segunda-feira, janeiro 18, 2010

Tara Gandhi na Gulbenkian


19 de Janeiro, 18:30, Auditório 2 - Gulbenkian

Calendário actividades Europa Viva - semana de 17 a 24 Janeiro

18 de Janeiro - História do Cristianismo - Curso Europa e Religiões

20 de Janeiro - História do Cristianismo - Curso Europa e Religiões

21 de Janeiro - Seminário Saber Europa - Módulo História da Europa

22 de Janeiro - Tertúlia com Letras / Encontro Fátima Lopes - Átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 17:00.


As actividades têm inicio às 19:00 no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Cidade Universitária

domingo, janeiro 17, 2010

A propósito da viagem Índia das Religiões

Continuamos a visionar na Comunidade Hindu o documentário realizado pela BBC sobre História e Cultura da Índia.
Das 17:00 às 20:00.

sábado, janeiro 16, 2010

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Literatura Europeia - Seminário Saber Europa - Comunidade dos Pensadores


15 de Janeiro - Jane Austen – O romance tornado burguês


11 de Fevereiro - James Joyce – O romance como música das palavras


11 de Março - Virginia Woolf – O romance como corrente da consciência


8 de Abril - Ian McEwan – O romance urbano do novo milénio



O módulo de Literatura Europeia tem inicio às 19:00 no Espaço Europa Viva

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Seminário Saber Europa - História da Europa


14 de Janeiro 2010 - data de inicio do módulo História da Europa - Seminário Saber Europa com o seguinte calendário:


Dia 14 de Janeiro - Para uma nova História da Europa – Profº Ernesto Castro Leal

Dia 21 de Janeiro - Ideia da Europa nas Culturas Eslavas – Profª Beata Elzbieta Cieszynska

Dia 28 de Janeiro -Ideia da Europa na Cultura Portuguesa – Profº José Eduardo Franco

Dia 4 de FevereiroEuropa Cultural - Profº Guilherme Oliveira Martins

terça-feira, janeiro 12, 2010

A 12 de Janeiro de 2006...

