quinta-feira, setembro 13, 2007
quarta-feira, setembro 12, 2007
Correio - Transmongoliano - Pedro Oliveira

«Foi lindo … e para nós, esta viagem através de diferentes culturas, significou também uma certa desmistificação de ideias feitas que se poderiam sintetizar na frase de uma viajante “ … se isto é repressão, então reprimam-me…”
Gratos à Europaviva e em particular à sua “alma mater” Ana Paula por nos ter proporcionado esta experiência; gratos também a TODOS os viajantes pela simpatia e excelente companheirismo...»
Carmen e Pedro(s) Oliveira.
As cores do café - Brasil - Maio de 2008
As cores do café, um programa da Rota das Culturas, está praticamente concluído e irá ser apresentado aos sócios, com roteiro definitivo, no prtóximo mês de Outubro.
Ao organizarmos mais um programa da Rota das Culturas damos continuidade ao projecto Europa em Movimento e à ideia temática subjacente ao projecto.
As Rotas da Cultura permitem-nos trabalhar os temas da universalidade e da multiculturalidade, através de «matérias primas» culturais amplamente vivenciadas pela humanidade como são o chá, o café e o cacau.
O programa As cores do café responde uma vez mais ao anseio do projecto Europa em Movimento , e em particular aos objectivos associativos da Europa Viva, em contribuir para a aproximação dos europeus entre si e de estes com os povos e culturas do resto do mundo.
O chá leva-nos à India. E o café ao Brasil.
No Brasil estamos a preparar um programa no Estado do Espirito Santo, nomeadamente em Lilhares, Vila Valéria e S.Mateus onde vamos percorrer a Mata Atlântica, conheceçer e viver em roças de café, interagir com os produtores e fabricantes locais de café. Vamos estar 6 a 7 dias neste périplo pela «genética do café» e pelas plantações de frutos tropicais, como o mamão e a papaia. Depois vamos descansar para Itaunas, para as parias imensas e desertas do Brasil. Dizem que o Estado do Espirito Santo oferece à humanidade as melhores praias do mundo. É isso mesmo que também vamos ver...
Ao organizarmos mais um programa da Rota das Culturas damos continuidade ao projecto Europa em Movimento e à ideia temática subjacente ao projecto.
As Rotas da Cultura permitem-nos trabalhar os temas da universalidade e da multiculturalidade, através de «matérias primas» culturais amplamente vivenciadas pela humanidade como são o chá, o café e o cacau.
O programa As cores do café responde uma vez mais ao anseio do projecto Europa em Movimento , e em particular aos objectivos associativos da Europa Viva, em contribuir para a aproximação dos europeus entre si e de estes com os povos e culturas do resto do mundo.
O chá leva-nos à India. E o café ao Brasil.
No Brasil estamos a preparar um programa no Estado do Espirito Santo, nomeadamente em Lilhares, Vila Valéria e S.Mateus onde vamos percorrer a Mata Atlântica, conheceçer e viver em roças de café, interagir com os produtores e fabricantes locais de café. Vamos estar 6 a 7 dias neste périplo pela «genética do café» e pelas plantações de frutos tropicais, como o mamão e a papaia. Depois vamos descansar para Itaunas, para as parias imensas e desertas do Brasil. Dizem que o Estado do Espirito Santo oferece à humanidade as melhores praias do mundo. É isso mesmo que também vamos ver...
terça-feira, setembro 11, 2007
Transmongoliano - Correio

«...Foi magnífico ver outros povos, outras gentes que todos os dias vivem, como nós neste planeta, e que cruzamos apenas uma vez. Que será feito dos mongezitos que davam milho ás pombas em Ulan Bator? Ou das jovens chinesas de Changai que nos venderam as flores de jasmin e tão simpáticamente nos explicaram como fazer o chá?
Esta mensagem é de agradecimento e aplauso pela organização
Por tudo isto, para a Ana Paula, um abraço de muita estima.
Michéle e Celso
segunda-feira, setembro 10, 2007
sexta-feira, setembro 07, 2007
Revisitação - Transmongoliano - Gobi - Mongólia
Lembro-me do vento quente, carregado de areia, a sufocar-nos nas cabines. Lembro-me do desconforto nas carruagens provocado pela poeira que nos cobria de uma fina película brilhante. Lembro-me dos ingleses, dos suecos, e dos russos correrem para a janela e gritarem nas suas linguas - o Gobi!!!
Correio - Transmongoliano

«...Parabéns pelo magnifico projecto e viagem que proporcionou e que a mim muito me enriqueceu sobre os mais diversos pontos de vista...».Jorge Rodrigues
quinta-feira, setembro 06, 2007
Curso Europa e Religiões
Vamos começar o Curso Europa e Religiões - 1 encontro dia 25 de Setembro às 18:30, anfiteatro III, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Transmongoliano - correio -

«...para agradecer vivamente a criação do projecto Europa Viva, lugar de lazer, de reflexão e sobretudo lugar de aprendizagem...Ainda baralhada com os ponteiros do relógio biológico mas lúcida suficiente para lhe transmitir a minha gratidão...»
Lurdes Fidalgo
terça-feira, setembro 04, 2007
Fim...Transmongoliano
Chegámos!!!
Há narrativas que não se conseguem dizer. Este projecto que a Europa Viva acaba de empreender, o transmongoliano, uma viagem pelos totalitarismos do século XX, uma imensa incursão pela Russia profunda, Mongólia e China, é justamemente uma narrativa indizivel. Não somos capazes de a dizer, escrever, porque todas as experiências profundas, não gostam de ser ditas. Geralmente só a poesia canta o indizivel. Eu não sou poeta. Por isso, permitam que recorra às nossas imagens para podermos contar o que vivemos durante 20 dias, dos quais, 8 dias foram inteiramente passados num comboio, 2 dias em Moscovo, 2 dias em Irkutsk, 2 dias em Ulaan Baator (Mongólia), 3 dias em Beijing e 4 dias em Shangai.
Gostava que soubessem que o transmongoliano é uma experiencia cultural verdadeiramente excepcional. Mas também é uma experiencia humana intensissima, onde experimentamos a inteligencia dos nossos corpos e das nossas almas pela imensa capacidade com que nos adaptamos a situações novas e pela facilidade com que apreendemos a gostar do que temos e a esquecer o que desejamos.
É do comboio que todos temos mais saudades. Lembro-me que ao 4º dia consecutivo de termos percorrido a Russia, sem nunca termos saido do comboio, quando chegámos à Sibéria, ao lago Baikal, todos nós desejámos sinceramente voltar à janela por onde nos habituámos a olhar o mundo.
Quando atravessámos o Gobi, pouco depois de termos deixado Ulaan Baator, e o vento seco infesta as nossas cabines e carruagens de uma poeira sufocante, entendemos que o comboio é um lugar mágico de experiencias, e que uma janela é um intensissimo lugar de liberdade.
Quando lentamente fomos chegando à China, e o comboio pára na plataforma da estação fronteira, e damos conta que lá fora somos recebidos pela formatura de dezenas de militares alinhados ao longo do comboio, ao som do hino chinês e de marchas revolucionárias, acreditamos que existem experiencias definitivamente marcantes nas nossas histórias pessoais, e que quanto maior for o nosso património cultural mais longe nos leva o previlégio de termos vivido a experiência.
Nós, de facto, vimos, ouvimos e lemos o mundo.
E vamos partilhar convosco essa leitura através da publicação de algumas das mais importantes imagens que fizeram a nossa viagem.
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