segunda-feira, novembro 12, 2007
domingo, novembro 11, 2007
Artigo 4 Declaração Universal dos Direitos do Homem
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.
Projecto Casa da Memória
Programação Casa da Memória 2007- 2008
Módulo Judaismo - Curso Europa e Religiões
27 de Novembro - Anfiteatro I, Profª Esther Muczink, Faculdade de Letras
(só participantes do Curso)
Dia 2 de Dezembro: visita Sinagoga de Lisboa, 11:00
Entrada Livre a todos os associados Europa Viva
Encontro de Cinema
(parceria entre Europa Viva e Licenciatura de Estudos Europeus, comemoração Tratado de Lisboa, iniciativa e organição Europa Viva
Dia 13 de Dezembro, 17:00, Anfiteatro III, Faculdade de Letras: passagem do filme Wainting for Europe, realizado por Christine Reeh, vencedor de dois prémios importantes (BEST INTERNATIONAL DOCUMENTARY - do New York International Independent Film and Video Festival e o Grande Prémio Erasmus EuroMedia Awards 2007)
O filme será seguido de um debate que conta com a participação de várias personalidades e insvestigadores ligados à União Europeia e às migrações.
Entrada Livre
Ciclo das Grandes Lições
18:00, Anfiteatro I, Faculdade de Letras, entrada livre
Dia 5 de Dezembro - conferencista:Vitor Belanciano, antropólogo, critico de música, As tendencias contemporâneas da música
;
Dia 10 de Janeiro: APAV, CRUZ VERMELHA E BANCO ALIMENTAR falam de Voluntariado, hoje;
Dia 24 de Janeiro: Sandra Martinho, professora universitária, fundadora de E-value, Alterações Climáticas, somos responsáveis?
Dia 12 de Março: Aida Chamiça, especialista em Coaching e em Inteligência Emocional, Enfrentar os desafios do futuro com inteligência [emocional]
Curso Video, ver programa e horário www.europaviva.eu
Formador Carlos Vieira - acreditado pelas Nações Unidas como operador permanente, fotojornalista, especialista em video
Módulo Judaismo - Curso Europa e Religiões
27 de Novembro - Anfiteatro I, Profª Esther Muczink, Faculdade de Letras
(só participantes do Curso)
Dia 2 de Dezembro: visita Sinagoga de Lisboa, 11:00
Entrada Livre a todos os associados Europa Viva
Encontro de Cinema
(parceria entre Europa Viva e Licenciatura de Estudos Europeus, comemoração Tratado de Lisboa, iniciativa e organição Europa Viva
Dia 13 de Dezembro, 17:00, Anfiteatro III, Faculdade de Letras: passagem do filme Wainting for Europe, realizado por Christine Reeh, vencedor de dois prémios importantes (BEST INTERNATIONAL DOCUMENTARY - do New York International Independent Film and Video Festival e o Grande Prémio Erasmus EuroMedia Awards 2007)
O filme será seguido de um debate que conta com a participação de várias personalidades e insvestigadores ligados à União Europeia e às migrações.
Entrada Livre
Ciclo das Grandes Lições
18:00, Anfiteatro I, Faculdade de Letras, entrada livre
Dia 5 de Dezembro - conferencista:Vitor Belanciano, antropólogo, critico de música, As tendencias contemporâneas da música
;
Dia 10 de Janeiro: APAV, CRUZ VERMELHA E BANCO ALIMENTAR falam de Voluntariado, hoje;
Dia 24 de Janeiro: Sandra Martinho, professora universitária, fundadora de E-value, Alterações Climáticas, somos responsáveis?
Dia 12 de Março: Aida Chamiça, especialista em Coaching e em Inteligência Emocional, Enfrentar os desafios do futuro com inteligência [emocional]
Curso Video, ver programa e horário www.europaviva.eu
Formador Carlos Vieira - acreditado pelas Nações Unidas como operador permanente, fotojornalista, especialista em video
sábado, novembro 10, 2007
Criticos, Criativos e Cuidantes
Críticos, criativos, cuidantes
Já se disse acertadamente que educar não é encher uma vasilha vazia mas acender uma luz. Em outras palavras, educar é ensinar a pensar e não apenas ensinar a ter conhecimentos. Estes nascem do hábito de pensar com profundidade. Hoje em dia conhecemos muito mas pensamos pouco o que conhecemos. Aprender a pensar é decisivo para nos situar autonomamente no interior da sociedade do conhecimento e da informação. Caso contrário, seremos simples caudatários dela, condenados a repetir modelos e fórmulas que se superam rapidamente. Para pensar, de verdade, precisamos ser críticos, criativos e cuidantes.
