quinta-feira, julho 05, 2007
quarta-feira, julho 04, 2007
terça-feira, julho 03, 2007
Europeus...segundo estudo de Jorge Vala - Contextos, Atitudes Sociais na Europa

«Foi a relativa homogeneidade do sistema de valores entre os europeus» que mais surpreendeu Jorge Vala, investigador, e um dos organizadores de um estudo em mais de 22 paises europeus e onde foram entrevistadas para cima de 40 mil pessoas, cujo resultado foi publicado em Contextos e Atitudes Sociais na Europa.
«A nível de estrutura e organização do sistema de valores, existe na Europa um padrão comum, que se organiza em torno de duas dimensões. Uma delas opõe os valores do universalismo e da benevolência aos valores da autopromoção, por exemplo, os valores do sucesso e do poder. A outra dimensão opõe os valores de abertura à mudança aos valores de conservação da ordem social», declarou Jorge Vala numa entrevista à revista Noticias Magazine de 1 de Julho de 2007.
Mas a surpresa de Jorge Vala vai mais longe...segundo o investigador, os europeus, organizam e agrupam os valores socias em quatro categorias fundamentais:
«Na primeira incluem-se os valores universalistas, relacionados coma preocupação com os outros, com a benevolência, o bem estar social dos mais desfavorecidos. Em oposição a este conjunto temos os valores da autopromoção pessoal, associados ao poder, à dominância, e à hierarquia social. Depois temos o grupo de valores associados à conservação (a tradição, o conformismo, a segurança) e em oposição, a estes, os valores de abertura à mudança (a estimulação, o interesse pela novidade, o prazer, a gratificação, a independencia, a criatividade, a exploração, a descoberta...».
E por fim, acrescenta Jorge Vala ainda na estrevista ao Noticias Magazine, «nós, europeus, damos importancia aos mesmos valores, ou seja, em todos os paises europeus, dá-se mais importância aos valores do universalismo do que as valores da autopromoção, mas ao mesmo tempo damos também muito importancia aos valores da conservação do que aos valores da abertura à mudança...».
Temos que continuar a ler Contextos e Atitudes Sociais na Europa...
segunda-feira, julho 02, 2007
Nós, a história e a Europa...
Nos próximos seis meses sempre que se falar em projecto europeu, ou União Europeia ou cultura europeia, o mundo terá como pano de fundo uma imagem, sempre lida, vista, ou ouvida~em português:
- Durão Barroso é o Presidente da Comissão Europeia;
- José Sócrates é o Presidente da União Europeia.
São pois dois portugueses que darão voz e rosto ao projecto europeu...e que farão dele, seguramente, um projecto melhor.
Nós, Europa Viva, somos uma Associação cultural europeia que não poderia deixar passar em branco este momento histórico europeu em que os seus dois maiores protagonistas institucionais são portugueses.
Quando nós, Europa Viva, nascemos, fizemo-lo em nome dos valores intrinsecos do projecto europeu: paz, democracia, e coesão social, a mais valia europeia ao legado civilizacional da humanidade.
Mas fizemo-lo também como um contributo da cultura a este esforço de coesão. Sim, a cultura, é um instrumento de coesão social fundamental. Nós acreditamos que assim é. Por outro lado, nascemos ainda, para falarmos da cultura como elemento decisivo de construção da cidadania europeia.
Nós, cidadãos europeus temos que conhecer profundamente as razões pelas quais o projecto europeu nasceu e quais as razões porque deve continuar. Nós, cidadãos europeus, temos que conhecer as nossas matrizes culturais, a história do pensamento europeu, a sua filosofia, a história, a música, a literatura, e temos que preservar o nosso imenso, riquissimo, património imaterial e material.
Não tenhamos ilusões: sem conhecermos as razões do projecto não seremos capazes de o ajudar a construir.
Para tão valioso projecto é pouco continuarmos a falar apenas de politicas socias, politicas agricolas, tratado, politicas sectoriais, comissários,(...).
Não seria melhor, alargar paulatinamente o léxico do nosso pensamento para melhor verbalizarmos o projecto europeu?
- Durão Barroso é o Presidente da Comissão Europeia;
- José Sócrates é o Presidente da União Europeia.
São pois dois portugueses que darão voz e rosto ao projecto europeu...e que farão dele, seguramente, um projecto melhor.
Nós, Europa Viva, somos uma Associação cultural europeia que não poderia deixar passar em branco este momento histórico europeu em que os seus dois maiores protagonistas institucionais são portugueses.
Quando nós, Europa Viva, nascemos, fizemo-lo em nome dos valores intrinsecos do projecto europeu: paz, democracia, e coesão social, a mais valia europeia ao legado civilizacional da humanidade.
Mas fizemo-lo também como um contributo da cultura a este esforço de coesão. Sim, a cultura, é um instrumento de coesão social fundamental. Nós acreditamos que assim é. Por outro lado, nascemos ainda, para falarmos da cultura como elemento decisivo de construção da cidadania europeia.
Nós, cidadãos europeus temos que conhecer profundamente as razões pelas quais o projecto europeu nasceu e quais as razões porque deve continuar. Nós, cidadãos europeus, temos que conhecer as nossas matrizes culturais, a história do pensamento europeu, a sua filosofia, a história, a música, a literatura, e temos que preservar o nosso imenso, riquissimo, património imaterial e material.
Não tenhamos ilusões: sem conhecermos as razões do projecto não seremos capazes de o ajudar a construir.
Para tão valioso projecto é pouco continuarmos a falar apenas de politicas socias, politicas agricolas, tratado, politicas sectoriais, comissários,(...).
Não seria melhor, alargar paulatinamente o léxico do nosso pensamento para melhor verbalizarmos o projecto europeu?
Porto - Casa da Musica - Douro

