quinta-feira, fevereiro 04, 2010
terça-feira, fevereiro 02, 2010
1 Ciclo de Cinema Europeu - 47 países
A proposta é simples mas profundamente ousada:
- Lauro António comissaria o primeiro Ciclo de Cinema Europeu (do Atlântico aos Urais, de Portugal à Rússia) organizado e apoiado pela Europa Viva em parceria com a Reitoria da Universidade de Lisboa.
A ideia também é simples, embora fantástica, Lauro António propõe-se em 47 semanas abordar a melhor cinematografia de todos os países que compõem o Espaço Europeu segundo esta metodologia:
- escolhe um realizador de cada país, fala-nos dele e da sua cinematografia, contextualiza o país e finalmente apresenta um filme que, no seu entender, melhor traduz a obra do realizador.
47 países, Ciclo de Cinema Europeu tem inicio dia 22 de Março de 2010, às 18:30, na Reitoria na Sala das Conferências, e acaba entre Maio e Junho de 2011.
Encontrará aqui mais informações sobre o Ciclo durante os próximos dias.
domingo, janeiro 31, 2010
Calendário actividades - semana de 31 Janeiro a 7 Fevereiro
31 de Janeiro - 17:00 - Comunidade Hindu - Visionamento do documentário da BBC sobre História e Cultura da Índia;
3 de Fevereiro - 18:30 - Mesquita de Lisboa - Módulo Islamismo - Curso Europa e Religiões;
4 de Fevereiro - 19:00 - Espaço Europa Viva - Visionamento do documentário da BBC sobre História e Cultura da Índia;
sexta-feira, janeiro 29, 2010
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Seminário Permanente Saber Europa 2009 - 2010
Tem lugar dia 28 de Janeiro, às 19:00, no Espaço Europa Viva, mais uma conferência do módulo História da Europa com o titulo A Ideia de Europa na Cultura Portuguesa, por José Eduardo Franco, professor da Faculdade de Letras de Lisboa.
terça-feira, janeiro 26, 2010
Alterações Calendário História da Europa - Seminário Saber Europa
Por motivos que se prendem com a agenda do senhor doutor Guilherme Oliveira Martins, a conferência do módulo História da Europa agendada para dia 4 de Fevereiro passa para 3 de Março às 19:00 no Espaço Europa Viva.
domingo, janeiro 24, 2010
A Europa Viva é...
Uma Associação que tem por objecto a promoção, divulgação e reflexão da cultura europeia e dos valores da cidadania, da promoção da solidariedade social e da consciência cívica.
Para realizar os seus objectivos, compete à Europa Viva:
a) Promover, realizar e incentivar manifestações culturais, com vista ao desenvolvimento da consciência e da cultura europeia, da cidadania e do valor da solidariedade;
b) Capitalizar o património humano da Associação, para fins de solidariedade social, individual ou colectiva;
c) Actuar a todos os níveis do tecido social, nomeadamente das expressões politicas e económicas, de modo a promover, desenvolver e aprofundar o valor da consciência e da cultura europeia, da cidadania e da solidariedade;
d) Estabelecer parcerias ou outras formas de cooperação, com outras associações, instituições, fundações, movimentos ou quaisquer outras formas de associativismo, nacional ou estrangeiro, de modo a capitalizar o desenvolvimento do seu objecto social.
sábado, janeiro 23, 2010
Calendário actividades - semana de 24 de Janeiro a 31 de Janeiro
Dia 25 - Curso Europa e Religiões - Módulo Hinduísmo - 19:00 - Espaço Europa Viva;
Dia 26 - Curso Europa e Religiões - Módulo Hinduísmo - 19:00 - Espaço Europa Viva;
Dia 28 - Seminário Saber Europa - Módulo História da Europa - 19:00 - Espaço Europa Viva;
Dia 29 - Reunem os Corpos Associativos da Europa Viva - 21:00 - Espaço Europa Viva;
Dia 31 - Viagem à Índia - Visionamento da História da Índia - BBC - 17:00 - Comunidade Hindu.
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Seminário Saber Europa - História da Europa
Dia 21 de Janeiro - Ideia da Europa nas Culturas Eslavas – Profª Beata Elzbieta Cieszynska
Espaço Europa Viva - às 19:00 - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Cidade Universitária
Espaço Europa Viva - às 19:00 - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Cidade Universitária
quarta-feira, janeiro 20, 2010
História do Cristianismo, Curso Europa e Religiões
Termina dia 20, 19:00, no Espaço Europa Viva, o módulo História do Cristianismo - Curso Europa e Religiões «leccionado» pelo Profº António Dimas de Almeida (Ciências Religiosas - Universidade Lusófona).
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Calendário actividades Europa Viva - semana de 17 a 24 Janeiro
18 de Janeiro - História do Cristianismo - Curso Europa e Religiões
20 de Janeiro - História do Cristianismo - Curso Europa e Religiões
21 de Janeiro - Seminário Saber Europa - Módulo História da Europa
22 de Janeiro - Tertúlia com Letras / Encontro Fátima Lopes - Átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 17:00.
As actividades têm inicio às 19:00 no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Cidade Universitária
20 de Janeiro - História do Cristianismo - Curso Europa e Religiões
21 de Janeiro - Seminário Saber Europa - Módulo História da Europa
22 de Janeiro - Tertúlia com Letras / Encontro Fátima Lopes - Átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 17:00.
As actividades têm inicio às 19:00 no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Cidade Universitária
domingo, janeiro 17, 2010
A propósito da viagem Índia das Religiões
Continuamos a visionar na Comunidade Hindu o documentário realizado pela BBC sobre História e Cultura da Índia.
Das 17:00 às 20:00.
sábado, janeiro 16, 2010
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Literatura Europeia - Seminário Saber Europa - Comunidade dos Pensadores
15 de Janeiro - Jane Austen – O romance tornado burguês
11 de Fevereiro - James Joyce – O romance como música das palavras
11 de Março - Virginia Woolf – O romance como corrente da consciência
8 de Abril - Ian McEwan – O romance urbano do novo milénio
O módulo de Literatura Europeia tem inicio às 19:00 no Espaço Europa Viva
quinta-feira, janeiro 14, 2010
Seminário Saber Europa - História da Europa
14 de Janeiro 2010 - data de inicio do módulo História da Europa - Seminário Saber Europa com o seguinte calendário:
Dia 14 de Janeiro - Para uma nova História da Europa – Profº Ernesto Castro Leal
Dia 21 de Janeiro - Ideia da Europa nas Culturas Eslavas – Profª Beata Elzbieta Cieszynska
Dia 28 de Janeiro -Ideia da Europa na Cultura Portuguesa – Profº José Eduardo Franco
Dia 4 de Fevereiro – Europa Cultural - Profº Guilherme Oliveira Martins
terça-feira, janeiro 12, 2010
A 12 de Janeiro de 2006...
...Lançámos a Europa Viva.
A 12 de Janeiro de 2006, na Representação da Comissão Europeia em Portugal, a equipa dos membros fundadores apresentou o seu projecto de missão à sociedade portuguesa. Disseram-nos, na altura, que poucos eventos da mesma natureza tinham tido tanta participação como o nosso. Ficámos muito vaidosos. Nesse dia, em Bruxelas, Durão Barroso falava da Europa Cultural. Era uma achega importante para a apresentação da Europa Viva.
Lembro-me muito bem desse dia...estávamos todos, os que acreditaram que era possível construir um projecto associativo novo, ousado na missão, livre e independente.
Muitos deles não sabiam dizê-lo, explicá-lo, divulgá-lo, mas todos, sem excepção, acreditaram que era possível construir a Europa Viva, apenas com algumas centenas de euros que tinhamos destinado à missão de promover, divulgar e reflectir a cultura europeia, a consciência civica e os valores da solidariedade social.