Somos críticos quando situamos cada texto ou evento em seu contexto biográfico, social e histórico. Todo conhecimento envolve também interesses que criam ideologias que são formas de justificação e também de encobrimento. Ser crítico é tirar a máscara dos interesses excusos e trazer à tona conexões ocultas. A crítica boa é sempre também auto-crítica. Só assim se abre espaço para um conhecimento que melhor corresponde ao real sempre cambiante. Pensar criticamente é dar as boas razões para aquilo que queremos e também implica situar o ser humano e o mundo no quadro geral das coisas e do universo em evolução.
Somos criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos maneiras surpreendentes de expressar a nós mesmos e de pronunciar o mundo; quando estabelecemos conexões novas, introduzimos diferenças sutis, identificamos potencialidades da realidade e propomos inovações e alternativas consistentes. Ser criativo é dar asas à imaginação "a louca da casa" que sonha com coisas ainda não ensaiadas mas sem esquecer a razão que nos segura ao chão e nos garante o sentido das mediações.
Somos cuidantes quando prestamos atenção aos valores que estão em jogo, atentos ao que realmente interessa e preocupados com o impacto que nossas idéias e ações podem causar nos outros. Somos cuidantes quando não nos contentamos apenas em classificar e analisar dados, mas quando discernimos atrás deles, pessoas, destinos e valores. Por isso, somos cuidantes quando distinguimos o que é urgente e o que não é, quando estabelecemos prioridades e aceitamos processos. Em outras palavras, ser cuidante é ser ético, pessoa que coloca o bem comum acima do bem particular, que se responsabiliza pela qualidade de vida social e ecológica e que dá valor à dimensão espiritual, importante para o sentido da vida e da morte.
A tradição iluminista de educação tem enfatizado muito a dimensão crítica e criativa e menos a cuidante. Esta é hoje urgente. Se não formos coletivamente cuidantes esvaziaremos a crítica e a criatividade e podemos pôr tudo a perder, o bem viver em sociedade com justiça mínima e paz necessária e as as condições da biosfera sem as quais não há vida. Albert Einstein despertou para a dimensão cuidante de todo saber quando Krishnamurti o interpelou: Em que medida, Sr. Einstein, a sua teoria da relatividade ajuda a minorar o sofrimento humano? Einstein, perplexo, guardou nobre silêncio. Mas mudou. A partir dai se comprometeu pela paz e contra as armas nucleares. Em todos os âmbitos da vida, precisamos de pessoas críticas, criativas e cuidantes. É condição para uma cidadania plena e para uma sociedade que sempre se renova. Tarefa da educação hoje é criar tal tipo de pessoas.
Leonardo Boff
(Texto enviado por Lurdes Fidalgo, doutora em Ciências Biomédicas no ICBAS da Universidade do Porto, investigadora nos dominios da educação e psicologia discursiva)
Já se disse acertadamente que educar não é encher uma vasilha vazia mas acender uma luz. Em outras palavras, educar é ensinar a pensar e não apenas ensinar a ter conhecimentos. Estes nascem do hábito de pensar com profundidade. Hoje em dia conhecemos muito mas pensamos pouco o que conhecemos. Aprender a pensar é decisivo para nos situar autonomamente no interior da sociedade do conhecimento e da informação. Caso contrário, seremos simples caudatários dela, condenados a repetir modelos e fórmulas que se superam rapidamente. Para pensar, de verdade, precisamos ser críticos, criativos e cuidantes.
Somos críticos quando situamos cada texto ou evento em seu contexto biográfico, social e histórico. Todo conhecimento envolve também interesses que criam ideologias que são formas de justificação e também de encobrimento. Ser crítico é tirar a máscara dos interesses excusos e trazer à tona conexões ocultas. A crítica boa é sempre também auto-crítica. Só assim se abre espaço para um conhecimento que melhor corresponde ao real sempre cambiante. Pensar criticamente é dar as boas razões para aquilo que queremos e também implica situar o ser humano e o mundo no quadro geral das coisas e do universo em evolução.
Somos criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos maneiras surpreendentes de expressar a nós mesmos e de pronunciar o mundo; quando estabelecemos conexões novas, introduzimos diferenças sutis, identificamos potencialidades da realidade e propomos inovações e alternativas consistentes. Ser criativo é dar asas à imaginação "a louca da casa" que sonha com coisas ainda não ensaiadas mas sem esquecer a razão que nos segura ao chão e nos garante o sentido das mediações.
