forum Picoas - Picoas Plaza
Encontro ler, ver e ouvir o mundo. Uma iniciativa do projecto Europa em Movimento. Programação do Encontro: Ana Paula Lemos
18:00 - Espaço da Câmara Municipal de Lisboa no Picoas Plaza.
Aberto ao público
18:00 - Espaço da Câmara Municipal de Lisboa no Picoas Plaza.
Aberto ao público
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Análise de Sérgio Hipólito...
A TURQUIA E O VÉU ISLÂMICO
Pouco a pouco, a Turquia vai retirando argumentos aos que rejeitam a sua adesão à União Europeia. Finalmente, a lei de 1989 que proíbe o uso de símbolos religiosos em qualquer edifício público vai ser revista. Devido a esta lei, várias mulheres foram afastadas do acesso ao ensino público pelo facto de utilizaram véu. Mas após um aceso debate político, que se estendeu aos vários quadrantes da sociedade turca, o Parlamento aprovou uma revisão constitucional para alterar aquela situação, o que constitui mais um firme passo rumo à modernização do sistema democrático turco.
A Turquia de hoje ainda tem muitas marcas do regime fundado por Ataturk em 1923. Embora, pela primeira vez, tenha sido instalada uma democracia formal, Ataturk governou de forma autoritária, contando com uma forte base de apoio no exército. Uma das maiores preocupações do fundador da República da Turquia consistia em ocidentalizar o país a todo o custo impondo, muitas vezes através da força, a secularização e alteração das tradições sociais. Foi com Ataturk que se iniciaram as tentativas de proibição do uso de véu, ao mesmo tempo que a utilização de vestes ocidentais era fortemente promovida.
O legado de Ataturk permaneceu no exército turco, que ainda hoje tem um poder muito grande na evolução política do regime, assegurando a defesa intransigente do nacionalismo e do secularismo. Por exemplo, em 1997, o exército moveu todas as suas influências (não apenas diplomáticas) e acabou por conseguir a resignação do primeiro-ministro de então, por considerar as suas posições demasiado pró-islâmicas.
A revisão da lei que proíbe o uso de véu em locais públicos constitui uma das mais antigas promessas do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), liderado por Recep Erdogan, que foi reeleito com maioria absoluta em 2007. Como seria de esperar, o projecto provocou um forte movimento de resistência nos meios laicos turcos, que afirmam que tal medida corrói os princípios laicos da Constituição da Turquia. De facto, Erdogan, um conservador islâmico, tem afrontado por várias vezes o secularismo autoritário dos militares. Desde que subiu ao poder em 2003, tem demonstrado o seu pragmatismo ao desejar a adesão à UE, sem nunca abdicar da especificidade da cultura turca, nomeadamente o seu cariz islâmico.
Mas analisar a questão por este prisma é não entender o que está em jogo. Sejamos claros: a nova lei de Erdogan veio pôr fim a uma discriminação absolutamente inaceitável. Ao longo destes anos, várias estudantes foram proibidas de frequentar a universidade por utilizarem símbolos islâmicos. Não se trata de uma afronta ao secularismo do Estado através da imposição de valores religiosos. Porque defender um Estado laico é muito mais do que querer separar o Estado e a religião: é, sobretudo, não impedir a utilização dos símbolos de fé de qualquer religião, desde que assumidos em total liberdade. A maioria das mulheres turcas usa véu, pelo que é mais do que justificado acabar com uma discriminação totalmente ultrapassada.
Mas na verdade, está em causa muito mais do que a simples utilização do véu. O fim da proibição constitui, de facto, um passo para a normalização da vida pública na Turquia, um país que se encontra entre dois continentes, entre dois mundos, mas cuja integração constitui, como já defendi, um desafio estratégico para a UE. É por isso que a União não pode ser neutra em relação à nova revisão constitucional. Porque o “nim” que tem sido dado aos pedidos de adesão da Turquia é, precisamente, uma das causas que sustenta o crescimento do radicalismo e do sectarismo no seio da democracia turca, e que afasta este país da órbita europeia. E o futuro da Europa passa inquestionavelmente pela Turquia.
Sérgio Hipólito
Pouco a pouco, a Turquia vai retirando argumentos aos que rejeitam a sua adesão à União Europeia. Finalmente, a lei de 1989 que proíbe o uso de símbolos religiosos em qualquer edifício público vai ser revista. Devido a esta lei, várias mulheres foram afastadas do acesso ao ensino público pelo facto de utilizaram véu. Mas após um aceso debate político, que se estendeu aos vários quadrantes da sociedade turca, o Parlamento aprovou uma revisão constitucional para alterar aquela situação, o que constitui mais um firme passo rumo à modernização do sistema democrático turco.