...Lançámos a Europa Viva.
A 12 de Janeiro de 2006, na Representação da Comissão Europeia em Portugal, a equipa dos membros fundadores apresentou o seu projecto de missão à sociedade portuguesa. Disseram-nos, na altura, que poucos eventos da mesma natureza tinham tido tanta participação como o nosso. Ficámos muito vaidosos. Nesse dia, em Bruxelas, Durão Barroso falava da Europa Cultural. Era uma achega importante para a apresentação da Europa Viva.
Lembro-me muito bem desse dia...estávamos todos, os que acreditaram que era possível construir um projecto associativo novo, ousado na missão, livre e independente.
Muitos deles não sabiam dizê-lo, explicá-lo, divulgá-lo, mas todos, sem excepção, acreditaram que era possível construir a Europa Viva, apenas com algumas centenas de euros que tinhamos destinado à missão de promover, divulgar e reflectir a cultura europeia, a consciência civica e os valores da solidariedade social.
Eu, a Beatriz Gama Lobo, o José Pedro Serra, a Teresa Paulo, a Alexandra Campos, o António Abreu, a Marta Menéres, o José Alves, a Helena Martins, o Ângelo Silveira, o Igor Caldeira e a Andrea Guimarães, a Maria de Jesus Moura e o João Pedro Góis.
Desde esse dia procurei não os frustrar. Se fui digna da sua confiança, eles seriam objecto eterno da minha gratidão e a Europa Viva, espero, nunca os deixará de ter presente, sempre que tiver que escrever a sua história.
Hoje somos mais algumas dezenas de associados, do que eramos então. Hoje, várias centenas de pessoas, acompanham os nossos projectos, participaram dos programas e na missão, envolvem-se e sensibilizam-se com as ideias.
Podemos todos constatar ao longo destes quatro anos, que a Europa Viva cresceu e cresceu muito. Nunca, porém, cresceu tanto como em 2009.
Os telefones tocam muito, o trabalho é cada vez maior, já tivemos momentos profundamenta desanimadores, mas ainda assim, saibam todos, que jamais desistiremos.
Lutaremos sempre pela missão que nos propusemos trabalhar. Queremos acrescentar valor, real, como diria José Gil e nós fomos emitando ao longo destes anos, queremos constuir real, num país onde o saber e a cultura continuam a não servir como moeda de troca.
Cultura, Conhecimento, Criatividade são pois a nossa resposta à atávica mediocridade que reina despuduradamente em Portugal.
Claro que os patrocinios não permeiam a cultura nem o conhecimento. Por isso, aqui na Europa Viva é tudo mais lento. Ao contrário do que dizemos aos nossos jovens e, ao invés, do que propõem as modernas receitas de liderança, aqui na Europa Viva, sucesso é uma palavra que chega depois de muito trabalho, muita disciplina, muito suor, muitas lágrimas, muito pensar, analisar, ajustar, conversar.
Os patrocinadores, os decisores, por outro lado, ouvem falar de criatividade mas acham que criatividade é um conjunto de competências que se adquirire sem cultura, sem saber, sem património intelectual adquirido ou conquistado ao longo do tempo.
E, assim, vamos andando, cantando e rindo, numa sociedade onde a maioria dos senhores que «manipulam» o tecido social, económico e politico, não faz a menor ideia do seu património histórico, filosófico, geográfico, musical, literário, mas acha também que esse património pouco serve, essa memória que dá vida longa à construção de uma sociedade mais livre, mais justa, mais inovadora, mais responsável, mais promissora.
Nós aqui, na Europa Viva pagamos todos quotas justamente para os nossos dirigentes e associados construirem projectos e programas que produzam pensamento e/ ou conhecimento.
Em nome da Direcção da Europa Viva agradeço a todos, a todos sem excepção, associados, dirigentes, membros dos corpos associativos, amigos e à nossa familia terem apoiado esta missão civica fundamental: a de perservar e acrescentar saber à História.
Se não fosse a Teresa Paulo, lá de Bruxelas, da Representação do Parlamento Português de Bruxelas, ter enviado este email
Feliz Aniversário à Europa Viva!
Querida Ana Paula,
Espero que estejas bem!
Venho dar-te um beijinho e felicitar-te pela criação da Europa Viva!
Saudades,
mtp
Estava emocionalmente na Índia, a preparar, sem tréguas, o que falta para essa viagem maravilhosa à Índia das Religiões.

A propósito da India...da viagem à Índia...

Lembro-me bem: queria explicar o que mais me marcara na India (dessa longa viagem que realizámos com a Europa Viva em Fevereiro de 2007 designada por Rota do Chá pelos caminhos de Agra, Delhi, Sikkim, Calcutta) e só me ocorria a palavra dignidade.
Não tinha suportado o barulho. O imenso barulho que invade as ruas das cidades, vilas ou aldeias indianas, ensurdecedor, violento. O barulho das bozinas (bozine sempre é o anuncio mais lido do urbanismo indiano) é de facto indizível. Não conheço no mundo outra carga tão atrozmente poluente como o barulho nas grandes metrópoles indianas. E, estranhamente, poucos são os viajantes que falam do barulho da India. Não fosse um fóbico que descobrira perdido na mala e seguramente não teria conseguido sair à rua em Delhi ou Calcutta.
Mais do que o cheiro (por onde andei, o cheiro nunca surpreendera o meu olfato) era de facto o barulho, esse grande responsável, por uma estranha relação que desde então, criei com a India. Estou certa que terei feito uma das grandes viagens da minha vida. Intensissima. A India é de uma pluralidade humana, paisagistica, urbana, religiosa e cultural, como não haverá geografia no mundo.
Mas algo na India perturbara-me tão dramáticamente que jamais consegui sublimar a carga humanamente trágica que invade a minha memória sempre que lembro a India.
O que ficou, o que cresce, o que perpétua a minha passagem na India foi a (re)descoberta social do valor da dignididade.
Na India há uma indizível dignidade na pobreza. Na pobreza da mulher que procura infimos pedaços de carvão deixados pelo comboio. Na pobreza do homem que toma banho, nú, mas de costas para a estrada, que liga Delhi a Agra. Na pobreza da mulher que corta as plantas de chá em Darjeeling. Na pobreza do menino que já não suporta a sujidade nem a humidade e que se refresca num esgoto a céu aberto. Na pobreza dos milhares de seres humanos que ao pôr-do-sol invadem as lixeiras de Dheli, Calcutta ou Mombai, à procura dos restos, dos restos que outros seres humanos, num gesto excêntrico, já aprenderam a desperdiçar ou a rejeitar.
Não consigo imaginar o sofrimento, provocado pela miséria, que todos os dias devasta a India. Mas estou certa que nenhum indiano perderá, por isso, a sua dignidade.