Somos cuidantes quando prestamos atenção aos valores que estão em jogo, atentos ao que realmente interessa e preocupados com o impacto que nossas idéias e ações podem causar nos outros. Somos cuidantes quando não nos contentamos apenas em classificar e analisar dados, mas quando discernimos atrás deles, pessoas, destinos e valores. Por isso, somos cuidantes quando distinguimos o que é urgente e o que não é, quando estabelecemos prioridades e aceitamos processos. Em outras palavras, ser cuidante é ser ético, pessoa que coloca o bem comum acima do bem particular, que se responsabiliza pela qualidade de vida social e ecológica e que dá valor à dimensão espiritual, importante para o sentido da vida e da morte.
A tradição iluminista de educação tem enfatizado muito a dimensão crítica e criativa e menos a cuidante. Esta é hoje urgente. Se não formos coletivamente cuidantes esvaziaremos a crítica e a criatividade e podemos pôr tudo a perder, o bem viver em sociedade com justiça mínima e paz necessária e as as condições da biosfera sem as quais não há vida. Albert Einstein despertou para a dimensão cuidante de todo saber quando Krishnamurti o interpelou: Em que medida, Sr. Einstein, a sua teoria da relatividade ajuda a minorar o sofrimento humano? Einstein, perplexo, guardou nobre silêncio. Mas mudou. A partir dai se comprometeu pela paz e contra as armas nucleares. Em todos os âmbitos da vida, precisamos de pessoas críticas, criativas e cuidantes. É condição para uma cidadania plena e para uma sociedade que sempre se renova. Tarefa da educação hoje é criar tal tipo de pessoas.
Leonardo Boff
(Texto enviado por Lurdes Fidalgo, doutora em Ciências Biomédicas no ICBAS da Universidade do Porto, investigadora nos dominios da educação e psicologia discursiva)
sexta-feira, novembro 09, 2007
A Alma Russa e a Identidade Europeia, um texto de Sérgio Hipólito
A ALMA RUSSA E A IDENTIDADE EUROPEIA
O forte nacionalismo russo sempre tentou encobrir o que a mim não me deixa dúvidas: a cultura russa é parte integrante da identidade europeia, da mesma forma que não se pode compreender o país dos czares ignorando a sua “costela” europeísta. Nomes muito destacados, como Alexandr Pushkin, Pedro, o Grande, ou Leo Tolstoy, foram educados segundo paradigmas europeus (sobretudo franceses) e passaram períodos da sua vida a viajar por toda a Europa para melhor tomarem contacto com a arte, a literatura e a ciência que despontavam. Mas foram também russos como aqueles aqui referidos que nos deixaram obras tão incontornáveis como “Guerra e Paz”, ou que mandaram edificar a própria S. Petersburgo, talvez uma das mais belas cidades russas, mas certamente a mais europeia entre todas elas.
Recentemente, tomei contacto com outra figura que apenas consolidou a minha certeza sobre a forte presença de traços russos na alma europeia: Piotr Ilich Tchaikovsky. Não desejo entrar muito nos detalhes da sua vida, mas há um episódio que revela a dimensão da sua figura. Quando o nome de Tchaikovsky já era conhecido por toda a Europa, os defensores do tal espírito nacionalista russo, liderados por outro famoso compositor, Glinka, tentaram “agarrar” a criatividade de Tchaikovsky e pô-la ao serviço da criação de uma música puramente russa que se queria livre de qualquer tipo de influência estrangeira. Mas o espírito cosmopolita e (porque não dizê-lo, por mais que custe aos russos?) o espírito europeu de Tchaikovsky levaram-no a rejeitar esta proposta. Pelo contrário, o compositor continuou a insistir na notável fusão de sons que marca a sua obra, e que junta o melhor da música russa com as influências da mais erudita música clássica que se fazia no coração da Europa.
Ainda hoje, qualquer adolescente “embriagado” nos novos sons urbanos consegue reconhecer as mais famosas composições de Tchaikovsky, como “O Quebra-Nozes” ou mesmo “O Lago dos Cisnes”, da mesma forma que reconhece obras tão simbólicas como a 7ª Sinfonia de Mozart, ou a 9ª Sinfonia de Beethoven. E essa é a maior prova do profundo jogo de influências entre a “alma russa” e a identidade europeia. Por muito que o nacionalismo russo o tente negar.
Sérgio Hipólito
Mestrando de Estudos Europeus,
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Estagiário na OIT em Lisboa
A Europa Viva como plataforma criativa...