Eu, a Beatriz Gama Lobo, o José Pedro Serra, a Teresa Paulo, a Alexandra Campos, o António Abreu, a Marta Menéres, o José Alves, a Helena Martins, o Ângelo Silveira, o Igor Caldeira e a Andrea Guimarães, a Maria de Jesus Moura e o João Pedro Góis.
Desde esse dia procurei não os frustrar. Se fui digna da sua confiança, eles seriam objecto eterno da minha gratidão e a Europa Viva, espero, nunca os deixará de ter presente, sempre que tiver que escrever a sua história.
Hoje somos mais algumas dezenas de associados, do que eramos então. Hoje, várias centenas de pessoas, acompanham os nossos projectos, participaram dos programas e na missão, envolvem-se e sensibilizam-se com as ideias.
Podemos todos constatar ao longo destes quatro anos, que a Europa Viva cresceu e cresceu muito. Nunca, porém, cresceu tanto como em 2009.
Os telefones tocam muito, o trabalho é cada vez maior, já tivemos momentos profundamenta desanimadores, mas ainda assim, saibam todos, que jamais desistiremos.
Lutaremos sempre pela missão que nos propusemos trabalhar. Queremos acrescentar valor, real, como diria José Gil e nós fomos emitando ao longo destes anos, queremos constuir real, num país onde o saber e a cultura continuam a não servir como moeda de troca.
Cultura, Conhecimento, Criatividade são pois a nossa resposta à atávica mediocridade que reina despuduradamente em Portugal.
Claro que os patrocinios não permeiam a cultura nem o conhecimento. Por isso, aqui na Europa Viva é tudo mais lento. Ao contrário do que dizemos aos nossos jovens e, ao invés, do que propõem as modernas receitas de liderança, aqui na Europa Viva, sucesso é uma palavra que chega depois de muito trabalho, muita disciplina, muito suor, muitas lágrimas, muito pensar, analisar, ajustar, conversar.
Os patrocinadores, os decisores, por outro lado, ouvem falar de criatividade mas acham que criatividade é um conjunto de competências que se adquirire sem cultura, sem saber, sem património intelectual adquirido ou conquistado ao longo do tempo.
E, assim, vamos andando, cantando e rindo, numa sociedade onde a maioria dos senhores que «manipulam» o tecido social, económico e politico, não faz a menor ideia do seu património histórico, filosófico, geográfico, musical, literário, mas acha também que esse património pouco serve, essa memória que dá vida longa à construção de uma sociedade mais livre, mais justa, mais inovadora, mais responsável, mais promissora.
Nós aqui, na Europa Viva pagamos todos quotas justamente para os nossos dirigentes e associados construirem projectos e programas que produzam pensamento e/ ou conhecimento.
Em nome da Direcção da Europa Viva agradeço a todos, a todos sem excepção, associados, dirigentes, membros dos corpos associativos, amigos e à nossa familia terem apoiado esta missão civica fundamental: a de perservar e acrescentar saber à História.
Se não fosse a Teresa Paulo, lá de Bruxelas, da Representação do Parlamento Português de Bruxelas, ter enviado este email
Feliz Aniversário à Europa Viva!
Querida Ana Paula,
Espero que estejas bem!
Venho dar-te um beijinho e felicitar-te pela criação da Europa Viva!
Saudades,
mtp
Espero que estejas bem!
Venho dar-te um beijinho e felicitar-te pela criação da Europa Viva!
Saudades,
mtp
Estava emocionalmente na Índia, a preparar, sem tréguas, o que falta para essa viagem maravilhosa à Índia das Religiões.
A propósito da India...da viagem à Índia...
Lembro-me bem: queria explicar o que mais me marcara na India (dessa longa viagem que realizámos com a Europa Viva em Fevereiro de 2007 designada por Rota do Chá pelos caminhos de Agra, Delhi, Sikkim, Calcutta) e só me ocorria a palavra dignidade.
Não tinha suportado o barulho. O imenso barulho que invade as ruas das cidades, vilas ou aldeias indianas, ensurdecedor, violento. O barulho das bozinas (bozine sempre é o anuncio mais lido do urbanismo indiano) é de facto indizível. Não conheço no mundo outra carga tão atrozmente poluente como o barulho nas grandes metrópoles indianas. E, estranhamente, poucos são os viajantes que falam do barulho da India. Não fosse um fóbico que descobrira perdido na mala e seguramente não teria conseguido sair à rua em Delhi ou Calcutta.
Mais do que o cheiro (por onde andei, o cheiro nunca surpreendera o meu olfato) era de facto o barulho, esse grande responsável, por uma estranha relação que desde então, criei com a India. Estou certa que terei feito uma das grandes viagens da minha vida. Intensissima. A India é de uma pluralidade humana, paisagistica, urbana, religiosa e cultural, como não haverá geografia no mundo.
Mas algo na India perturbara-me tão dramáticamente que jamais consegui sublimar a carga humanamente trágica que invade a minha memória sempre que lembro a India.
O que ficou, o que cresce, o que perpétua a minha passagem na India foi a (re)descoberta social do valor da dignididade.
Na India há uma indizível dignidade na pobreza. Na pobreza da mulher que procura infimos pedaços de carvão deixados pelo comboio. Na pobreza do homem que toma banho, nú, mas de costas para a estrada, que liga Delhi a Agra. Na pobreza da mulher que corta as plantas de chá em Darjeeling. Na pobreza do menino que já não suporta a sujidade nem a humidade e que se refresca num esgoto a céu aberto. Na pobreza dos milhares de seres humanos que ao pôr-do-sol invadem as lixeiras de Dheli, Calcutta ou Mombai, à procura dos restos, dos restos que outros seres humanos, num gesto excêntrico, já aprenderam a desperdiçar ou a rejeitar.
Não consigo imaginar o sofrimento, provocado pela miséria, que todos os dias devasta a India. Mas estou certa que nenhum indiano perderá, por isso, a sua dignidade.
Não tinha suportado o barulho. O imenso barulho que invade as ruas das cidades, vilas ou aldeias indianas, ensurdecedor, violento. O barulho das bozinas (bozine sempre é o anuncio mais lido do urbanismo indiano) é de facto indizível. Não conheço no mundo outra carga tão atrozmente poluente como o barulho nas grandes metrópoles indianas. E, estranhamente, poucos são os viajantes que falam do barulho da India. Não fosse um fóbico que descobrira perdido na mala e seguramente não teria conseguido sair à rua em Delhi ou Calcutta.
Mais do que o cheiro (por onde andei, o cheiro nunca surpreendera o meu olfato) era de facto o barulho, esse grande responsável, por uma estranha relação que desde então, criei com a India. Estou certa que terei feito uma das grandes viagens da minha vida. Intensissima. A India é de uma pluralidade humana, paisagistica, urbana, religiosa e cultural, como não haverá geografia no mundo.
Mas algo na India perturbara-me tão dramáticamente que jamais consegui sublimar a carga humanamente trágica que invade a minha memória sempre que lembro a India.
O que ficou, o que cresce, o que perpétua a minha passagem na India foi a (re)descoberta social do valor da dignididade.
Na India há uma indizível dignidade na pobreza. Na pobreza da mulher que procura infimos pedaços de carvão deixados pelo comboio. Na pobreza do homem que toma banho, nú, mas de costas para a estrada, que liga Delhi a Agra. Na pobreza da mulher que corta as plantas de chá em Darjeeling. Na pobreza do menino que já não suporta a sujidade nem a humidade e que se refresca num esgoto a céu aberto. Na pobreza dos milhares de seres humanos que ao pôr-do-sol invadem as lixeiras de Dheli, Calcutta ou Mombai, à procura dos restos, dos restos que outros seres humanos, num gesto excêntrico, já aprenderam a desperdiçar ou a rejeitar.
