quarta-feira, dezembro 23, 2009

Natal na Europa Viva...


DESEJO-VOS A TODOS UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO CHEIO DE SUCESSOS!!!!
Leonor Alves de Matos

Ciclo Cinema e Literatura – Seminário Saber Europa – Sessão Especial – Manhã Submersa - Livro de Vergílio Ferreira – Filme de Lauro António

Assistir a esta sessão especial foi duplamente um privilégio: por um lado, a oportunidade de assistir a mais um filme de elevada qualidade, ainda por cima uma produção nacional, um drama sobre o país que fomos e que, de alguma forma, ainda somos; por outro lado, o facto desta obra nos ser apresentada pelo próprio realizador, o que traz sempre a possibilidade de vislumbrar um pouco do sonho que o animou e das peripécias que fazem parte do “nascimento” da obra, o que é sempre melhor do que qualquer trabalho de crítica ou análise, por muito bom que seja.

Começámos por ver um pequeno documentário sobre Vergílio Ferreira (realizado também por Lauro António), e onde de uma forma muito poética contactamos com a realidade da sua escrita, e percebemos também um pouco melhor o carácter deste homem. Vergílio Ferreira nasceu nas cercanias da Serra da Estrela, entrou para o seminário aos 10 anos de idade (lá permaneceu durante cerca de 6 anos), e terminou depois o seu percurso liceal, entrando na Faculdade de Letras em Coimbra. Tornou-se professor mas era já desde o tempo da faculdade, escritor, ao princípio mais influenciado pela corrente neo-realista, depois mais pela existencialista. Profundamente marcado por esses anos da infância, o seu discurso é quase sempre um olhar sobre a solidão, o silêncio, e a neve e o clima agreste da Serra, metáforas do caminho difícil do Homem no Mundo, ilustram muitas vezes as suas obras.

E é junto à Serra que começa também o nosso filme. As paisagens imensas, o frio que quase transparece do écran, a música majestosa, tudo nos transporta ao estado de alma propício para compreendermos o que se passa no coração do pequeno António, pois é dele a história que se conta. Assim, mergulhamos na vida de António, enviado para o seminário, e retirado sem mais ao convívio da sua família e da vida na aldeia. O abandono que experimenta, a ausência de um acolhimento afectuoso dentro do seminário, os dias impessoais, o discurso assustador de “perdição da alma” e das “tentações demoníacas”, tudo nos é mostrado sem rodeios. Torna-se nosso também o sentir do protagonista, a lenta compreensão de que, na verdade, lhe está a ser roubada toda a sua liberdade, talvez o seu único bem, e sem dúvida o mais precioso. Ao mesmo tempo ficamos a conhecer os padres que no Seminário são os professores, os educadores, os conselheiros, as encarnações da lei e da ordem, e que obedecendo a uma estrutura de séculos, onde as questões não têm lugar, perpetuam o mundo que eles próprios viveram, muitas vezes sem qualquer vocação ou alegria. Temíveis, não inspiram nem o Amor nem a Paz de que fala o Evangelho, mas relembram constantemente o Regulamento, onde a mais pequena falha produz sempre a punição para a qual não há nem misericórdia nem perdão.
E no mundo real, para lá das paredes grossas do seminário, vive o Portugal rural da época (a acção passa-se por volta dos anos 40), onde os pobres lutam pelo bocado de pão do dia a dia, trabalhando no campo de Sol a Sol, ou na fábrica sujeitos a patrões pouco justos, e onde os ricos, aburguesados e decadentes, escolhem fechar os olhos e preferem apenas a manutenção do status quo e da segurança que daí lhes advém. Os senhores são sempre os senhores, e para os pobres não há esperança de mudança.

É este o Portugal em que nasceram os meus pais, o Portugal que projecta ainda algumas sombras sobre o nosso presente, hoje. Porque a mudança não é fácil, nem para um país, nem para um povo, nem para o indivíduo isolado. E no entanto é possível, ainda que fruto do desespero, como aprendemos com António nos minutos derradeiros da “Manhã Submersa”.

©Maria Alexandra Campos

Natal na Europa Viva...


Obrigado à Europa Viva por existir, votos de felicidades e de
actividade fecunda no futuro.
José Tomaz Ferreira

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Grandes Projectos da Europa Viva realizados em 2009


Londres. Exposição Bizâncio.