Nascemos para construir «real» e para inscrever na história uma narrativa criativa. Não estaremos a cumprir a nossa missão se não nos posicionarmos como plataforma através da qual a massa criativa dos jovens portugueses possa expressar-se. Obviamente que o cumprimentos desta missão será tanto mais abrangente quanto maior for a nossa capacidade financeira para suportar mecanismos que ajudem a constuir esta plataforma, que por seu turno será tanto maior, quanto maior for a nossa capacidade de produzir «real».
Ao abrirmos o projecto Europa Viva aos mestrandos de Estudos Europeus da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, nesta fase preliminar da abertura da instituição ao mundo universitário, já que queremos chegar a outras Faculdades de outras Universidades, estamos a cumprir um dos nossos desígnios fundamentais: contribuir para a divulgação do pensamento dos jovens pensadores.
Trata-se pois de um momento muito importante do crescimento da nossa instituição que a Direcção não pode deixar de partilhar com a sua massa associativa e com todos os leitores do nosso blog.
Ao abrirmos o projecto Europa Viva aos mestrandos de Estudos Europeus da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, nesta fase preliminar da abertura da instituição ao mundo universitário, já que queremos chegar a outras Faculdades de outras Universidades, estamos a cumprir um dos nossos desígnios fundamentais: contribuir para a divulgação do pensamento dos jovens pensadores.
Trata-se pois de um momento muito importante do crescimento da nossa instituição que a Direcção não pode deixar de partilhar com a sua massa associativa e com todos os leitores do nosso blog.
Parceria Europa Viva - Licenciatura de Estudos Europeus
Os alunos de mestrado em Estudos Europeus da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vão começar a ajudar a construir o nosso blog.
Até aqui fomos um blog meramente informativo, funcionámos apenas como «jornal» do projecto associativo e de todos os programas que compõem a nossa agenda cultural. Claro que vamos continuar a desempenhar preferencialmente esta vocação: isto é, a responder diáriamente, ás perguntas, quem somos? O que fazemos? Como? E com quem...
Só que a par da componente informativa, que constituirá como já se disse, o núcleo central do blog, vamos criar espaços de formação cultural ligados ás problemáticas das matrizes culturais europeias, da história da cultura europeia, do pensamento contemporãneo europeu, das instituições europeias, da cidadania europeia, enfim de um vasto conjunto de matérias, que os alunos e investigadores de estudos europeus estarão na primeira linha para os poder trabalhar.
Ainda este ano começaremos a colar os seus posts. Ser-vos-à oportunamente comunicada a ficha técnica dos novos colaboradores.
Até aqui fomos um blog meramente informativo, funcionámos apenas como «jornal» do projecto associativo e de todos os programas que compõem a nossa agenda cultural. Claro que vamos continuar a desempenhar preferencialmente esta vocação: isto é, a responder diáriamente, ás perguntas, quem somos? O que fazemos? Como? E com quem...
Só que a par da componente informativa, que constituirá como já se disse, o núcleo central do blog, vamos criar espaços de formação cultural ligados ás problemáticas das matrizes culturais europeias, da história da cultura europeia, do pensamento contemporãneo europeu, das instituições europeias, da cidadania europeia, enfim de um vasto conjunto de matérias, que os alunos e investigadores de estudos europeus estarão na primeira linha para os poder trabalhar.
Ainda este ano começaremos a colar os seus posts. Ser-vos-à oportunamente comunicada a ficha técnica dos novos colaboradores.
quinta-feira, novembro 08, 2007
Texto e fotografias de Lurdes Fidalgo...no Douro, Novembro 2007
Os cheiros. O cheiro a marmelos, a marmelada doce, a azeitonas verdes, a ervas que um vento suave alisava como se fossem cabelos... Mas também a falta de água. O Douro quase seco...
Texto e fotografias de Lurdes Fidalgo...no Douro, Novembro 2007
Trás-os-Montes... Os cheiros. O cheiro a marmelos, a marmelada doce, a azeitonas verdes, a ervas que um vento suave alisava como se fossem cabelos...
quarta-feira, novembro 07, 2007
Seminário Associativismo e Cultura Cívica
Vamos apresentar a nossa Associação e o nosso modelo associativo no seminário Associativismo e Cultura Civica dado ao mestrado de Estudos Europeus.
Dia 7, 18:15, Faculdade de Letras de Lisboa.