Um grupo de associados da Europa Viva sugeriu à direcção que organizassemos um fim de semana no Porto. Um fim de semana cultural...diziam alguns...claro que sim!!! Aceitámos de imediato a sugestão e cá estamos nós a programar um fim de semana no Porto sob o signo da música.
Quando tivermos o fim de semana completamente concluído em termos logisticos damo-vos noticias.
Até lá estamos a trabalhar...
sexta-feira, junho 29, 2007
Reportagem - Comboio Ana Karenina - portfolio Miguel Silva
Foram as melhores fotografias que nos chegaram da viagem de Maio 2007 - 3 Comboio de Ana Karenina.
Os associados da Europa Viva acham que as fotografias do Eng Miguel Silva captaram a alma da viagem. Nós. os que programámos o Comboio estamos completamente de acordo. Por isso vamos editanto algumas das melhores fotografias enviadas na esperança de podermos expôr três delas na Exposição de fotografia Europa Viva que vamos realizar em Janeiro/Fevereiro de 2008.
quinta-feira, junho 28, 2007
Transmongoliano - A Casa dos Encontros - Martins Amis, citações...
Sobre o sistema politico da ex união soviética:
«Era assim que o poder se distribuia entre os animais da nossa quinta. No topo estavam os porcos - funcionalismo administrativo e guardas. A seguir vinham as urcas: designados elementos socialmente amistosos, tinham o estatuto de administradores que ainda por cima não trabalhavam. Abaixo das urcas estavam as cobras - os informadores (...), debaixo das cobras estavam as sanguessugas, trapaceiros burgueses (falsários, burlões, etc.). Mesmo no fundo da pirâmide estavam os facistas, os contras, os inimigos do povo, os politicos. Depois vinham ainda os gafanhotos, os juvenis, os pequenos monstros:sopros marginais da revolução, do deslocamento, do terror, eram os orfãos ferozes da experiencia soviética...»
in A Casa dos Encontros, Martins Amis, Teorema
«Era assim que o poder se distribuia entre os animais da nossa quinta. No topo estavam os porcos - funcionalismo administrativo e guardas. A seguir vinham as urcas: designados elementos socialmente amistosos, tinham o estatuto de administradores que ainda por cima não trabalhavam. Abaixo das urcas estavam as cobras - os informadores (...), debaixo das cobras estavam as sanguessugas, trapaceiros burgueses (falsários, burlões, etc.). Mesmo no fundo da pirâmide estavam os facistas, os contras, os inimigos do povo, os politicos. Depois vinham ainda os gafanhotos, os juvenis, os pequenos monstros:sopros marginais da revolução, do deslocamento, do terror, eram os orfãos ferozes da experiencia soviética...»
in A Casa dos Encontros, Martins Amis, Teorema
Martins Amis - A Casa dos Encontros