Não consigo imaginar o sofrimento, provocado pela miséria, que todos os dias devasta a India. Mas estou certa que nenhum indiano perderá, por isso, a sua dignidade.
©Ana Paula Lemos
Curso Europa e Religiões - Islamismo - Conferência
Por motivos que se prendem com a agenda do senhor Skeik Munir, a data da conferência e encontro na Mesquita passa de 27 de Janeiro para dia 3 de Fevereiro às 18:30 à porta da Mesquita.
Tertúlia Letras com Vida
Assim, convidamos os nossos associados, leitores e amigos a encontrarem-se com Fátima Lopes, sob o signo da Moda, Arte e Cultura na Sociedade Contemporânea, no próximo dia 22 de Janeiro, sexta-feira, pelas 17:00 no Átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Curso Europa e Religiões

Tem inicio a 11 de Janeiro o Curso Europa e Religiões com o seguinte calendário:
Cristianismo – Janeiro – 11 – 13- 18 – 20 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Hinduísmo - Janeiro - 25 e 26 - Espaço Europa Viva - 19: 00
Islamismo – Janeiro – 27 – 18:30 - Mesquita de Lisboa
Budismo – Fevereiro – 8 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Judaísmo – Março – 21 – às 12:00 – Sinagoga de Lisboa
Cristianismo – Janeiro – 11 – 13- 18 – 20 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Hinduísmo - Janeiro - 25 e 26 - Espaço Europa Viva - 19: 00
Islamismo – Janeiro – 27 – 18:30 - Mesquita de Lisboa
Budismo – Fevereiro – 8 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Judaísmo – Março – 21 – às 12:00 – Sinagoga de Lisboa
sábado, janeiro 09, 2010
Missão da Europa Viva
Artigo 3.º
Objecto social
A Associação tem por objecto a promoção, divulgação e reflexão da cultura europeia e dos valores da cidadania, da promoção da solidariedade social e da consciência cívica.
Artigo 4.º
Competências
Para a realização dos seus objectivos, compete à Europa Viva:
a) Promover, realizar e incentivar manifestações culturais, com vista ao desenvolvimento da consciência e da cultura europeia, da cidadania e do valor da solidariedade;
b) Capitalizar o património humano da Associação, para fins de solidariedade social, individual ou colectiva;
c) Actuar a todos os níveis do tecido social, nomeadamente das expressões politicas e económicas, de modo a promover, desenvolver e aprofundar o valor da consciência e da cultura europeia, da cidadania e da solidariedade;
d) Estabelecer parcerias ou outras formas de cooperação, com outras associações, instituições, fundações, movimentos ou quaisquer outras formas de associativismo, nacional ou estrangeiro, de modo a capitalizar o desenvolvimento do seu objecto social.
quinta-feira, janeiro 07, 2010
História e Cultura da Índia
Dia 10, às 18:30, na Comunidade Hindu, iniciamos o visionamento da obra da BBC sobre História e Cultura da Índia.
Esta iniciativa, pensada e realizada para os participantes da viagem à Índia das Religiões, está aberta a todos os associados da Europa Viva.
Depois do visionamento jantamos na Comunidade.
http://www.youtube.com/watch?v=hk0SnCyMNBI
Esta iniciativa, pensada e realizada para os participantes da viagem à Índia das Religiões, está aberta a todos os associados da Europa Viva.
Depois do visionamento jantamos na Comunidade.
http://www.youtube.com/watch?v=hk0SnCyMNBI
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Novo comboio que liga Moscovo a Sto.Peterburgo
Muitos de nós já atravessámos este percurso que liga Moscovo a S.Peterburgo no Flecha Vermelha, geralmente no Verão ou em Maio, sempre ao fim da tarde, mas nunca em Janeiro quando a ferrovia está coberta de neve.
O nosso agente na Russia mandou-nos estas belas fotos tiradas esta semana para podermos apreciar a maravilhosa paisagem russa e, ainda, para podermos visualizar o novo comboio (TGV) que desde o principio do ano liga as duas princiapais cidades russas.
Livros para Timor
Caros amigos,
Alguns sabem e outros nem por isso (e assim aqui vai a notícia) mas estou em Timor a dar aulas na UNTL (Universidade Nacional de Timor Leste) no âmbito de uma colaboração com a ESE do Porto.
Aquilo que vos venho pedir é o seguinte: livros. Não vou dar a grande conversa que é para montar uma biblioteca ou seja o que for, porque não é. O que se passa é o seguinte... não sei muito bem como funcionam as instituições, nem fui mandatada para angariar seja o que for, mas o que é certo é que sou (somos!) muitas vezes abordados na rua por pessoas que desejariam aprender português mas não possuem um livro sequer e vão pedindo, o que é mto bom.
O que é certo é que a minha biblioteca pessoal não suportaria tanta pessão e nem eu, nos míseros 50 quilos a que tive direito na viagem, pude trazer grande coisa para além dos livros de trabalho de que necessito.
COMO MANDAR?
Basta dirigirem-se aos correios (CTT) e mandarem uma encomenda tarifa económica para Timor (insistam porque nem todos os funcionários conhecem este tarifário!) e mandam a coisa por 2,49 EUR. Claro que a encomenda não pode exceder os 2 quilos para poder ser enviada por este preço.
Devem enviar as encomendas em meu nome (Joana Alves dos Santos) para:
Embaixada de Portugal em Díli
Av. Presidente Nicolau Lobato
Edifício ACAIT
Díli - TIMOR LESTE
E O QUE MANDAR?
Mandem por favor livros de ficção, romances, novela, ensaio, livros infantis etc, etc. Evitem gramáticas e manuais escolares. Dicionários, mesmo que um pouquinho desatualizados são bem vindos. Este critério é meu e explico porquê.
Alguns timorenses (estudantes e não só) são um bocado fixados em aprender gramática mas ainda não têm os skills básicos de comunicação.
Parece-me melhor ideia que possam ler outras coisas, deixar-se apaixonar um bocadinho pelas histórias mesmo que não entendam as palavras todas, do que andarem feitos tolinhos a marrar manuais e gramáticas. O caso dos dicionários é outro. Um aluno, por exemplo, usa um dicionário português-inglês para tentar adivinhar o significado das palavras. Como o inglês dele tb não é grande charuto imaginam como é a coisa.
Bom, espero ter vendido bem o peixe do povo timorense. Falam pouco e mal mas na sua grande maioria manifesta simpatia pela língua portuguesa. De qualquer forma isto não vai lá (muito sinceramente) com umas largas dezenas de professores portugueses por cá. É preciso ter a língua a circular em vários meios e suportes.
Espero que respondam ao meu apelo!! Eu por cá andarei sempre com um livrito na carteira para alguém que peça!
Joana Alves dos Santos
Os livros que sobraram da nossa feira vão para Timor
Como imaginam sobraram muitos livros da nossa Feira do Livro. Inspirados neste email que nos foi enviado saibam os nossos associados o destino da nossa ajuda.
terça-feira, janeiro 05, 2010
Calendário Curso Europa e Religiões
Cristianismo – Janeiro – 11 – 13- 18 – 20 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Hinduísmo - Janeiro - 12 e 19 - 19:00 - Espaço Europa Viva
Islamismo – Janeiro – 27 – Mesquita de Lisboa
Budismo – Fevereiro – 8 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Judaísmo – Março – 21 – às 12:00 – Sinagoga de Lisboa
Islamismo – Janeiro – 27 – Mesquita de Lisboa
Budismo – Fevereiro – 8 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Judaísmo – Março – 21 – às 12:00 – Sinagoga de Lisboa
Seminário Permanente Saber Europa 2009 - 2010
Recomeça no próximo dia 14 de Janeiro o Seminário Saber Europa com o módulo História da Europa:
Dia 14 de Janeiro - Para uma nova História da Europa – Profº Ernesto Castro Leal Dia 21 de Janeiro - Ideia da Europa nas Culturas Eslavas – Profª Beata Elzbieta Cieszynska
Dia 28 de Janeiro -Ideia da Europa na Cultura Portuguesa – Profº José Eduardo Franco
Dia 4 de Fevereiro – Conferencia a designar - Profº Guilherme Oliveira Martins
O Seminário realiza-se no Espaço Europa Viva às 19:00.