Dia 7, 18:15, Faculdade de Letras de Lisboa.
terça-feira, novembro 06, 2007
Declaração Universal dos Direitos do Homem - Artigo 3
Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Nota - oficinas do mundo
Por motivos que se prendem com a gestão dos espaços disponíveis para as actividades da Europa Viva temos que alterar a data de inicio das Oficinas do Mundo prevista para 14 de Novembro com um encontro intitulado ver, ler e ouvir o mundo.
Estamos a pensar iniciar o projecto ainda em Dezembro caso a Junta de Freguesia da Penha de França dê o seu acordo em tempo oportuno.
Serão informados atempadamente sobre esta decisão.
Estamos a pensar iniciar o projecto ainda em Dezembro caso a Junta de Freguesia da Penha de França dê o seu acordo em tempo oportuno.
Serão informados atempadamente sobre esta decisão.
Curso Europa e Religiões - Salas Módulo Cristianismo
Salas destinadas ao módulo do Cristianismo:
Dia 6 de Dezembro Sala 2.15 - Cristianismo
Dia 7 de Dezembro anfiteatro IV - Protestantismo
Dia 11 de Dezembro anfiteatro III - Ortodoxia
Dia 18 de Dezembro Sala 5/2 - Catolicismo
Dia 6 de Dezembro Sala 2.15 - Cristianismo
Dia 7 de Dezembro anfiteatro IV - Protestantismo
Dia 11 de Dezembro anfiteatro III - Ortodoxia
Dia 18 de Dezembro Sala 5/2 - Catolicismo
Calendário - Grandes Lições
Dia 5 de Dezembro - As tendencias da musica nas sociedades contemporâneas, Vitor Balenciano, antropólogo e jornalista
Dia 10 de Janeiro - O voluntariado, Hoje - APAV, CRUZ VERMELHA, BANCO ALIMENTAR
Dia 14 de Janeiro - Alterações Climáticas, somos responsáveis? Sandra Martinho, professora universitária, conferencista e fundadora da Evalue;
Dia 12 de Março - Enfrentar os desafios do futuro com inteligência [emocional], Aida Chamiça, especialista em Coaching e em Inteligência Emocional
Nota: As Grandes Lições têm lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 18:00 em sala a anunciar.
Entrada livre
Dia 10 de Janeiro - O voluntariado, Hoje - APAV, CRUZ VERMELHA, BANCO ALIMENTAR
Dia 14 de Janeiro - Alterações Climáticas, somos responsáveis? Sandra Martinho, professora universitária, conferencista e fundadora da Evalue;
Dia 12 de Março - Enfrentar os desafios do futuro com inteligência [emocional], Aida Chamiça, especialista em Coaching e em Inteligência Emocional
Nota: As Grandes Lições têm lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 18:00 em sala a anunciar.
Entrada livre
domingo, novembro 04, 2007
Artigo 2 Declaração Universal dos Direitos do Homem
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.
Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.
Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.
sábado, novembro 03, 2007
sexta-feira, novembro 02, 2007
Artigo 1 da Declaração Universal dos Dtos do Homem
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
60 anos da Declaração universal dos Direitos do Homem
Mary Robinson foi Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ex Presidente da República da Irlanda e é actualmente Presidente da Ethical Globalization Initiative.
A senhora Robinson esteve em Portugal como oradora principal do Forum da OIT dedicado ao trabalho digno para uma globalização justa e lançou um apelo aos Estados, Governos e representantes da sociedade civil: que empreendessem acções para comemorarmos todos, a nivel global, a Declaração dos Direitos do Homem que fará 60 anos em 10 de Dezembro de 2008.
Ouvimos atentamente a declaração de Mary Robinson e aqui estamos a comprometer-nos com as comemorações dos 60 anos da Carta Fundamental dos Direitos Humanos. Faremos o que estiver ao nosso alcançe para a divulgar e promover.
A senhora Robinson esteve em Portugal como oradora principal do Forum da OIT dedicado ao trabalho digno para uma globalização justa e lançou um apelo aos Estados, Governos e representantes da sociedade civil: que empreendessem acções para comemorarmos todos, a nivel global, a Declaração dos Direitos do Homem que fará 60 anos em 10 de Dezembro de 2008.
Ouvimos atentamente a declaração de Mary Robinson e aqui estamos a comprometer-nos com as comemorações dos 60 anos da Carta Fundamental dos Direitos Humanos. Faremos o que estiver ao nosso alcançe para a divulgar e promover.
quinta-feira, novembro 01, 2007
O Teatro na Grécia Antiga...