Martins Amis, inglês, um dos grandes escritores contemporâneos escreveu um livro que a Teorema acaba de publicar em Portugal, A Casa dos Encontros.
Para os viajantes do Transmongoliano a leitura deste livro deveria ser obrigatória. Aliás, tal como outro livro seu, também publicado pela Teorema, Kobba.
A ex União Soviética, e sobretudo, Estaline, fazem parte dos temas obsessivamente tratados por Martin Amis na sua obra literária.
Em A Casa dos Encontros estamos face a uma narrativa crua e intensa sobre a possibilidade de amar num campo de concentração soviético, situado justamente na Sibéria, junto ao Baikal...trata-se de uma narrativa ficcionada tendo por base uma profunda análise histórica.
Aconselhamos a leitura desta obra.
quarta-feira, junho 27, 2007
Transmongoliano - noticias
Estamos cada vez mais concentrados na viagem que vamos empreender em Agosto...Já acordámos na estratégia a utilizar de modo a tornar a nossa estada no comboio funcional e cómoda.
Cada vez sabemos mais sobre a viagem: aliás a blogosfera é riquissima sobre este assunto e é aqui neste espaço universal que melhor vamos conhecendo as terras, os povos, os mapas - a Mongólia será seguramente a jóia da coroa deste transmongoliano e claro, Xangai...
Começamos a conviver com alguma dose de ansiedade. Há associados na Europa Viva que sonham há uma vida com esta viagem. Nós estamos com uma imensa responsabilidade: não só a de tornar o sonho realidade mas também a de tornar a realidade um imenso sonho...
3 Comboio Ana karenina - Encontro
Os viajantes do 3 Comboio Ana karenina (Maio de 2007) vão reunir-se num jantar no Museu do Fado...a Helena Botelho e o Alexandre Ipolliti estão a preparar a festa. Temos a certeza que a festa vai ser de arromba.
terça-feira, junho 26, 2007
Viagens Sentimentais - Tiago Salazar
O Tiago Salazar é um dos melhores amigos da Europa Viva: antes de mais, identifica-se com a nossa missão, e aprecia muitissimo o nosso trabalho. O Tiago é um daqueles amigos que aparece sempre para nos ouvir, dar opinião, e levantar o ânimo...e sempre de mansinho, quase em silêncio, a sua presença vai enriquecdendo o nosso trabalho, ora dá uma ideia, ora critica outra, e assim, já lá vão dois anos e meio, tem contribuido também ele para o nosso crescimento e para a divulgação da Europa Viva no tecido social português.
O Tiago está sempre a falar da Europa Viva. Quantas vezes, não tenho que deixar as tarefas que me ocupam naquele momento para correr rumo à Gulbenkian, onde o Tiago está com alguém, que segundo ele, «tem que conhecer a Europa Viva»...
Mas desta vez é a Europa Viva que vai falar do Tiago Salazar.
O Tiago, não fosse a vida escrever-se muitas vezes de cabeça para o ar, seria seguramente, um dos grandes escritores de narrativa poética da sua geração. Mas a vida é assim: leva-nos aos cofins do mundo para nos obrigar a escrever com os pés na Terra.
O Tiago é um homem que pensa com a memória das palavras. Ele escreve tudo, ele assenta tudo, ele está sempre rodeado de dezenas de papeis, ele escrevinha, soletra, enumera, enfim...o Tiago lê-se nas palavras que não escreve e escreve sobre tudo o que não lê.
O Tiago está de parabens. Nós, Europa Viva, damos-lhe os parabens por este livro, onde publica, poeticamente, as suas viagens, e chama-lhes de «sentimentais».
Mas eu conheço bem a vida de um jornalista de viagens...e a vida de um jornalista de viagens é durissima. Achei por isso o titulo deste livro profundamente revelador do carácter do seu autor. O Tiago é um homem que responde à crueldade da vida com o movimento do «coração» é nesta metáfora simbólica que se refugia o autor das «Viagens Sentimentais»...
A Europa Viva fará tudo para lembrar que o livro do Tiago existe nas estantes das livrarias.
Já em Outubro será o primeiro conferencista do Ciclo «Viagens na Minha Terra».
sábado, junho 23, 2007
Cursos de Fotografia e Video - 2007/2008
Os cursos de fotografia e video começam respectivamente em Outubro de 2007 e Janeiro de 2008.
Quando tivermos concluída toda a programação enviaremos as respectivas new letter.
sexta-feira, junho 22, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
Prosa do Transiberiano - Poesia em Viagem - Blaise Cendrars