©Ana Paula Lemos

Curso Europa e Religiões - Islamismo - Conferência

Por motivos que se prendem com a agenda do senhor Skeik Munir, a data da conferência e encontro na Mesquita passa de 27 de Janeiro para dia 3 de Fevereiro às 18:30 à porta da Mesquita.

Tertúlia Letras com Vida

A Europa Viva é parceira do projecto Tertúlia - Letras com Vida, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e do Clepul, Centro de Literaturas das Universidades de Lisboa.
Assim, convidamos os nossos associados, leitores e amigos a encontrarem-se com Fátima Lopes, sob o signo da Moda, Arte e Cultura na Sociedade Contemporânea, no próximo dia 22 de Janeiro, sexta-feira, pelas 17:00 no Átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Curso Europa e Religiões


Tem inicio a 11 de Janeiro o Curso Europa e Religiões com o seguinte calendário:


Cristianismo – Janeiro – 11 – 13- 18 – 20 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Hinduísmo - Janeiro - 25 e 26 - Espaço Europa Viva - 19: 00
Islamismo – Janeiro – 27 18:30 - Mesquita de Lisboa
Budismo – Fevereiro – 8 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Judaísmo – Março – 21 – às 12:00 – Sinagoga de Lisboa

sábado, janeiro 09, 2010

Missão da Europa Viva

Artigo 3.º
Objecto social
A Associação tem por objecto a promoção, divulgação e reflexão da cultura europeia e dos valores da cidadania, da promoção da solidariedade social e da consciência cívica.
Artigo 4.º
Competências
Para a realização dos seus objectivos, compete à Europa Viva:
a) Promover, realizar e incentivar manifestações culturais, com vista ao desenvolvimento da consciência e da cultura europeia, da cidadania e do valor da solidariedade;
b) Capitalizar o património humano da Associação, para fins de solidariedade social, individual ou colectiva;
c) Actuar a todos os níveis do tecido social, nomeadamente das expressões politicas e económicas, de modo a promover, desenvolver e aprofundar o valor da consciência e da cultura europeia, da cidadania e da solidariedade;
d) Estabelecer parcerias ou outras formas de cooperação, com outras associações, instituições, fundações, movimentos ou quaisquer outras formas de associativismo, nacional ou estrangeiro, de modo a capitalizar o desenvolvimento do seu objecto social.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

História e Cultura da Índia

Dia 10, às 18:30, na Comunidade Hindu, iniciamos o visionamento da obra da BBC sobre História e Cultura da Índia.
Esta iniciativa, pensada e realizada para os participantes da viagem à Índia das Religiões, está aberta a todos os associados da Europa Viva.
Depois do visionamento jantamos na Comunidade.
http://www.youtube.com/watch?v=hk0SnCyMNBI

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Novo comboio que liga Moscovo a Sto.Peterburgo


















Muitos de nós já atravessámos este percurso que liga Moscovo a S.Peterburgo no Flecha Vermelha, geralmente no Verão ou em Maio, sempre ao fim da tarde, mas nunca em Janeiro quando a ferrovia está coberta de neve.
O nosso agente na Russia mandou-nos estas belas fotos tiradas esta semana para podermos apreciar a maravilhosa paisagem russa e, ainda, para podermos visualizar o novo comboio (TGV) que desde o principio do ano liga as duas princiapais cidades russas.