Porque se trata de uma viagem muito especial, como calculam não existem muitas oportunidades de usufruirmos da companhia do Professor José Pedro Serra numa visita à chamada Grande Grécia, e já que existe um numero muito grande de professores universitários interessados em ouvir o «mestre», pedimos aos associados da Europa Viva que manifestem o mais depressa possivel o desejo de fazerem esta viagem.
Módulo Judaismo - 27 de Novembro
A parte teórica do módulo do judaísmo ministrado por Esther Muznick é dado no Anfiteatro I da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, das 18:30 às 21:00.
quarta-feira, outubro 31, 2007
Seminário Associativismo e Cultura Civica
"Associativismo e Cultura Cívica" é o nome de um Seminário de Mestrado de Estudos Europeus da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
A Presidente da Europa Viva foi convidada para apresentar o projecto Europa Viva aos alunos através do modelo de conferencia.
Este seminário é dia 7 de Novembro de 2007.
A Presidente da Europa Viva foi convidada para apresentar o projecto Europa Viva aos alunos através do modelo de conferencia.
Este seminário é dia 7 de Novembro de 2007.
Oficinas do Mundo...
Novo programa da Europa Viva. Depois de um ano e meio de trabalho, o projecto Europa em Movimento, dispõem de todo um património (de saber) que tem por obrigação de o colocar ao serviço da massa associativa. Assim, vamos começar no próximo dia 14 de Novembro a «ler,ver, ouvir o mundo» na Junta de Freguesia da Penha de França.
terça-feira, outubro 30, 2007
segunda-feira, outubro 29, 2007
Módulo Judaísmo
Calendário definitivo módulo judaísmo:
27 Novembro,18:30,Faculdade de Letras de Lisboa;
02 Dezembro, 11:00, Sinagoga de Lisboa
27 Novembro,18:30,Faculdade de Letras de Lisboa;
02 Dezembro, 11:00, Sinagoga de Lisboa
Cinema Europeu...

Estamos a preparar uma iniciativa ligada ao cinema europeu para Dezembro (aquando da assinatura do Tratado de Roma) numa parceria entre a Europa Viva, a C.R.I.M produções e a Faculdade de Letras, que consistirá em projectar dois filmes (Wainting for Europe) ligados a temáticas relacionadas com a calendarização das actividades da nossa Associação.
Brevemente daremos mais noticias a este respeito.
O filme "Waiting for Europe/À espera da Europa", da realizadora alemã Christine Reeh, foi nomeado para o Erasmus Euromedia Awards 2007, um prémio da European Society for Education and Communication, ESEC.
Waiting for Europe ganhou o prémio Erasmus Euromedia Awards 2007. Christine Reeh aceitou o convite que a Europa Viva lhe dirigiu para projectar o seu filme e numa mesa redonda podermos discutir os temas que apresenta para reflexão...relacionados sobretudo com a mobilidade europeia.
domingo, outubro 28, 2007
A propósito da cimeira Europa - Russia
Um dos projectos da Europa Viva, o Europa em Movimento, www.europaemmovimento.eu, inclui justamente dois itinerários na Russia e sobre a Russia. Um, o Comboio de Ana Karenina, é um programa de raiz literária, que liga duas cidades, Moscovo-S.Peterburgo, e visa sobretudo, contextualizar a cultura russa na geografia europeia. O outro programa, a Rota da Memória, os totalitarismos do século XX, do qual faz parte o transmongoliano, obriga-nos a um exercicio de memória sobre o passado recente da actual Federação Russa, levando-nos a percorrer de comboio e durante 6 dias uma parte substâncial do território Russo.
Os associados e amigos da Europa Viva que fazem estes projectos ficam a conhecer relativamente bem a Russia contemporânea e transportam na memória alguns quadros históricos e sociais da sua história recente.
A Russia é o maior país do mundo. Demoramos mais tempo a atravessar a Russia (de Moscovo a Irkustk) do que a ir da Sibéria a Pequim de comboio. Quem conhece Moscovo e S.Peterburgo constata o quanto a sociedade russa se abriu ao mundo na última década e avalia no terreno a ansiedade do povo russo em voltar a ocupar um lugar na História, agora que as convulsões económicas e sociais provocadas pela desagregação do império comunista parecem ter suavizado.
Os russos não se sentem europeus nem suportam que os entendamos como parte da cultura europeia. Não foi por acaso que S.Peterburgo (Leninegrado), a mais europeia de todas as cidades russas, foi absolutamente esquecida (e ainda bem) na construção da geografia de alma do homem soviético. Na construção do «homem novo soviétivo» não coube a alma europeia.