«Estou a caminho
Estive sempre a caminho
Estou a caminho com a jovem Jeanne de France
O comboio dá um salto perigoso e cai sobre todas as rodas
«Blaise, diz-me, estamos muito longe de Montmarte?»
Estamos longe Jeanne, viajas há sete dias,
Estás longe de Montmarte, da butte onde fostes criada do Sacré-Coeur onde te refugiavas, (...)»
Prosa do Transiberiano, in Poesia de Viagem, Blaise Cendrars, Assirio & Alvim
Noticias - exposição de fotografia Europa Viva - 2008
Em Fevereiro de 2008 a Europa Viva realiza a sua primeira exposição de fotografia.
Estão convidados a participar nesta iniciativa todos os associados que tenham realizado em 2006/2007 um dos programas do Europa em Movimento: Comboio de Ana Karenina, O Gosto do Chá, ou Transmongoliano.
Todos os associados poderão concorrer com 3 fotografias, das quais, uma será seleccionada por um juri presidido pelo nosso consultor de fotografia, o foto-jornalista Cristovão.
Estamos a preparar toda a logistica da Exposição. Quando tivermos mais noticias, daremos nota.
segunda-feira, junho 18, 2007
Prosa do Transmongoliano

«Com cada livro refazia, de alguma maneira, a viagem passada, lembrando lugares onde tinha estado e descobrindo outro sentido, mais profundo, das coisas que aparentemente já conhecia. Desta vez eram viagens muito mais ricas e pluridimensionais que a primeira. Ao mesmo tempo descobri que viagens assim se podem prolongar, repetir e aumentar através de leituras, estudo de mapas, quadros e fotografias.Viagens assim têm ainda vantagens sobre as reais porque podemos, num percurso iconográfico, parar em qualquer momento, contemplar calmamente, voltar ao quadro anterior...tudo aquilo que se torna impossivel numa viagem real por falta de tempo ou possibilidades...»
In Andanças com Heródoto, Ryszard Kapuscinski - Campo das Letras
Informações - Sites - Livros - Transmongoliano
Temos recebido inumeros telefonemas pedindo que enumeremos os sites principais do transmongoliano e dos paises que vamos visitar, e ainda alguns textos de referencia, sobretudo actualizados, sobre os paises que compõem o Transmongoliano ou as suas realidades sociais e económicas.
Internet:
www.transsib.ru
www.russie.net
www.chenmen.com
www.anda-mongolie.com
www.mongols.com
Livros:
Transsibérien - lonely planet
O Império, de Ryszard Kapuscinski, Campos das Letras
Poesia em Viagem, Blaise Cendrais, Assirio & Alvim
Ensaios sobre a China, Simon Leys, Cotovia
sábado, junho 16, 2007
15 de Julho
A nossa história oficial começou no dia 15 de Julho de 2005, data em que a Marta Meneres, a Beatriz Gama Lobo, e a Ana Paula Lemos, foram ao notário assinar a constituição pública da Europa Viva.
Nascemos, portanto, no dia 15 de Julho, depois de termos empreendido uma caminha de reflexão e estudo, de mais de 5 anos, que culminou justamente neste projecto a que demos o nome de Europa Viva.
Por isso, estamos a preparar uma (pequena) iniciativa apenas para os associados da Europa Viva.
Logo que tivermos a logistica confirmada do evento daremos noticias.
sexta-feira, junho 15, 2007
Transmongoliano - Rotas da Memória
O grupo dos viajantes Transmongoliano (lisboa) vai reunir-se dia 16 de Junho às 11:00 na Faculdade de Letras da Universidada de Lisboa.
quinta-feira, junho 14, 2007
Estado do Mundo - Fundação Gulbenkian - 50 anos