Espaço Europa Viva - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária - Campo Grande
segunda-feira, janeiro 04, 2010
India das Religiões - Viagem temática à Índia 2010
Para suporte cultural dos viajantes à India, a Europa Viva organiza na Comunidade Hindu a passagem de um filme realizado pela BBC sobre História e Cultura da Índia. Trata-se, de facto, de um documento excepcional, uma fonte histórica de enorme importância sobre história e cultura Indianas realizado em seis episódios pela BBC. Infelizmente o mercado editorial não dispõe deste documento o que impossibilita a sua fácil aquisição. É justamemente por esta razão que organizámos para os viajantes estas sessões de visionamento.
Porém, porque se trata de um documento excpecional, abrimos as sessões a todos os associados da Europa Viva que queiram partilhar connosco este programa.
O calendário dos visionamentos é o seguinte:
10, 17 e 31 de Janeiro das 18:30 às 20:00 na Comunidade Hindu.
Jantamos na Comunidade Hindu a seguir às sessões.
Europa e Religiões
Começa no próximo dia 11 de Janeiro o Curso Europa e Religiões http://www.europaviva.eu/news/200912_CursoReligioes2010/.
sábado, janeiro 02, 2010
quinta-feira, dezembro 31, 2009
quarta-feira, dezembro 30, 2009
Actividades Europa Viva para 2010
Janeiro
Seminário Saber Europa - História da Europa http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Seminário Saber Europa - Literatura Europeia - Romance
http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Curso Europa e Religiões - As grandes expressões do sagrado na cidade
http://www.europaviva.eu/news/200912_CursoReligioes2010/
Comunidade dos Pensadores http://www.europaviva.eu/news/200907_Pensadores/
Fevereiro
India das Religiões - Viagem - India - http://www.europaviva.eu/news/200905_India/
Curso Europa e Religiões - As grandes expressões do sagrado na cidade
http://www.europaviva.eu/news/200912_CursoReligioes2010/
Seminário Saber Europa - História da Europa
http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Seminário Saber Europa - Literatura Europeia - Romance
http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Comunidade dos Pensadores
http://www.europaviva.eu/news/200907_Pensadores/
Março
Roma - Viagem - O Impacto da Bíblia na Cultura Ocidental
http://www.europaviva.eu/news/200911_Roma2010/
Seminário Saber Europa - Literatura Europeia - Romance
http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Comunidade dos Pensadores
http://www.europaviva.eu/news/200907_Pensadores/
Curso Europa e Religiões
http://www.europaviva.eu/news/200912_CursoReligioes2010/
Londres - Viagem - Bicentenário Chopin (ainda em preparação)
Abril
Seminário Saber Europa - Literatura Europeia - Romance
http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Comunidade dos Pensadores
http://www.europaviva.eu/news/200907_Pensadores/
Maio
Rússia (Moscovo e St.Peterburgo) - viagem - I Comunidade Itinerante de Leitores do Português no Mundo - com o escritor Gonçalo. M.Tavares
Seminário Saber Europa - Módulo União Europeia
Comunidade dos Pensadores
Junho
Comunidade dos Pensadores
http://www.europaviva.eu/news/200907_Pensadores/
Julho
15 de Julho - 5º aniversário Europa Viva
de 17 a 24 : Ópera um Itinerário Europeu - As grandes salas de Ópera - Viagem - a Itália - Milão, Bérgamo, Verona, Pádua, Vicenza, Veneza;
Curso História e Cultura da Ópera no âmbito da viagem Ópera um Itinerário Europeu;
http://www.europaviva.eu/site/pgProjecto.php?proj=4
Agosto
Rússia, Mongólia, China - Viagem - Transsiberiano Plus - 3 países - 3 comboioshttp://transsiberiano.blogspot.com/ na EXPO de Shangai
terça-feira, dezembro 29, 2009
Comunidade dos Pensadores / Tertúlia
Há projectos que por várias razões surpreendem até os seus autores. A Comunidade dos Pensadores, um dos programas identitários da Europa Viva (http://www.europaviva.eu/news/200907_Pensadores/) é, de facto, um projecto surpresa, surpreendente e no contexto associativo, um dos projectos mais emblemáticos e sólidos do que fomos, somos e seremos, isto é, uma Associação que vive fundamentalmente da criatividade dos seus associados e onde o saber é a verdadeira moeda de troca.
A Europa Viva não produz conteúdos massificados. Não organizamos festivais, nem espectáculos de grande aparato, nem dedicamos as nossas energias às chamadas causas fracturantes.
Os conteúdos dos projectos e programas da Europa Viva têm, sempre, subjacente, a produção de saber e de conhecimento de modo a que um e outro constituam as armas através das quais possamos reflectir, interpretar e produzir real de acordo com uma cidadania mais responsável.
A nossa missão assenta na cultura como instrumento, nos valores da solidariedade como mensagem e na consciência cívica como programa.
É com esta síntese sempre viva e representada na programação dos nossos conteúdos que criámos a Comunidade dos Pensadores.
Tal como o nome indica somos um grupo de pessoas que gosta de pensar o mundo e a vida. Para isso, reunimos uma vez por mês e, com base numa agenda temática que anualmente definimos como a mais representativa dos instrumentos de saber que nos propomos adquirir, conversamos em torno de uma mesa, sobre os temas que, entretanto, foram ocupando as nossas leituras, reflexões, a nossa sensibilidade artistica, enfim, a nossa atenção ao mundo e às pessoas.
Temos várias idades, profissões díspares, interesses dissonantes, mundividências muito contraditórias, mas o que verdadeiramente resulta extraordinário é o facto de conseguirmos conversar sobre os assuntos com total abertura, humildade, numa atitude de aprendizagem constante, e de atenção ao Outro.
Também na cultura e no pensamento o Outro é a nossa prioridade máxima. A comunidade existe há dois anos. Entre nós há um sentir e um sentido que vivido torna-nos, senão pessoas melhores, pelo menos pessoas mais comprometidas com o saber, mais disponiveis para a cidadania, mais disponiveis para a reflexão.
Neste contexto aconteceu a nossa primeira Tertúlia. Um dos membros da Comunidade dos Pensadores, Alexandra Simões, mulher de consciência solidária actuante, desafiou a sua comunidade a procurar outras comunidades. E lá fomos desafiando quem nos quis acompanhar num jantar de Natal subordinado ao tema o Natal numa Europa Viva.
Costumo dizer que a Comunidade dos Pensadores é a hipoteca mais viva do nosso projecto.
Como fundadora da Europa Viva, responsável actual pelo seu destino programático, foi na Comunidade dos Pensadores que percebi que o sucesso de um projecto ou programa depende apenas dos seus construtores.
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Fundação Gulbenkian - Conferência
7 Janeiro 2010 17h30 O Dia em que nasceu a Ciência João Caraça
Há exactamente 400 anos, na noite de 7 de Janeiro de 1610, em Pádua, Galileo Galilei começou a registar as observações que estava a efectuar sobre os satélites de Júpiter e que ele designou por “Estrelas Mediceias”em homenagem à família dos arquiduques de Florença.