Ópera, um Itinerário Europeu - Itália - Milão, Verona, Pádua, Vicenza, Veneza, Mantua.



Transmongoliano - Mongólia - Ulaan Baatar - Parque Hustai










Ultima sessão Ciclo Cinema e Literatura




Dia 21 Dezembro às 19:00 na Reitoria da Universidade de Lisboa termina o Ciclo de Cinema e Literatura, um dos módulos do Seminário Saber Europa, um projecto organizado e promovido pela Europa Viva - http://www.europaviva.eu/news/200906_SaberEuropa/


Terminamos o Ciclo com o filme Manhã Submersa, uma realização de Lauro António, o Comissário deste Ciclo de Cinema e Literatura.


Ouvir o Lauro António a conversar sobre o seu filme é, de facto, uma oportunidade única para entender histórias que o cinema teceu ao longo do tempo.


Convidamos todos os associados e leitores do blog, que se interessem por Cinema e pela História do Cinema, a estarem presentes neste encontro.






Ciclo de Cinema e Literatura - Seminário Saber Europa - D. Quixote de La Mancha- Livro de Miguel de Cervantes - Filme de Manuel Gutierrez Aragón




Que dizer sobre um romance como o "D.Quixote"? Este é um daqueles livros que, escrito no longíquo século XVII, se mantém vivo até hoje. O seu carácter universalista torna-o sempre actual e sempre capaz de novas leituras e adaptações. Obra prima da língua espanhola, continua a ser alvo de edições, estudos e traduções, bem como de adaptações cinematográficas, ou de inspiração para outras artes, como a pintura, a escultura, a música ou a ópera. E tudo isto partindo das aventuras e desventuras de certo fidalgo de La Mancha, um pouco entrado em anos, dado mais a leituras de romances de cavalaria do que à administração da sua propriedade, mais disposto a viver uma vida de fantasia do que a enfrentar a realidade, que Miguel de Cervantes criou e cujo o livro começou a ser publicado em 1605. Dom Quixote: um louco para todos excepto para o seu companheiro Sancho Pança, homem rude e humilde, verdadeiro membro do povo, que na sua ingenuidade acompanha o amo, e que vendo o mundo como ele é, vendo moinhos em vez de gigantes, frades em vez de salteadores, pousadas em vez de castelos, fielmente segue a Dom Quixote, mesmo pagando com feridas, fome e tareias essa obediência. Não que Sancho seja parvo: Dom Quixote promete-lhe o cargo de governador de uma ilha, honrarias e moedas de ouro, e é com esse objectivo, o de se tornar igual ao seu senhor, que Sancho permanece constante. Na verdade a crítica de costumes em que Miguel de Cervantes é exímio continua ainda hoje actual: os poderosos vivem em mundos paralelos, têm visões irreais, e os pequenos e simples que percebem melhor o mundo, ainda assim, não confiando em si mesmos, cheios da ambição de se tornarem poderosos, deixam-se levar, sabendo muito bem que vão pagar caro essa escolha.Manuel Gutierrez de Aragón, o cineasta que produziu a versão para televisão de 1991 da qual pudémos ver 2 episódios, transporta para o écran, com muito realismo e humor, a visão crítica de Cervantes, os dois olhares do mundo que ele põe sempre em diálogo e sempre em oposição: o sonhador e idealista por um lado, e o sentido prático e terra a terra, por outro. Coloca-nos no caminho que estes 2 homens tão díspares fazem em conjunto, e torna-nos cúmplices do seu percurso. Também a nossa maneira de viver é hoje feita de contrastes, num equilíbrio difícil entre o sonhado, o possível, a opinião dos outros e a realidade dos dias.