Será muito dificil que se repita em Portugal nos próximos anos outro Forum Cultural como este que está a decorrer desde o principio do mês na Fundação Gulbenkian. Trata-se de uma monumental festa das artes contemporanêas que comemora os 50 anos da Fundação.
António Pinto Ribeiro chamou-lhe Estado do Mundo. Neste Estado do Mundo, as linguagens criativas levam-nos longe, muito longe, no diálogo inter cultural e civilizacional. Do cinema ao teatro, da música á filosofia, da dança à fotografia, tudo nos conduz ao Estado das narrativas do Mundo. E o mundo, tal como vê o programador António Pinto Ribeiro, é um lugar de inteligencias criativas onde o pensamento constrói agendas, projecta-nos ao sempre novo, e obriga-nos a uma profunda reflexão sobre a memória - a memória do Estado do Mundo.
«Este Estado do Mundo é concebido como um lugar de desafio ao futuro, um lugar de problematização da produção cultural, do que parece evidente sem o ser, (...), um lugar de eleição de temas e de problemas emergentes na actualidade, (...), um lugar de emergência do novo cultural a partir da discussão, em plataformas, de problemas culturais...».
Vale a pena visitar o Estado do Mundo.
www.estadodomundo.gulbenkian.pt
Transmongoliano - Notas - Parte IV
Li quase tudo o que se escreveu na blogosfera sobre o transmongoliano. Do que li, não fiquei indiferente a duas notas sistemáticamente repetidas:
- o tempo psicológico da viagem de comboio é rapidissimo;
- o Baikal e a Mongólia vão-nos deslumbrar;
terça-feira, junho 12, 2007
Cursos Europa e Religiões - Setembro a Março de 2008

Muitas pessosas têm-nos perguntado como vai funcionar o Curso Europa e Religiões. Antes de responder a esta pergunta, começamos por explicar as razões pelas quais promovemos o curso.
Somos uma Associação cultural europeia e se há temas que interessam particularmente aos europeus, o das «religiões», é seguramente um deles.
O contributo da Europa Viva enquanto movimento cultural associativo é a promoção do conhecimento do fenómeno religioso, e a promoção do conhecimento de todas as expressões do sagrado, neste caso, no país e cidade onde vivemos.
Foi esta a razão que nos levou a promover o curso Europa e Religiões.
O curso trata assim as grandes linhas de cada «expressão» do sagrado: do budismo, do islamismo, do hinduismo, do judaismo, do criatianismo (católico, protestante e ortodoxo), matérias que serão ministradas pelos representantes dos lideres religiosos e no interior de cada comunidade.
A cada mês corresponde um módulo, e a cada módulo correspondem dois dias por mês. O curso ocupa duas terças feiras por mês ou uma terça e uma quinta-feira.
As condições do curso estão num documento publicado em
www.europaviva.eu
Os alunos da Academia da cidade de Lisboa têm 50% de desconto sobre o valor do curso.
A Europa Viva atribuiu 5 bolsas aos alunos de Estudos Europeus da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
segunda-feira, junho 11, 2007
Transmongoliano - Notas - Parte III

Vamos ter internet no comboio. Por isso, tal como aconteceu quando fizemos O Gosto do Chá (India)vamos actualizando a nossa viagem no blog. Podem dizer aos amigos e familia que todos os dias, ou quase todos, podem ver-nos em:
http://blog.europaviva.org
16 de Junho - Encontro Transmongoliano

Chamamos a vossa atenção para o I encontro viajantes do transmongoliano. Não faltem!!! Vamos esclarecer todas as dúvidas...
Rota do Sal - 22 de Setembro

Voltamos à Rota do Sal...Vamos fazê-la em Setembro, no dia 22, tal como a tinhamos previsto:
-partimos de autocarro de Lisboa até Azeitão;
-percurso pedestre de Azeitão à Arrábida;
- visita à salina na Arrábida;
- almoço no Museu Oceanográfico;
- partida de barco até Tróia;
- visita salina de Tróia;
- partida de barco de Tróia para Setúbal;
- de Setúbal a Lisboa (autocarro)
sábado, junho 09, 2007
Transmongoliano - Notas - Parte II

Podiamos ter escolhido outras alterantivas de percurso. O itinerário que escolhemos deveu-se a três razões:
1. Querermos usufruir do Baikal, esse lago imenso e muito belo - uma verdadeira reserva ecológica mundial;
2. Dedicarmos o mais tempo possivel da viagem à Mongólia - país que nos suprenderá muitissimo pela suas imensas potencialidades naturais, nomeadamente pelos seus parques (ainda virgens);
3. Aproveitarmos para conhecer Xangai, dedicando-lhe 4 dias.
sexta-feira, junho 08, 2007
Transmongoliano - Notas - Parte I


