sábado, abril 16, 2011


sexta-feira, abril 15, 2011

Tristão e Isolda

No âmbito da parceria entre a Europa Viva e o Centro de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa decorre no dia 18 de Abril, às 19:00, a 2ª conferência proferida por Beatriz Gama Lobo dedicada à Ópera de Wagner - Tristão e Isolda - integrada no módulo do Seminário Saber Europa - Os Mitos Europeus do Amor.

quarta-feira, abril 13, 2011


terça-feira, abril 12, 2011


segunda-feira, abril 11, 2011

Seminário Saber Europa...

14 de Abril - Mitos e Utopias da Refundação em Portugal - Prof º Ernesto Castro Leal - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, uma iniciativa da Europa Viva no âmbito do Seminário Saber Europa.

domingo, abril 10, 2011


sexta-feira, abril 08, 2011

quarta-feira, abril 06, 2011

A Europa Viva...

A Europa Viva é uma Associação Cultural que tem por missão a promoção, divulgação, reflexão e difusão da cultura europeia e dos seus valores. Se se identifica com esta causa, pode pedir a adesão a associado da Europa Viva através do nosso site: http://www.europaviva.eu/site/pgFicha.php. Depois de preencher esta ficha os nossos serviços entrarão em contacto consigo.

Os clássicos...

Os clássicos são aqueles livros dos quais, em geral, se ouve dizer: "Estou relendo..." e nunca "Estou lendo...".

terça-feira, abril 05, 2011

Crónica da Vida que passa...

"Às vezes, quando penso nos homens célebres, sinto por eles toda a tristeza da celebridade. A celebridade é um plebeismo. Por isso deve ferir uma alma delicada. É um plebeismo porque estar em evidência, ser olhado por todos inflige a uma criatura delicada uma sensação de parentesco exterior com as criaturas que armam escândalo nas ruas, que gesticulam e falam alto nas praças. O homem que se torna célebre fica sem vida íntima: tornam-se de vidro as paredes da sua vida doméstica; é sempre como se fosse excessivo o seu traje; e aquelas suas mínimas acções - ridiculamente humanas às vezes - que ele quereria invisíveis, coa-as a lente da celebridade para espectaculosas pequenezes, com cuja evidência a sua alma se estraga ou se enfastia. É preciso ser muito grosseiro para se poder ser célebre à vontade. Depois, além dum plebeismo, a celebridade é uma contradição. Parecendo que dá valor e força às criaturas, apenas as desvaloriza e as enfraquece. Um homem de génio desconhecido pode gozar a volúpia suave do contraste entre a sua obscuridade e o seu génio; e pode, pensando que seria célebre se quisesse, medir o seu valor com a sua melhor medida, que é ele-próprio. Mas, uma vez conhecido, não está mais na sua mão reverter à obscuridade. A celebridade é irreparável. Dela como do tempo, ninguém torna atrás ou se desdiz. E é por isto que a celebridade é uma fraqueza também. Todo o homem que merece ser célebre sabe que não vale a pena sê-lo. Deixar-se ser célebre é uma fraqueza, uma concessão ao baixo-instinto, feminino ou selvagem, de querer dar nas vistas e nos ouvidos. Penso às vezes nisto coloridamente. E aquela frase de que "homem de génio desconhecido" é o mais belo de todos os destinos, torna-se-me inegável; parece-me que esse é não só o mais belo, mas o maior dos destinos. Diz-se que os herméticos da Rosa-Cruz, seita esotérica e magista, descobriram, desde o início dos tempos, o segredo da vida-eterna, o elixir da vida; que, nunca morrendo, passam de época em época, através dos ciclos e das civilizações, despercebidos, nenhuns e, contudo, pela grandeza da cousa transcendental que criaram, maiores do que os génios todos da evidência humana. Da sua seita é o preceito, que cumprem, de se não darem nunca a conhecer. A sua presença eterna, que vive à margem da nossa transiência, vive também fora da nossa pequenez. Vão-se-me os olhos da alma nessas figuras supostas - e quem sabe a que ponto reais? - que, verdadeiramente, realizam o supremo destino do homem: o máximo do poder no mínimo da exibição; o mínimo da exibição, por certo, por terem o máximo do poder. O sentido das suas vidas é divino e longínquo. Apraz-me crer que eles existam para que possa pensar nobremente da humanidade.
Fernando Pessoa

7 Abril

Próxima conferência do Seminário Saber Europa dedicado aos Mitos da Cultura Europeia:

- Mitos das origens das nacionalidades europeias no Mundo Eslavo pela Prof ª Beata Cieszynska.

Às 19:00 na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Seminário - Mitos - Calendário conferências em falta

Aqui fica o calendário das conferências que por uma razão ou outra foram saltando do programa: Tristão e Isolda - 18 de Abril - 19:00 - sala 5.2 Mitos da Criação - 28 de Abril e 5 de Maio - sala aquário

segunda-feira, abril 04, 2011

Seminário Saber Europa 2011 - 2012

O Seminário Saber Europa relativo ao biénio 2011 / 2012 tem por tema: a Antiguidade e a Europa vista por compositores, escritores, pintores, realizadores de cinema.

Será o primeiro Seminário Saber Europa internacional e, como sempre, será realizado em parceria com a Universidade de Lisboa.

sábado, abril 02, 2011

Rotas Literárias...


A Europa Viva e uma vasta equipa de peritos desenham três Rotas Literárias dedicadas a três dos maiores escritores de língua portuguesa: Fernando Pessoa, Almeida Garret e Eça de Queiróz.



sexta-feira, abril 01, 2011

Rotas Literárias

Estamos a construir as Rotas Literárias. Publicaremos os itinerários brevemente.

quarta-feira, março 30, 2011

Semimário Saber Europa...

Dia 31, às 19:00, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o professor José Eduardo Franco conferenciará sobre os Mitos das Origens das Nacionalidades Europeias no âmbito do Seminário Saber Europa, uma organização Europa Viva.

terça-feira, março 29, 2011


segunda-feira, março 28, 2011

Calendário do Seminário Saber Europa...

Mitos da Fundação e Refundação na Europa


31 de Março 2011 - Mitos das origens das nacionalidades europeias no Mundo Ibérico - Prof º José Edurado Franco;

7 de Abril 2011 - Mitos das origens das nacionalidades europeias no Mundo Eslavo - Prof ª Beata Cieszynska;

14 de Abril 2011 - Utopias da Refundação em Portugal - Prof º Ernesto Castro Leal

domingo, março 27, 2011

Tony Judt


sábado, março 26, 2011

Petersburgo


« Um romance que resume a Rússia inteira» (Anthony Burgess)
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