Este registo tão singelo abriu um longo caminho que tem sido percorrido incessantemente desde então. A Ciência Moderna saiu completa das mãos de Galileu: o uso de instrumentos científicos de observação; a utilização de uma linguagem matemática; a publicação dos resultados; isto é, as suas principais características, que a distinguem dos outros domínios de conhecimento e dos saberes antigos sobre a natureza, possuem todos a marca de Galileu.
Muitos ilustres e extraordinários cientistas viram a luz e a iluminação da descoberta nestes últimos quatro séculos. A celebração das suas ideias e o desenvolvimento de uma atitude científica perante a vida são a melhor garantia de que encaramos o futuro com confiança.
João Caraça
Director do Serviço de Ciência
Fundação Calouste Gulbenkian
Este registo tão singelo abriu um longo caminho que tem sido percorrido incessantemente desde então. A Ciência Moderna saiu completa das mãos de Galileu: o uso de instrumentos científicos de observação; a utilização de uma linguagem matemática; a publicação dos resultados; isto é, as suas principais características, que a distinguem dos outros domínios de conhecimento e dos saberes antigos sobre a natureza, possuem todos a marca de Galileu.
Muitos ilustres e extraordinários cientistas viram a luz e a iluminação da descoberta nestes últimos quatro séculos. A celebração das suas ideias e o desenvolvimento de uma atitude científica perante a vida são a melhor garantia de que encaramos o futuro com confiança.
João Caraça
Director do Serviço de Ciência
Fundação Calouste Gulbenkian
Os fazedores (dirigentes)...da Europa Viva
domingo, dezembro 27, 2009
Programa Janeiro - Seminário Saber Europa - Literatura Europeia
Programa Janeiro - Seminário Saber Europa - História da Europa
Módulo História da Europa
Dia 14 de Janeiro - Para uma nova História da Europa – Profº Ernesto Castro Leal
Dia 21 de Janeiro - Ideia da Europa nas Culturas Eslavas – Profª Beata Elzbieta CieszynskaDia
Dia 28 de Janeiro -Ideia da Europa na Cultura Portuguesa – Profº José Eduardo Franco .
Dia 4 de Fevereiro – Conferencia a designar - Profº Guilherme Oliveira Martins
Ver mais em http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
quinta-feira, dezembro 24, 2009
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Ciclo Cinema e Literatura – Seminário Saber Europa – Sessão Especial – Manhã Submersa - Livro de Vergílio Ferreira – Filme de Lauro António
Assistir a esta sessão especial foi duplamente um privilégio: por um lado, a oportunidade de assistir a mais um filme de elevada qualidade, ainda por cima uma produção nacional, um drama sobre o país que fomos e que, de alguma forma, ainda somos; por outro lado, o facto desta obra nos ser apresentada pelo próprio realizador, o que traz sempre a possibilidade de vislumbrar um pouco do sonho que o animou e das peripécias que fazem parte do “nascimento” da obra, o que é sempre melhor do que qualquer trabalho de crítica ou análise, por muito bom que seja.
Começámos por ver um pequeno documentário sobre Vergílio Ferreira (realizado também por Lauro António), e onde de uma forma muito poética contactamos com a realidade da sua escrita, e percebemos também um pouco melhor o carácter deste homem. Vergílio Ferreira nasceu nas cercanias da Serra da Estrela, entrou para o seminário aos 10 anos de idade (lá permaneceu durante cerca de 6 anos), e terminou depois o seu percurso liceal, entrando na Faculdade de Letras em Coimbra. Tornou-se professor mas era já desde o tempo da faculdade, escritor, ao princípio mais influenciado pela corrente neo-realista, depois mais pela existencialista. Profundamente marcado por esses anos da infância, o seu discurso é quase sempre um olhar sobre a solidão, o silêncio, e a neve e o clima agreste da Serra, metáforas do caminho difícil do Homem no Mundo, ilustram muitas vezes as suas obras.
E é junto à Serra que começa também o nosso filme. As paisagens imensas, o frio que quase transparece do écran, a música majestosa, tudo nos transporta ao estado de alma propício para compreendermos o que se passa no coração do pequeno António, pois é dele a história que se conta. Assim, mergulhamos na vida de António, enviado para o seminário, e retirado sem mais ao convívio da sua família e da vida na aldeia. O abandono que experimenta, a ausência de um acolhimento afectuoso dentro do seminário, os dias impessoais, o discurso assustador de “perdição da alma” e das “tentações demoníacas”, tudo nos é mostrado sem rodeios. Torna-se nosso também o sentir do protagonista, a lenta compreensão de que, na verdade, lhe está a ser roubada toda a sua liberdade, talvez o seu único bem, e sem dúvida o mais precioso. Ao mesmo tempo ficamos a conhecer os padres que no Seminário são os professores, os educadores, os conselheiros, as encarnações da lei e da ordem, e que obedecendo a uma estrutura de séculos, onde as questões não têm lugar, perpetuam o mundo que eles próprios viveram, muitas vezes sem qualquer vocação ou alegria. Temíveis, não inspiram nem o Amor nem a Paz de que fala o Evangelho, mas relembram constantemente o Regulamento, onde a mais pequena falha produz sempre a punição para a qual não há nem misericórdia nem perdão.
E no mundo real, para lá das paredes grossas do seminário, vive o Portugal rural da época (a acção passa-se por volta dos anos 40), onde os pobres lutam pelo bocado de pão do dia a dia, trabalhando no campo de Sol a Sol, ou na fábrica sujeitos a patrões pouco justos, e onde os ricos, aburguesados e decadentes, escolhem fechar os olhos e preferem apenas a manutenção do status quo e da segurança que daí lhes advém. Os senhores são sempre os senhores, e para os pobres não há esperança de mudança.
É este o Portugal em que nasceram os meus pais, o Portugal que projecta ainda algumas sombras sobre o nosso presente, hoje. Porque a mudança não é fácil, nem para um país, nem para um povo, nem para o indivíduo isolado. E no entanto é possível, ainda que fruto do desespero, como aprendemos com António nos minutos derradeiros da “Manhã Submersa”.
Começámos por ver um pequeno documentário sobre Vergílio Ferreira (realizado também por Lauro António), e onde de uma forma muito poética contactamos com a realidade da sua escrita, e percebemos também um pouco melhor o carácter deste homem. Vergílio Ferreira nasceu nas cercanias da Serra da Estrela, entrou para o seminário aos 10 anos de idade (lá permaneceu durante cerca de 6 anos), e terminou depois o seu percurso liceal, entrando na Faculdade de Letras em Coimbra. Tornou-se professor mas era já desde o tempo da faculdade, escritor, ao princípio mais influenciado pela corrente neo-realista, depois mais pela existencialista. Profundamente marcado por esses anos da infância, o seu discurso é quase sempre um olhar sobre a solidão, o silêncio, e a neve e o clima agreste da Serra, metáforas do caminho difícil do Homem no Mundo, ilustram muitas vezes as suas obras.