O transmongoliano é a metáfora da aventura (todos nós, desejariamos fazê-lo um dia...) mas todas as aventuras têm uma narrativa própria. A narrativa do transmongoliano é obviamente paradoxal. Por um lado ambicionamos fazer uma viagem absolutamente diferente, intensa, marcante, excêntrica e exuberante. O transmongoliano é justamente a soma de todos estes adjectivos. Mas, por outro, queremos tudo isto, sem viver as vicissitudes que este rol de mais valias obriga e determina.
A Europa Viva espera sinceramente que os viajantes do transmongoliano tenham absoluta consciencia da viagem que escolheram empreender: não só do ponto de vista cultural como emocional, mental e físico.
No dia 15 de Agosto iniciamos uma caminhada de três semanas que nos levará aos carris da memória da história recente. Vamos atravessar a Rússia, a Mongólia e uma parte da China. Vamos ver o que nunca os nossos olhos viram, nem os ouvidos ouviram, nem os outros sentidos sentiram. Vamos conhecer a Praça Vermelha, esse lugar carregado de «estórias», vamos experimentar a luz da Sibéria, que para tantos foi a «noite escura» da esperança, vamos olhar o Gobi, esse deserto que quase ninguém olhou, vamos experimentar hóteis que o tempo em qualquer pais civilizado fez esqueçer, lembros os hoteis da Mongólia, e vamos olhar pela primeira vez a muralha da China, das janelas do comboio quando o dia estiver quase a despontar.
Tudo isto é verdade. Mas também é verdade que vamos andar de comboio durante 7 dias, dos quais, as primieras 4 noites são ininterruptamente dormidas no trem e é ainda verdade que no comboio não podemos usufruir de um bom duche, e é ainda verdade que nos vamos divertir imenso, mas que durante três semanas, somos obrigados a viver (conviver) uns com os outros na mais estreita harmonia - é pelo menos este o nosso desejo.
quarta-feira, junho 06, 2007
Calendário actividades 2007/2008
Continuamos a preparar a calendarização para o ano lectivo 2007/2008. Do que está confirmado em termos de agenda, aqui vos deixamos noticias:
Projecto CASA DA MEMÓRIA
Curso Europa e Religiões - Setembro de 2007 a Abril de 2008 (duas terças ou quintas feiras por mês) - ainda aceitamos inscrições - europaviva@europaviva.eu/96 565 38 34;
Workshop de Fotografia - Setembro-Dezembro 2007 (condições a anunciar brevemente; inscrições - europaviva@europaviva.eu
Workshop de Video - Fevereiro - Abril de 2008 (condições a anunciar brevemente); inscrições europaviva@europaviva.eu
Projecto EUROPA EM MOVIMENTO
Ciclo de Conferencias viagens na minha Terra - inicio em Novembro de 2007 - Faculdade de Letras de Lisboa - calendário a anunciar brevemente;
Exposição de Fotografia (viagens na minha Terra) - Janeiro/Fevereiro 2008
- Rotas da Memória
Berlim/Varsóvia/Praga - Comboio - Maio 2008
Da Mina ao Mito - Alentejo - Março 2008
-Rota das Matrizes
Secilia «Grande Grécia) - Junho 2008
Rota do Sal - cancelamento
Pedimos desculpas aos associados que já se tinham escrito para a Rota do Sal mas motivos que se prendem com a logistica desta Rota obrigam-nos a projectá-la para outro calendário.
Quando tivermos mais novidades voltaremos a disponibilizá-la no blog.
Quando tivermos mais novidades voltaremos a disponibilizá-la no blog.
terça-feira, junho 05, 2007
Rota da Memória - Transmongoliano
No próximo dia 16 de Junho, pelas 11:00, encontra-se o grupo dos viajantes da Rota da Memória (Transmongoliano) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa para conversarmos sobre a logistica da nossa viagem.
segunda-feira, junho 04, 2007
30 de Junho - Rota do Sal

No dia 30 de Junho a Europa Viva encerra as actividades de Verão com a Rota do Sal, uma rota concebida para a nossa Associação pelos associados Helena Botelho e pelo Alexandre Ipolliti.
Trata-se de um projecto novo que obedece aos critérios de todos os nossos projectos:
- tratar os assuntos da cultura europeia de uma maneira criativa mas sistematizada;
- conceber abordagens completamente inovadoras das matrizes culturais;
- acrescentar mais valia cultural a todos os associados;
O que se vai passar então na Rota da Memória?
Pois bem o itinerário é o seguinte:
Lisboa/Azeitão (carro de aluguer),
Azeitão/Arrábida (caminhada)
Arrábida/Troia (barco)
Tróia/Setubal (barco)
Setubal/Lisboa (carro de aluguer)
Vamos conhecer duas das salinas mais importantes do império romano com a ajuda de duas arqueólogas respectivamente Arrábida e Tróia e vamos ter um especialista na gastronomia do sal a explicar-nos a importancia deste «bem» na nossa história de cidadãos europeus.
Vai ser um dia em cheio.
sexta-feira, junho 01, 2007
Sinopse Workshop «memória das plantas» - 2 Junho - 10:30 - Parque Monteiro Mor