©Maria Alexandra Campos

Ciclo de Cinema e Literatura - Seminário Saber Europa - D. Quixote de La Mancha- Livro de Miguel de Cervantes - Filme de Manuel Gutierrez Aragón

Que dizer sobre um romance como o "D.Quixote"? Este é um daqueles livros que, escrito no longíquo século XVII, se mantém vivo até hoje. O seu carácter universalista torna-o sempre actual e sempre capaz de novas leituras e adaptações. Obra prima da língua espanhola, continua a ser alvo de edições, estudos e traduções, bem como de adaptações cinematográficas, ou de inspiração para outras artes, como a pintura, a escultura, a música ou a ópera. E tudo isto partindo das aventuras e desventuras de certo fidalgo de La Mancha, um pouco entrado em anos, dado mais a leituras de romances de cavalaria do que à administração da sua propriedade, mais disposto a viver uma vida de fantasia do que a enfrentar a realidade, que Miguel de Cervantes criou e cujo o livro começou a ser publicado em 1605. Dom Quixote: um louco para todos excepto para o seu companheiro Sancho Pança, homem rude e humilde, verdadeiro membro do povo, que na sua ingenuidade acompanha o amo, e que vendo o mundo como ele é, vendo moinhos em vez de gigantes, frades em vez de salteadores, pousadas em vez de castelos, fielmente segue a Dom Quixote, mesmo pagando com feridas, fome e tareias essa obediência. Não que Sancho seja parvo: Dom Quixote promete-lhe o cargo de governador de uma ilha, honrarias e moedas de ouro, e é com esse objectivo, o de se tornar igual ao seu senhor, que Sancho permanece constante. Na verdade a crítica de costumes em que Miguel de Cervantes é exímio continua ainda hoje actual: os poderosos vivem em mundos paralelos, têm visões irreais, e os pequenos e simples que percebem melhor o mundo, ainda assim, não confiando em si mesmos, cheios da ambição de se tornarem poderosos, deixam-se levar, sabendo muito bem que vão pagar caro essa escolha.Manuel Gutierrez de Aragón, o cineasta que produziu a versão para televisão de 1991 da qual pudémos ver 2 episódios, transporta para o écran, com muito realismo e humor, a visão crítica de Cervantes, os dois olhares do mundo que ele põe sempre em diálogo e sempre em oposição: o sonhador e idealista por um lado, e o sentido prático e terra a terra, por outro. Coloca-nos no caminho que estes 2 homens tão díspares fazem em conjunto, e torna-nos cúmplices do seu percurso. Também a nossa maneira de viver é hoje feita de contrastes, num equilíbrio difícil entre o sonhado, o possível, a opinião dos outros e a realidade dos dias.

©Maria Alexandra Campos

sexta-feira, dezembro 18, 2009

A Europa Viva, Associação Europeia para a Criatividade e Solidariedade Social, deseja um Santo Natal e um Ano de 2010 cheio de alegria.
Convosco ajudámos a construir um mundo melhor. Convosco continuaremos a dizer ao mundo que o Conhecimento, a Cultura e a Criatividade sãos os principais instrumentos de realização humana, de justiça social e de fundamento para novos modelos de desenvolvimento.


A propósito de 2010


Venho por este meio dizer-vos o quanto é importante para mim a filosofia da Europa Viva pela razão de que o valor que impera é a igualdade social, o respeito pelo individuo como ser, porque ao longo da minha pouca vida os obstáculos não têm sido poucos nem fáceis.
Tenho lutado por um lugar no mundo profissional e procurado constantemente adquirir mais competências e conhecimentos que me possam ajudar a ter uma realização profissional e social melhor.
...Já senti infelizmente racismo na escola profissional que frequentei, pelos formadores e não só, (...) pelo facto de ter um tom de pele mais escuro.
Apesar dessas dificuldades todas sempre lutei e continuo a lutar por um lugar neste mundo e graças a Deus tenho conseguido demonstrar do que sou capaz de fazer (...).
É muito importante para mim saber que existe um lugar para todos e que o respeito a um lugar a dignidade humana é valorada e julgada pela capacidade de trabalho e personalidade e não pelo tom de pele, raça, ideologia e idade.
Sou um jovem que lhes digo que tenho ultrapassado tantas dificuldades profissionais que ainda me julgam pelo meu tom de pele.
Procuro constantemente instruir-me mais e mais e poder melhorar a minha capacidade profissional e humana.


Eduardo Ribeiro

19 de Dezembro

Último dia da Feira do Livro - das 15:00 às 20:00 no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária - Campo Grande.

quinta-feira, dezembro 17, 2009

Natal na Europa Viva...


À Europa Viva e a todos os que com o seu excelente trabalho e empenho fazem-na crescer, diferenciar e afirmar-se desejo um feliz Natal e um excelente 2010.