E é junto à Serra que começa também o nosso filme. As paisagens imensas, o frio que quase transparece do écran, a música majestosa, tudo nos transporta ao estado de alma propício para compreendermos o que se passa no coração do pequeno António, pois é dele a história que se conta. Assim, mergulhamos na vida de António, enviado para o seminário, e retirado sem mais ao convívio da sua família e da vida na aldeia. O abandono que experimenta, a ausência de um acolhimento afectuoso dentro do seminário, os dias impessoais, o discurso assustador de “perdição da alma” e das “tentações demoníacas”, tudo nos é mostrado sem rodeios. Torna-se nosso também o sentir do protagonista, a lenta compreensão de que, na verdade, lhe está a ser roubada toda a sua liberdade, talvez o seu único bem, e sem dúvida o mais precioso. Ao mesmo tempo ficamos a conhecer os padres que no Seminário são os professores, os educadores, os conselheiros, as encarnações da lei e da ordem, e que obedecendo a uma estrutura de séculos, onde as questões não têm lugar, perpetuam o mundo que eles próprios viveram, muitas vezes sem qualquer vocação ou alegria. Temíveis, não inspiram nem o Amor nem a Paz de que fala o Evangelho, mas relembram constantemente o Regulamento, onde a mais pequena falha produz sempre a punição para a qual não há nem misericórdia nem perdão.
E no mundo real, para lá das paredes grossas do seminário, vive o Portugal rural da época (a acção passa-se por volta dos anos 40), onde os pobres lutam pelo bocado de pão do dia a dia, trabalhando no campo de Sol a Sol, ou na fábrica sujeitos a patrões pouco justos, e onde os ricos, aburguesados e decadentes, escolhem fechar os olhos e preferem apenas a manutenção do status quo e da segurança que daí lhes advém. Os senhores são sempre os senhores, e para os pobres não há esperança de mudança.
É este o Portugal em que nasceram os meus pais, o Portugal que projecta ainda algumas sombras sobre o nosso presente, hoje. Porque a mudança não é fácil, nem para um país, nem para um povo, nem para o indivíduo isolado. E no entanto é possível, ainda que fruto do desespero, como aprendemos com António nos minutos derradeiros da “Manhã Submersa”.
©Maria Alexandra Campos
Natal na Europa Viva...
Obrigado à Europa Viva por existir, votos de felicidades e de
actividade fecunda no futuro.
actividade fecunda no futuro.
José Tomaz Ferreira
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Ultima sessão Ciclo Cinema e Literatura


Dia 21 Dezembro às 19:00 na Reitoria da Universidade de Lisboa termina o Ciclo de Cinema e Literatura, um dos módulos do Seminário Saber Europa, um projecto organizado e promovido pela Europa Viva - http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/
Terminamos o Ciclo com o filme Manhã Submersa, uma realização de Lauro António, o Comissário deste Ciclo de Cinema e Literatura.
Ouvir o Lauro António a conversar sobre o seu filme é, de facto, uma oportunidade única para entender histórias que o cinema teceu ao longo do tempo.
Convidamos todos os associados e leitores do blog, que se interessem por Cinema e pela História do Cinema, a estarem presentes neste encontro.
Ciclo de Cinema e Literatura - Seminário Saber Europa - D. Quixote de La Mancha- Livro de Miguel de Cervantes - Filme de Manuel Gutierrez Aragón


Que dizer sobre um romance como o "D.Quixote"? Este é um daqueles livros que, escrito no longíquo século XVII, se mantém vivo até hoje. O seu carácter universalista torna-o sempre actual e sempre capaz de novas leituras e adaptações. Obra prima da língua espanhola, continua a ser alvo de edições, estudos e traduções, bem como de adaptações cinematográficas, ou de inspiração para outras artes, como a pintura, a escultura, a música ou a ópera. E tudo isto partindo das aventuras e desventuras de certo fidalgo de La Mancha, um pouco entrado em anos, dado mais a leituras de romances de cavalaria do que à administração da sua propriedade, mais disposto a viver uma vida de fantasia do que a enfrentar a realidade, que Miguel de Cervantes criou e cujo o livro começou a ser publicado em 1605. Dom Quixote: um louco para todos excepto para o seu companheiro Sancho Pança, homem rude e humilde, verdadeiro membro do povo, que na sua ingenuidade acompanha o amo, e que vendo o mundo como ele é, vendo moinhos em vez de gigantes, frades em vez de salteadores, pousadas em vez de castelos, fielmente segue a Dom Quixote, mesmo pagando com feridas, fome e tareias essa obediência. Não que Sancho seja parvo: Dom Quixote promete-lhe o cargo de governador de uma ilha, honrarias e moedas de ouro, e é com esse objectivo, o de se tornar igual ao seu senhor, que Sancho permanece constante. Na verdade a crítica de costumes em que Miguel de Cervantes é exímio continua ainda hoje actual: os poderosos vivem em mundos paralelos, têm visões irreais, e os pequenos e simples que percebem melhor o mundo, ainda assim, não confiando em si mesmos, cheios da ambição de se tornarem poderosos, deixam-se levar, sabendo muito bem que vão pagar caro essa escolha.Manuel Gutierrez de Aragón, o cineasta que produziu a versão para televisão de 1991 da qual pudémos ver 2 episódios, transporta para o écran, com muito realismo e humor, a visão crítica de Cervantes, os dois olhares do mundo que ele põe sempre em diálogo e sempre em oposição: o sonhador e idealista por um lado, e o sentido prático e terra a terra, por outro. Coloca-nos no caminho que estes 2 homens tão díspares fazem em conjunto, e torna-nos cúmplices do seu percurso. Também a nossa maneira de viver é hoje feita de contrastes, num equilíbrio difícil entre o sonhado, o possível, a opinião dos outros e a realidade dos dias.
©Maria Alexandra Campos
Ciclo de Cinema e Literatura - Seminário Saber Europa - D. Quixote de La Mancha- Livro de Miguel de Cervantes - Filme de Manuel Gutierrez Aragón
Que dizer sobre um romance como o "D.Quixote"? Este é um daqueles livros que, escrito no longíquo século XVII, se mantém vivo até hoje. O seu carácter universalista torna-o sempre actual e sempre capaz de novas leituras e adaptações. Obra prima da língua espanhola, continua a ser alvo de edições, estudos e traduções, bem como de adaptações cinematográficas, ou de inspiração para outras artes, como a pintura, a escultura, a música ou a ópera. E tudo isto partindo das aventuras e desventuras de certo fidalgo de La Mancha, um pouco entrado em anos, dado mais a leituras de romances de cavalaria do que à administração da sua propriedade, mais disposto a viver uma vida de fantasia do que a enfrentar a realidade, que Miguel de Cervantes criou e cujo o livro começou a ser publicado em 1605. Dom Quixote: um louco para todos excepto para o seu companheiro Sancho Pança, homem rude e humilde, verdadeiro membro do povo, que na sua ingenuidade acompanha o amo, e que vendo o mundo como ele é, vendo moinhos em vez de gigantes, frades em vez de salteadores, pousadas em vez de castelos, fielmente segue a Dom Quixote, mesmo pagando com feridas, fome e tareias essa obediência. Não que Sancho seja parvo: Dom Quixote promete-lhe o cargo de governador de uma ilha, honrarias e moedas de ouro, e é com esse objectivo, o de se tornar igual ao seu senhor, que Sancho permanece constante. Na verdade a crítica de costumes em que Miguel de Cervantes é exímio continua ainda hoje actual: os poderosos vivem em mundos paralelos, têm visões irreais, e os pequenos e simples que percebem melhor o mundo, ainda assim, não confiando em si mesmos, cheios da ambição de se tornarem poderosos, deixam-se levar, sabendo muito bem que vão pagar caro essa escolha.Manuel Gutierrez de Aragón, o cineasta que produziu a versão para televisão de 1991 da qual pudémos ver 2 episódios, transporta para o écran, com muito realismo e humor, a visão crítica de Cervantes, os dois olhares do mundo que ele põe sempre em diálogo e sempre em oposição: o sonhador e idealista por um lado, e o sentido prático e terra a terra, por outro. Coloca-nos no caminho que estes 2 homens tão díspares fazem em conjunto, e torna-nos cúmplices do seu percurso. Também a nossa maneira de viver é hoje feita de contrastes, num equilíbrio difícil entre o sonhado, o possível, a opinião dos outros e a realidade dos dias.