Por isso, quem sai de Moscovo e atravessa o país real vê-se imerso numa paisagem geográfica e humana profundamente desoladora, sem sintomas de futuro, absolutamente estática, e dissonante dos actuais protagonistas mundiais do nosso tempo.
Sabemos bem o papel que a Federação Russa desempenha a nível mundial na produção das energias fósseis. A Russia produz o mesmo numero de barris de petróleo que a Arábia Saudita, a única diferença, explicava Nuno Ribeiro da Silva, especialista em energia, no Expresso da Meia Noite (sic-noticias, 2007.Out.26) é que a Russia consume grande parte do petróleo que produz. E sabemos igualmente o papel fundamental que a Russia desempenha na questão europeia da produção e consumo do gáz natural.
O que a maioria das pessoas não conhece, e isso estou certa, é a Russia profunda, a Russia dos homens e das mulheres que sobrevivem na Sibéria profunda, teimando vencer a tirania da geografia natural, e já tão perto da Euro-Ásia.
Os associados e amigos da Europa Viva que fazem estes projectos ficam a conhecer relativamente bem a Russia contemporânea e transportam na memória alguns quadros históricos e sociais da sua história recente.
A Russia é o maior país do mundo. Demoramos mais tempo a atravessar a Russia (de Moscovo a Irkustk) do que a ir da Sibéria a Pequim de comboio. Quem conhece Moscovo e S.Peterburgo constata o quanto a sociedade russa se abriu ao mundo na última década e avalia no terreno a ansiedade do povo russo em voltar a ocupar um lugar na História, agora que as convulsões económicas e sociais provocadas pela desagregação do império comunista parecem ter suavizado.
Os russos não se sentem europeus nem suportam que os entendamos como parte da cultura europeia. Não foi por acaso que S.Peterburgo (Leninegrado), a mais europeia de todas as cidades russas, foi absolutamente esquecida (e ainda bem) na construção da geografia de alma do homem soviético. Na construção do «homem novo soviétivo» não coube a alma europeia.
Por isso, quem sai de Moscovo e atravessa o país real vê-se imerso numa paisagem geográfica e humana profundamente desoladora, sem sintomas de futuro, absolutamente estática, e dissonante dos actuais protagonistas mundiais do nosso tempo.
Sabemos bem o papel que a Federação Russa desempenha a nível mundial na produção das energias fósseis. A Russia produz o mesmo numero de barris de petróleo que a Arábia Saudita, a única diferença, explicava Nuno Ribeiro da Silva, especialista em energia, no Expresso da Meia Noite (sic-noticias, 2007.Out.26) é que a Russia consume grande parte do petróleo que produz. E sabemos igualmente o papel fundamental que a Russia desempenha na questão europeia da produção e consumo do gáz natural.
O que a maioria das pessoas não conhece, e isso estou certa, é a Russia profunda, a Russia dos homens e das mulheres que sobrevivem na Sibéria profunda, teimando vencer a tirania da geografia natural, e já tão perto da Euro-Ásia.
sexta-feira, outubro 26, 2007
O Teatro na Grécia Antiga - Viagem à Sicilia - Junho 2008
José Pedro Serra, sócio fundador da Europa Viva, professor universitário, investigador, Prémio Pen 2007, comissaria a viagem que vamos realizar em Junho de 2008 à Sicilia sob o signo do teatro - O Teatro na Grécia Antiga - entre os dias 7 e 14.
Trata-se de uma viagem que nos levará às profundezas da tragédia, da tragédia grega, a Siracusa, onde vamos assistir a 2 peças de teatro, e claro, a Taormina e a Agrigento.
José Pedro Serra será o nosso guia e conferencista.
Trata-se de uma viagem que nos levará às profundezas da tragédia, da tragédia grega, a Siracusa, onde vamos assistir a 2 peças de teatro, e claro, a Taormina e a Agrigento.
José Pedro Serra será o nosso guia e conferencista.
Europa e Religiões - 1 módulo já concluído
Concluimos o 1º módulo do Curso Europa e Religiões dedicado ao budismo.
quinta-feira, outubro 25, 2007
George Steiner na Gulbenkian - A Ciência terá limites?
George Steiner, professor universitário e um dos maiores enciclopedistas vivos, senão mesmo o maior, autor de uma vasta obra publicada em português, sobretudo pela Relógio d'Àgua, embora tenha sido a Gradiva a editar um dos seus últimos livros, A Ideia de Europa; George Steiner, dizia eu, entra mansamente no auditório I da Fundação Gulbenkian agarrado ao seu cachimbo, e na companhia de Rui Vilar, Presidente da Fundação, para abrir um ciclo de conferencias, pensado por ele, Steiner, cuja designação ficou conhecida por A Ciência Terá Limites?