Livros para Timor

Caros amigos,
Alguns sabem e outros nem por isso (e assim aqui vai a notícia) mas estou em Timor a dar aulas na UNTL (Universidade Nacional de Timor Leste) no âmbito de uma colaboração com a ESE do Porto.
Aquilo que vos venho pedir é o seguinte: livros. Não vou dar a grande conversa que é para montar uma biblioteca ou seja o que for, porque não é. O que se passa é o seguinte... não sei muito bem como funcionam as instituições, nem fui mandatada para angariar seja o que for, mas o que é certo é que sou (somos!) muitas vezes abordados na rua por pessoas que desejariam aprender português mas não possuem um livro sequer e vão pedindo, o que é mto bom.
O que é certo é que a minha biblioteca pessoal não suportaria tanta pessão e nem eu, nos míseros 50 quilos a que tive direito na viagem, pude trazer grande coisa para além dos livros de trabalho de que necessito.
COMO MANDAR?
Basta dirigirem-se aos correios (CTT) e mandarem uma encomenda tarifa económica para Timor (insistam porque nem todos os funcionários conhecem este tarifário!) e mandam a coisa por 2,49 EUR. Claro que a encomenda não pode exceder os 2 quilos para poder ser enviada por este preço.
Devem enviar as encomendas em meu nome (Joana Alves dos Santos) para:
Embaixada de Portugal em Díli
Av. Presidente Nicolau Lobato
Edifício ACAIT
Díli - TIMOR LESTE
E O QUE MANDAR?
Mandem por favor livros de ficção, romances, novela, ensaio, livros infantis etc, etc. Evitem gramáticas e manuais escolares. Dicionários, mesmo que um pouquinho desatualizados são bem vindos. Este critério é meu e explico porquê.
Alguns timorenses (estudantes e não só) são um bocado fixados em aprender gramática mas ainda não têm os skills básicos de comunicação.
Parece-me melhor ideia que possam ler outras coisas, deixar-se apaixonar um bocadinho pelas histórias mesmo que não entendam as palavras todas, do que andarem feitos tolinhos a marrar manuais e gramáticas. O caso dos dicionários é outro. Um aluno, por exemplo, usa um dicionário português-inglês para tentar adivinhar o significado das palavras. Como o inglês dele tb não é grande charuto imaginam como é a coisa.
Bom, espero ter vendido bem o peixe do povo timorense. Falam pouco e mal mas na sua grande maioria manifesta simpatia pela língua portuguesa. De qualquer forma isto não vai lá (muito sinceramente) com umas largas dezenas de professores portugueses por cá. É preciso ter a língua a circular em vários meios e suportes.
Espero que respondam ao meu apelo!! Eu por cá andarei sempre com um livrito na carteira para alguém que peça!
Joana Alves dos Santos

Os livros que sobraram da nossa feira vão para Timor

Como imaginam sobraram muitos livros da nossa Feira do Livro. Inspirados neste email que nos foi enviado saibam os nossos associados o destino da nossa ajuda.

Tara Gandhi na Gulbenkian

http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=2314

Ver

http://www.ver.pt/index.aspx

terça-feira, janeiro 05, 2010

Calendário Curso Europa e Religiões

Cristianismo – Janeiro – 11 – 13- 18 – 20 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Hinduísmo - Janeiro - 12 e 19 - 19:00 - Espaço Europa Viva
Islamismo
– Janeiro – 27Mesquita de Lisboa
Budismo
– Fevereiro – 8 – às 19:00 – Espaço Europa Viva
Judaísmo
– Março – 21 – às 12:00 – Sinagoga de Lisboa

Seminário Permanente Saber Europa 2009 - 2010


Recomeça no próximo dia 14 de Janeiro o Seminário Saber Europa com o módulo História da Europa:


Dia 14 de Janeiro - Para uma nova História da Europa – Profº Ernesto Castro Leal Dia 21 de Janeiro - Ideia da Europa nas Culturas Eslavas – Profª Beata Elzbieta Cieszynska

Dia 28 de Janeiro -Ideia da Europa na Cultura Portuguesa – Profº José Eduardo Franco

Dia 4 de Fevereiro – Conferencia a designar - Profº Guilherme Oliveira Martins


O Seminário realiza-se no Espaço Europa Viva às 19:00.


Espaço Europa Viva - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária - Campo Grande

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