©Maria Alexandra Campos
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Convosco ajudámos a construir um mundo melhor. Convosco continuaremos a dizer ao mundo que o Conhecimento, a Cultura e a Criatividade sãos os principais instrumentos de realização humana, de justiça social e de fundamento para novos modelos de desenvolvimento.
A propósito de 2010

Venho por este meio dizer-vos o quanto é importante para mim a filosofia da Europa Viva pela razão de que o valor que impera é a igualdade social, o respeito pelo individuo como ser, porque ao longo da minha pouca vida os obstáculos não têm sido poucos nem fáceis.
Tenho lutado por um lugar no mundo profissional e procurado constantemente adquirir mais competências e conhecimentos que me possam ajudar a ter uma realização profissional e social melhor.
...Já senti infelizmente racismo na escola profissional que frequentei, pelos formadores e não só, (...) pelo facto de ter um tom de pele mais escuro.
Apesar dessas dificuldades todas sempre lutei e continuo a lutar por um lugar neste mundo e graças a Deus tenho conseguido demonstrar do que sou capaz de fazer (...).
É muito importante para mim saber que existe um lugar para todos e que o respeito a um lugar a dignidade humana é valorada e julgada pela capacidade de trabalho e personalidade e não pelo tom de pele, raça, ideologia e idade.
Sou um jovem que lhes digo que tenho ultrapassado tantas dificuldades profissionais que ainda me julgam pelo meu tom de pele.
Procuro constantemente instruir-me mais e mais e poder melhorar a minha capacidade profissional e humana.
Tenho lutado por um lugar no mundo profissional e procurado constantemente adquirir mais competências e conhecimentos que me possam ajudar a ter uma realização profissional e social melhor.
...Já senti infelizmente racismo na escola profissional que frequentei, pelos formadores e não só, (...) pelo facto de ter um tom de pele mais escuro.
Apesar dessas dificuldades todas sempre lutei e continuo a lutar por um lugar neste mundo e graças a Deus tenho conseguido demonstrar do que sou capaz de fazer (...).
É muito importante para mim saber que existe um lugar para todos e que o respeito a um lugar a dignidade humana é valorada e julgada pela capacidade de trabalho e personalidade e não pelo tom de pele, raça, ideologia e idade.
Sou um jovem que lhes digo que tenho ultrapassado tantas dificuldades profissionais que ainda me julgam pelo meu tom de pele.
Procuro constantemente instruir-me mais e mais e poder melhorar a minha capacidade profissional e humana.
Eduardo Ribeiro
19 de Dezembro
Último dia da Feira do Livro - das 15:00 às 20:00 no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária - Campo Grande.
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Natal na Europa Viva...
À Europa Viva e a todos os que com o seu excelente trabalho e empenho fazem-na crescer, diferenciar e afirmar-se desejo um feliz Natal e um excelente 2010.
Clara Ribeiro
Ciclo de cinema e Literatura – Seminário Saber Europa
Termina no próximo dia 21 de Dezembro o Ciclo de Cinema e Literatura integrado no Seminário Saber Europa, comissariado por Lauro António.
Durante oito semanas, às segundas feiras na Reitoria da Universidade de Lisboa, visionámos e ouvimos Lauro António falar sobre um filme, escolhido por si, representanto o melhor da literatura e da cinematografia europeia.
A ideia foi escolher os mais representativos clássicos quer da literatura, quer do cinema, que melhor nos falassem da História e Cultura Europeias.
Unanimemente considero um excelente Ciclo, do qual publicaremos os textos escritos pelo Comissário especialmente para o efeito, resta-nos convidar todos os associados e amigos da Europa Viva a assistirem ao seu encerramento, visionando uma obra de Lauro António - Manhã Submersa tendo o previlégio de poder conversar com o realizador sobre o seu próprio trabalho.
Não podemos encerrar o Ciclo de Cinema e Literatura sem uma palavra de apreço dirigida à Presidente do Conselho Fiscal da Europa Viva, Maria Alexandra Campos, que também ela durante várias semanas produziu textos de excelente qualidade para o nosso blog, de modo a que ninguém, nem mesmo os associados impedidos de comparecer, deixasse de acompanhar, semanalmente, um acontecimento cultural de tão grande qualidade.
Obrigado, por isso, a todos aqueles que nos ajudaram a realizar com êxito, mais um módulo do Seminário Saber Europa: a todos os que participaram e a todos os que nos ajudaram a concretizar a logistica do Ciclo.
O próximos módulos (História e Literatura) terão inicio do próximo mês de Janeiro no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária, Campo Grande.
India - Cinema
Documentário - Kolkatar Muck – Faces ofKolkata. 2009. 30’
- 17 Dezembro 2009. 20h00.
Auditório B203. ISCTE-IUL
Lisboa, Av. Forças Armadas
Auditório B203. ISCTE-IUL
Lisboa, Av. Forças Armadas
quarta-feira, dezembro 16, 2009
“Ciclo de Cinema e Literatura – Seminário Saber Europa – Guerra e Paz – Livro de Leão Tolstói – Filmes de Sergei Bondarchuk e King Vidor


"Guerra e Paz" é uma obra de fôlego da literatura europeia, um dos grandes romances do final do século XIX que a língua e a cultura russas produziram. Foi escrito por um homem que ficou no imaginário colectivo da Rússia como um génio literário, um gigante das letras, reconhecido em todo o mundo não só por este romance, mas também por "Anna Karenina", e com um percurso de produção literária múltipla, feito com novelas, contos, peças de teatro e ensaios. O seu nome é Leão Tolstói. Nasceu em Agosto de 1828, no seio de uma família de tradição aristocrática, estudou direito e línguas orientais, cursos que não acabou, alistou-se no exército e viajou pela Europa em pelo menos 2 ocasiões, morrendo em 1910, retirado do mundo, despojado de tudo, em resultado de uma escolha pessoal de regresso à natureza, uma espécie de um pacifismo radical. Entre 1865 e 1869 escreveu este épico, cheio de inovações literárias, onde reflecte sobre a Guerra e a Paz no contexto das invasões napoleónicas de 1805 e 1812, e onde nos leva numa viagem pela Europa, e na Rússia entre Moscovo e S. Petersburgo, acompanhando as famílias Bezukhov, Rostov e Bolkonsky, entre cerca de 500 outras personagens, que incluem por exemplo o próprio Napoleão. Há uma fusão intencional entre a parte ficcional e o desenrolar dos acontecimentos históricos, pois através deste meio Tolstói sonhava encontrar a "verdade" da História e da narração da mesma para as gerações futuras.