Steiner cerrou os olhos na alcatifa côr de champangne da Fundação, indiferente à presença dos jornalistas, por quem aliás, não nutre estima aparente, e ouve sereno, as palavras de Rui Vilar sobre o seu imenso saber, quase imperturbável.
George Steiner lê com a voz do pensador. Pára frequentemente para contar «estórias» sempre relacionadas com a magna história - A Ciência Terá Limites? -dirigindo-se sempre para o essencial da sua intervenção: o saber é finito, a ciência está dividida até ao pormenor, e a própria matemática move-se em axiomas, eles mesmos finitos.
Steiner quis deixar tudo em aberto...mas foi lembrando que a cosmologia é infantil quando não autoriza que se pergunte, mas afinal, o que existia antes do Big Bang? Ou que não suporta a ideia de saber que milhões de crianças morrem de fome diáriamente mas os governos continuam a gastar milhões de euros na investigação nuclear, e que ainda que a ciencia avançe, e claro, é muito bom que nunca deixe de avançar, o essencial da resposta ao que somos, viverá sempre noutro lugar.
Steiner cerrou os olhos na alcatifa côr de champangne da Fundação, indiferente à presença dos jornalistas, por quem aliás, não nutre estima aparente, e ouve sereno, as palavras de Rui Vilar sobre o seu imenso saber, quase imperturbável.
George Steiner lê com a voz do pensador. Pára frequentemente para contar «estórias» sempre relacionadas com a magna história - A Ciência Terá Limites? -dirigindo-se sempre para o essencial da sua intervenção: o saber é finito, a ciência está dividida até ao pormenor, e a própria matemática move-se em axiomas, eles mesmos finitos.
Steiner quis deixar tudo em aberto...mas foi lembrando que a cosmologia é infantil quando não autoriza que se pergunte, mas afinal, o que existia antes do Big Bang? Ou que não suporta a ideia de saber que milhões de crianças morrem de fome diáriamente mas os governos continuam a gastar milhões de euros na investigação nuclear, e que ainda que a ciencia avançe, e claro, é muito bom que nunca deixe de avançar, o essencial da resposta ao que somos, viverá sempre noutro lugar.
quarta-feira, outubro 24, 2007
terça-feira, outubro 23, 2007
24 de Novembro - Passeio Pedestre - proposta Teresa Alves
No próximo dia 24 de Novembro, às 14:00, inauguramos os passeios pedestres eco-memória, de Cacilhas à Quinta da Arealva.
É uma proposta da Profª Teresa Alves, conhecedora militante desta região e a garante da qualidade deste trajecto.
A ideia é encontrar-mo-nos às 14:00 em Cacilhas, e munidos de um pequeno «farnel», passearmos até à Quinta...
Dar-vos-ei mais pormenores em tempo próprio. Vão agendando esta iniciativa...
É uma proposta da Profª Teresa Alves, conhecedora militante desta região e a garante da qualidade deste trajecto.
A ideia é encontrar-mo-nos às 14:00 em Cacilhas, e munidos de um pequeno «farnel», passearmos até à Quinta...
Dar-vos-ei mais pormenores em tempo próprio. Vão agendando esta iniciativa...
segunda-feira, outubro 22, 2007
domingo, outubro 21, 2007
Europa em Movimento - Portugal Cultural...
Em Fevereiro próximo, começamos a desenvolver em Portugal projectos ligados à história económica e social do século XX. Elegemos o Alentejo e o Douro, não apenas pelas representações históricas destas regiões, mas pelo papel económico e social que representaram e representam, sobretudo o Douro, no contexto actual da vida económica portuguesa.
Começamos com o projecto Da Mina ao Mito (uma aborgadem social do Alentejo em torno de 3 realidades metafóticas: a mina - S. Domingos, o azeite - Moura, e Portalegre para abordar as lendas e narrativas alentejanas) e depois, em Junho e Setembro de 2008, partiremos rumo ao Douro...
Começamos com o projecto Da Mina ao Mito (uma aborgadem social do Alentejo em torno de 3 realidades metafóticas: a mina - S. Domingos, o azeite - Moura, e Portalegre para abordar as lendas e narrativas alentejanas) e depois, em Junho e Setembro de 2008, partiremos rumo ao Douro...
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