Clara Ribeiro

Ciclo de cinema e Literatura – Seminário Saber Europa

Termina no próximo dia 21 de Dezembro o Ciclo de Cinema e Literatura integrado no Seminário Saber Europa, comissariado por Lauro António.
Durante oito semanas, às segundas feiras na Reitoria da Universidade de Lisboa, visionámos e ouvimos Lauro António falar sobre um filme, escolhido por si, representanto o melhor da literatura e da cinematografia europeia.
A ideia foi escolher os mais representativos clássicos quer da literatura, quer do cinema, que melhor nos falassem da História e Cultura Europeias.
Unanimemente considero um excelente Ciclo, do qual publicaremos os textos escritos pelo Comissário especialmente para o efeito, resta-nos convidar todos os associados e amigos da Europa Viva a assistirem ao seu encerramento, visionando uma obra de Lauro António - Manhã Submersa tendo o previlégio de poder conversar com o realizador sobre o seu próprio trabalho.
Não podemos encerrar o Ciclo de Cinema e Literatura sem uma palavra de apreço dirigida à Presidente do Conselho Fiscal da Europa Viva, Maria Alexandra Campos, que também ela durante várias semanas produziu textos de excelente qualidade para o nosso blog, de modo a que ninguém, nem mesmo os associados impedidos de comparecer, deixasse de acompanhar, semanalmente, um acontecimento cultural de tão grande qualidade.
Obrigado, por isso, a todos aqueles que nos ajudaram a realizar com êxito, mais um módulo do Seminário Saber Europa: a todos os que participaram e a todos os que nos ajudaram a concretizar a logistica do Ciclo.
O próximos módulos (História e Literatura) terão inicio do próximo mês de Janeiro no Espaço Europa Viva - Edificio C 7 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária, Campo Grande.

India - Cinema


Documentário - Kolkatar Muck – Faces ofKolkata. 2009. 30’
- 17 Dezembro 2009. 20h00.
Auditório B203. ISCTE-IUL
Lisboa, Av. Forças Armadas

quarta-feira, dezembro 16, 2009

“Ciclo de Cinema e Literatura – Seminário Saber Europa – Guerra e Paz – Livro de Leão Tolstói – Filmes de Sergei Bondarchuk e King Vidor




"Guerra e Paz" é uma obra de fôlego da literatura europeia, um dos grandes romances do final do século XIX que a língua e a cultura russas produziram. Foi escrito por um homem que ficou no imaginário colectivo da Rússia como um génio literário, um gigante das letras, reconhecido em todo o mundo não só por este romance, mas também por "Anna Karenina", e com um percurso de produção literária múltipla, feito com novelas, contos, peças de teatro e ensaios. O seu nome é Leão Tolstói. Nasceu em Agosto de 1828, no seio de uma família de tradição aristocrática, estudou direito e línguas orientais, cursos que não acabou, alistou-se no exército e viajou pela Europa em pelo menos 2 ocasiões, morrendo em 1910, retirado do mundo, despojado de tudo, em resultado de uma escolha pessoal de regresso à natureza, uma espécie de um pacifismo radical. Entre 1865 e 1869 escreveu este épico, cheio de inovações literárias, onde reflecte sobre a Guerra e a Paz no contexto das invasões napoleónicas de 1805 e 1812, e onde nos leva numa viagem pela Europa, e na Rússia entre Moscovo e S. Petersburgo, acompanhando as famílias Bezukhov, Rostov e Bolkonsky, entre cerca de 500 outras personagens, que incluem por exemplo o próprio Napoleão. Há uma fusão intencional entre a parte ficcional e o desenrolar dos acontecimentos históricos, pois através deste meio Tolstói sonhava encontrar a "verdade" da História e da narração da mesma para as gerações futuras.
Os dois filmes dos quais pudemos ver uma parte inicial trazem-nos dois olhares diferentes mas muito interessantes da obra. O primeiro de Sergei Bondarchuk data de 1968, e foi uma "produção de regime". Acompanha a própria megalomania do romance: 120.000 figurantes fardados, 8 horas de duração, reprodução quase fiel das cenas com utilização dos espaços dos museus e palácios mencionados no romance, reconstituição histórica o mais fiel possível com uma caracterização psicológica dos personagens certa e segura. Teve uma recepção unânime na época. O segundo filme, realizado por King Vidor, é uma versão de Hollywood de 1956 onde podemos ver grandes nomes: Audrey Hepburn como Natacha, Henry Fonda como Pierre e Mel Ferrer como Andrei. Sendo uma versão mais condensada não é de todo superficial na abordagem e leva-nos igualmente para dentro da reflexão de Tolstói: O que move os homens para a Guerra? Que preço pagam os soldados? E as nações? E o que ganham? Honra e glória? Morte e desventura? E o que é maior: a ânsia de grandes feitos que ficarão inscritos para a posteridade, a amizade verdadeira, os laços de sangue e de família, o amor de uma mulher ou de um filho?“