A Turquia de hoje ainda tem muitas marcas do regime fundado por Ataturk em 1923. Embora, pela primeira vez, tenha sido instalada uma democracia formal, Ataturk governou de forma autoritária, contando com uma forte base de apoio no exército. Uma das maiores preocupações do fundador da República da Turquia consistia em ocidentalizar o país a todo o custo impondo, muitas vezes através da força, a secularização e alteração das tradições sociais. Foi com Ataturk que se iniciaram as tentativas de proibição do uso de véu, ao mesmo tempo que a utilização de vestes ocidentais era fortemente promovida.
O legado de Ataturk permaneceu no exército turco, que ainda hoje tem um poder muito grande na evolução política do regime, assegurando a defesa intransigente do nacionalismo e do secularismo. Por exemplo, em 1997, o exército moveu todas as suas influências (não apenas diplomáticas) e acabou por conseguir a resignação do primeiro-ministro de então, por considerar as suas posições demasiado pró-islâmicas.
A revisão da lei que proíbe o uso de véu em locais públicos constitui uma das mais antigas promessas do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), liderado por Recep Erdogan, que foi reeleito com maioria absoluta em 2007. Como seria de esperar, o projecto provocou um forte movimento de resistência nos meios laicos turcos, que afirmam que tal medida corrói os princípios laicos da Constituição da Turquia. De facto, Erdogan, um conservador islâmico, tem afrontado por várias vezes o secularismo autoritário dos militares. Desde que subiu ao poder em 2003, tem demonstrado o seu pragmatismo ao desejar a adesão à UE, sem nunca abdicar da especificidade da cultura turca, nomeadamente o seu cariz islâmico.
Mas analisar a questão por este prisma é não entender o que está em jogo. Sejamos claros: a nova lei de Erdogan veio pôr fim a uma discriminação absolutamente inaceitável. Ao longo destes anos, várias estudantes foram proibidas de frequentar a universidade por utilizarem símbolos islâmicos. Não se trata de uma afronta ao secularismo do Estado através da imposição de valores religiosos. Porque defender um Estado laico é muito mais do que querer separar o Estado e a religião: é, sobretudo, não impedir a utilização dos símbolos de fé de qualquer religião, desde que assumidos em total liberdade. A maioria das mulheres turcas usa véu, pelo que é mais do que justificado acabar com uma discriminação totalmente ultrapassada.
Mas na verdade, está em causa muito mais do que a simples utilização do véu. O fim da proibição constitui, de facto, um passo para a normalização da vida pública na Turquia, um país que se encontra entre dois continentes, entre dois mundos, mas cuja integração constitui, como já defendi, um desafio estratégico para a UE. É por isso que a União não pode ser neutra em relação à nova revisão constitucional. Porque o “nim” que tem sido dado aos pedidos de adesão da Turquia é, precisamente, uma das causas que sustenta o crescimento do radicalismo e do sectarismo no seio da democracia turca, e que afasta este país da órbita europeia. E o futuro da Europa passa inquestionavelmente pela Turquia.
Sérgio Hipólito
(mestrando Estudos Europeus)
11-02-2007
11-02-2007
domingo, fevereiro 10, 2008
Curso Musica Europa Viva - Ópera - O Tempo e a Música
A Europa Viva em parceria com Jorge Rodrigues (autor do Programa Ritornello da Antena 2) e a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vai promover um curso de música designado: Ópera, O Tempo e o Mundo
De 6 de Maio 2008 a 29 de Maio (terças e quintas - das 19:00 às 20:30)
Programa:
6 de Maio – A RESSURGÊNCIA CLÁSSICA
“Os textos das tragédias gregas são verdadeiros libretos de óperas” – Frederico Lourenço. O Modelo Clássico continuou a perseguir os compositores ao longo dos séculos: Gluck, Wagner
8 de Maio – UM VERDADEIRO “MODELO ITALIANO” (BRAUDEL) Para Braudel os séculos XVII e XVIII são os séculos da decadência do Modelo Italiano, que teria tido o seu auge no século XV. A ópera escapa a esse vórtice e influência a história)
13 de Maio – DOIS SÉCULOS AO SERVIÇO DO PODER Um espectáculo no qual se espelhou o Ancien Régime
15 de Maio – O TEATRO COMO PÚLPITO Ópera Barroca e Ópera Clássica
20 de Maio – O TEATRO COMO PRAÇA Ópera Romântica e Ópera Contemporânea
22 de Maio – VARIAÇÕES DE FOCAGEM A importância que os intérpretes vocais dos diferentes géneros, maestros, encenadores e compositores têm assumido ao longo dos tempos
27 de Maio – A ÓPERA EM PORTUGAL
29 de Maio - O ESPECTÁCULO MAIS AMADO; O ESPECTÁCULO MAIS ODIADO – O FIM DA ÓPERA? De Tolstoi a Pierre Boulez, inúmeras vozes atacaram a ópera, mas muitas outras a defendem. Poderá a ópera assumir de novo um lugar central na cultura contemporânea?
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Roma - Influencia da Bíblia na Cultura Ocidental
©foto Ana Tereso
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Módulo Hinduismo - teórico
O módulo teórico do hinduismo é na sala 5.2. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 18:30.
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