Os dois filmes dos quais pudemos ver uma parte inicial trazem-nos dois olhares diferentes mas muito interessantes da obra. O primeiro de Sergei Bondarchuk data de 1968, e foi uma "produção de regime". Acompanha a própria megalomania do romance: 120.000 figurantes fardados, 8 horas de duração, reprodução quase fiel das cenas com utilização dos espaços dos museus e palácios mencionados no romance, reconstituição histórica o mais fiel possível com uma caracterização psicológica dos personagens certa e segura. Teve uma recepção unânime na época. O segundo filme, realizado por King Vidor, é uma versão de Hollywood de 1956 onde podemos ver grandes nomes: Audrey Hepburn como Natacha, Henry Fonda como Pierre e Mel Ferrer como Andrei. Sendo uma versão mais condensada não é de todo superficial na abordagem e leva-nos igualmente para dentro da reflexão de Tolstói: O que move os homens para a Guerra? Que preço pagam os soldados? E as nações? E o que ganham? Honra e glória? Morte e desventura? E o que é maior: a ânsia de grandes feitos que ficarão inscritos para a posteridade, a amizade verdadeira, os laços de sangue e de família, o amor de uma mulher ou de um filho?“
Os dois filmes dos quais pudemos ver uma parte inicial trazem-nos dois olhares diferentes mas muito interessantes da obra. O primeiro de Sergei Bondarchuk data de 1968, e foi uma "produção de regime". Acompanha a própria megalomania do romance: 120.000 figurantes fardados, 8 horas de duração, reprodução quase fiel das cenas com utilização dos espaços dos museus e palácios mencionados no romance, reconstituição histórica o mais fiel possível com uma caracterização psicológica dos personagens certa e segura. Teve uma recepção unânime na época. O segundo filme, realizado por King Vidor, é uma versão de Hollywood de 1956 onde podemos ver grandes nomes: Audrey Hepburn como Natacha, Henry Fonda como Pierre e Mel Ferrer como Andrei. Sendo uma versão mais condensada não é de todo superficial na abordagem e leva-nos igualmente para dentro da reflexão de Tolstói: O que move os homens para a Guerra? Que preço pagam os soldados? E as nações? E o que ganham? Honra e glória? Morte e desventura? E o que é maior: a ânsia de grandes feitos que ficarão inscritos para a posteridade, a amizade verdadeira, os laços de sangue e de família, o amor de uma mulher ou de um filho?“
Maria Alexandra Campos
terça-feira, dezembro 15, 2009
IV Curso Europa e Religiões

Tem inicio no próximo dia 11 de Janeiro o IV Curso Europa e Religiões desta vez integrado no contexto cultural da viagem à Índia (das Religiões).
O Curso realiza-se no Espaço Europa Viva no Edificio C 7 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa na cidade Universitária - Campo Grande.
http://www.europaviva.eu/news/200912_CursoReligioes2010/
Universidade do Porto - Formação Contínua
De 19 de Abril a 7 de Junho - das das 19,30 às 22,30
Pensamento Crítico Contemporâneo:
- Jacques Lacan
- Michel Foucault
- Jacques Derrida
- Judith Butler
- Giorgio Agamben
- Slavoj Zizek
- Jean Baudrillard
- Jean-François Lyotard
Formador: Prof. Vítor Oliveira Jorge, catedrático da FLUP
vojorge@clix.pt
http://trans-ferir.blogspot.com
http://www.facebook.com/people/Vitor-Manuel-Oliveira-Jorge/1731452550
Pensamento Crítico Contemporâneo:
- Jacques Lacan
- Michel Foucault
- Jacques Derrida
- Judith Butler
- Giorgio Agamben
- Slavoj Zizek
- Jean Baudrillard
- Jean-François Lyotard
Formador: Prof. Vítor Oliveira Jorge, catedrático da FLUP
vojorge@clix.pt
http://trans-ferir.blogspot.com
http://www.facebook.com/people/Vitor-Manuel-Oliveira-Jorge/1731452550
O curso funciona com um mínimo de 12 inscritos, mas tem também um plafond de inscrições...
Faça a sua inscrição através de - Serviço de Gestão Académica -
Sector de Formação ContínuaVia Panorâmica, s/nº 4150-564 Porto
Telef: 226077152
Email: gfec@letras.up.pt
Horário Atendimento: 10h00 às 16h00
COMUNIDADE DE SANT’EGÍDIO
OFEREÇA O ALMOÇO DE NATAL A UM SEM-ABRIGO
A Comunidade de Sant’Egídio é uma instituição de solidariedade social, sem fins lucrativos, que presta assistência diária aos mais necessitados:
Idosos que vivem em situação precária sem qualquer apoio;
Crianças de bairros sociais;
Sem-abrigos
e vive exclusivamente da boa vontade e da ajuda de amigos e de voluntários.
Mais uma vez estamos a organizar o almoço de Natal, que terá lugar no dia 25 de Dezembro, pelas 13h00, no mercado da Ribeira, em Lisboa. Nesse dia tão importante em que a solidão é mais sentida precisamos da ajuda de todos para que aqueles que acompanhamos diariamente possam ter um almoço em família e sentirem que não são esquecidos. Contamos com cerca de quinhentos participantes.
Para que possamos realizar esta iniciativa pedimos que nos faça chegar aquilo que necessitamos para o almoço: grão cozido, bacalhau (se possível demolhado), azeite, chouriço, sumos (coca-cola, laranjada, entre outros), açúcar, chá, café, maionese, chocolates, batatas fritas palha e ainda pratos de papel rasos e de sopa, talheres e copos de plástico.
Se estiver interessado em ajudar-nos nesta caminhada informamos que este anos as ofertas poderão ser entregues na Associação Cais (Rua do Vale Formoso de Cima, nº 49-55 Lisboa), de 2ª a 6ª feira, das 9h00 às 18h00. Junto enviamos o respectivo croqui.
Para nos contactar poderá fazê-lo através dos números: 919960961 (Conceição Papeconceicaopape@hotmail.com) 91777444 (Teresa Siqueira teresacsiqueira@hotmail.com).
Com os melhores cumprimentos da Comunidade de Sant’Egídio.
A Comunidade de Sant’Egídio é uma instituição de solidariedade social, sem fins lucrativos, que presta assistência diária aos mais necessitados:
Idosos que vivem em situação precária sem qualquer apoio;
Crianças de bairros sociais;
Sem-abrigos
e vive exclusivamente da boa vontade e da ajuda de amigos e de voluntários.
Mais uma vez estamos a organizar o almoço de Natal, que terá lugar no dia 25 de Dezembro, pelas 13h00, no mercado da Ribeira, em Lisboa. Nesse dia tão importante em que a solidão é mais sentida precisamos da ajuda de todos para que aqueles que acompanhamos diariamente possam ter um almoço em família e sentirem que não são esquecidos. Contamos com cerca de quinhentos participantes.
Para que possamos realizar esta iniciativa pedimos que nos faça chegar aquilo que necessitamos para o almoço: grão cozido, bacalhau (se possível demolhado), azeite, chouriço, sumos (coca-cola, laranjada, entre outros), açúcar, chá, café, maionese, chocolates, batatas fritas palha e ainda pratos de papel rasos e de sopa, talheres e copos de plástico.
Se estiver interessado em ajudar-nos nesta caminhada informamos que este anos as ofertas poderão ser entregues na Associação Cais (Rua do Vale Formoso de Cima, nº 49-55 Lisboa), de 2ª a 6ª feira, das 9h00 às 18h00. Junto enviamos o respectivo croqui.
Para nos contactar poderá fazê-lo através dos números: 919960961 (Conceição Papeconceicaopape@hotmail.com) 91777444 (Teresa Siqueira teresacsiqueira@hotmail.com).
Com os melhores cumprimentos da Comunidade de Sant’Egídio.
domingo, dezembro 13, 2009
Seminário Saber Europa - Ciclo de Cinema e Literatura
14 de Dezembro na Reitoria da Universidade de Lisboa às 18:30 - Dom Quixote, um filme de Tomas Aragon.
21 de Dezembro na Reitoria da Universidade de Lisboa às 18:30 a Manhã Submersa, um filme de Lauro António.
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Feira do Livro Europa Viva
Dia 12 de Dezembro a Feira do Livro Europa Viva abre as suas portas das 15:00 às 20:00 no Espaço Europa Viva no Edificio C 7 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
quinta-feira, dezembro 10, 2009
10 Dezembro 2009
Reúne a Comunidade de Pensadores para discussão / reflexão sobre a Europa da primeira metade do século XX.
De Portugal à Rússia, quantas Europas existiram e existem e que história política, económica e cultural se construiu?
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