Maria Alexandra Campos

terça-feira, dezembro 15, 2009


IV Curso Europa e Religiões


Tem inicio no próximo dia 11 de Janeiro o IV Curso Europa e Religiões desta vez integrado no contexto cultural da viagem à Índia (das Religiões).

O Curso realiza-se no Espaço Europa Viva no Edificio C 7 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa na cidade Universitária - Campo Grande.


http://www.europaviva.eu/news/200912_CursoReligioes2010/

Criatividade....

http://create2009.europa.eu/fileadmin/Content/Downloads/PDF/Manifesto/manifesto.pt.pdf

Universidade do Porto - Formação Contínua

De 19 de Abril a 7 de Junho - das das 19,30 às 22,30
Pensamento Crítico Contemporâneo:

- Jacques Lacan
- Michel Foucault
- Jacques Derrida
- Judith Butler
- Giorgio Agamben
- Slavoj Zizek
- Jean Baudrillard
- Jean-François Lyotard

Formador: Prof. Vítor Oliveira Jorge, catedrático da FLUP
vojorge@clix.pt
http://trans-ferir.blogspot.com
http://www.facebook.com/people/Vitor-Manuel-Oliveira-Jorge/1731452550

O curso funciona com um mínimo de 12 inscritos, mas tem também um plafond de inscrições...
Faça a sua inscrição através de - Serviço de Gestão Académica -
Sector de Formação ContínuaVia Panorâmica, s/nº 4150-564 Porto
Telef: 226077152
Horário Atendimento: 10h00 às 16h00

COMUNIDADE DE SANT’EGÍDIO

OFEREÇA O ALMOÇO DE NATAL A UM SEM-ABRIGO

A Comunidade de Sant’Egídio é uma instituição de solidariedade social, sem fins lucrativos, que presta assistência diária aos mais necessitados:
Idosos que vivem em situação precária sem qualquer apoio;
Crianças de bairros sociais;
Sem-abrigos
e vive exclusivamente da boa vontade e da ajuda de amigos e de voluntários.

Mais uma vez estamos a organizar o almoço de Natal, que terá lugar no dia 25 de Dezembro, pelas 13h00, no mercado da Ribeira, em Lisboa. Nesse dia tão importante em que a solidão é mais sentida precisamos da ajuda de todos para que aqueles que acompanhamos diariamente possam ter um almoço em família e sentirem que não são esquecidos. Contamos com cerca de quinhentos participantes.

Para que possamos realizar esta iniciativa pedimos que nos faça chegar aquilo que necessitamos para o almoço: grão cozido, bacalhau (se possível demolhado), azeite, chouriço, sumos (coca-cola, laranjada, entre outros), açúcar, chá, café, maionese, chocolates, batatas fritas palha e ainda pratos de papel rasos e de sopa, talheres e copos de plástico.

Se estiver interessado em ajudar-nos nesta caminhada informamos que este anos as ofertas poderão ser entregues na Associação Cais (Rua do Vale Formoso de Cima, nº 49-55 Lisboa), de 2ª a 6ª feira, das 9h00 às 18h00. Junto enviamos o respectivo croqui.

Para nos contactar poderá fazê-lo através dos números: 919960961 (Conceição Pape
conceicaopape@hotmail.com) 91777444 (Teresa Siqueira teresacsiqueira@hotmail.com).


Com os melhores cumprimentos da Comunidade de Sant’Egídio.

domingo, dezembro 13, 2009

Seminário Saber Europa - Ciclo de Cinema e Literatura

14 de Dezembro na Reitoria da Universidade de Lisboa às 18:30 - Dom Quixote, um filme de Tomas Aragon.
21 de Dezembro na Reitoria da Universidade de Lisboa às 18:30 a Manhã Submersa, um filme de Lauro António.
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