Workshop Memória das Plantas
Sinopse
«O parque do Monteiro-Mor, pela antiguidade e profusão
de espécies pareceu-me o cenário ideal para uma
conversa sobre a memória das plantas. Entraremos no
jardim e escolhemos um recanto para nos sentarmos, discreto e silencioso.
Nessa altura falarei sobre a forma como as plantas têm
sido representadas na história da arte e na ilustração
científica o que nos permite construir uma memória,
não tanto dos espécimes vegetais mas do Homem na sua
relação com a Natureza.
Ao fim de uma hora, mostrarei como se consegue obter
diferentes cores a partir de sumo de couve roxa
misturado com sumo de limão, cinzas e sabão de
marselha. É lindissimo ver as cores a formarem-se,
levo tudo em recipientes de vidro.
Por isso é fundamental que cada participante traga um
bloco de folhas e um pincel.
Depois desta experiência e de cada um ter feito as
suas aguarelas vegetais voltarei às histórias de
árvores e dos artistas que as defendem.
CURRICULUM VITAE
SUSANA NEVES
Nasceu em Lisboa, em 1969.
Licenciada em Ciências da Comunicação, na
especialidade de cinema, pela Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas, UNL.
Frequentou o curso de pintura da SNBA e o de
ilustração no Ar.Co.
Jornalista de investigação na área cultural desde
1994, crítica literária do jornal Público, é autora
das biografias do pintor Eduardo Nery
(Culturgest/Fundação Calouste Gulbenkian, 1997) e do
escritor Fernando Assis Pacheco (Espacio Espaço
Escrito, Espanha, 1998).
Colaboradora de várias revistas literárias, publicou
os contos "Fumo às Postas" (Boca do Inferno, Câmara
Municipal de Cascais, 2005) e "Não há Parasitas no
Bosque" (Phala, Assírio&Alvim, 2002).
Co-organizou e apresentou o ciclo de conferências
sobre Arte e Botânica, Centro de Arte Moderna, CAM,
Fundação Calouste Gulbenkian, 2003, e a exposição
Hors-Texte, realizada em Frankfurt, 1997, ano em que
Portugal foi país tema da feira internacional do
livro.
Criou inúmeros ateliers performativos - entre eles O
Baile das Flores, apresentado no Centro Cultural de
Belém, 1999, e Teatro Viriato, 2000 - para os quais
concebeu fábulas, cenários e objectos de natureza
escultórica. Inventou os primeiros jogos para crianças
que mostraram a colecção do CAM.
No contexto da Pós-Graduação em Artes e Programação
Cultural, Instituto Superior D. Afonso III, Algarve,
concebeu em 2006, na qualidade de docente, o programa
original de "A Arte do Jardim", sobre a história da
representação das plantas desde a Antiguidade à Land
Art, disciplina inédita no sistema universitário
português.
A par da actividade de pesquisa, continua a
desenvolver os seus projectos literários e artísticos.
Exposições Individuais
Viagem ao Pólen Sul -fotografia, Nouvelle Librairie
Française, Instituto Franco-Português, Lisboa, Maio
2007.
Um Barco na Ponta da Língua - pintura, Galeria Gomes
Alves, Guimarães, Outubro/Novembro 2006.
O Grande Descobridor de Pinguins - pintura, Centro
Cultural de Cascais, Fevereiro/Março 2006.
A Noiva do Campo Mil - desenho e escultura, Galeria
Diferença, Março/Abril 2005 (Apoio Fundação Calouste
Gulbenkian)
Exposições Colectivas
Dez Anos Depois (Colecção da Fundação D. Luís) -
Centro Cultural de Cascais, Março/Abril 2006
Papéis - Galeria Diferença, Janeiro/Março 2006
Diferenças - Galeria Diferença, Novembro 2005/Janeiro
2006
Feira de Arte Contemporânea de Lisboa, FAC 2005
(Galeria Diferença)
Representada na Colecção de Arte da Fundação D. Luís e
em outras colecções particulares.
quinta-feira, maio 31, 2007
quarta-feira, maio 30, 2007
2 de Junho - Workshop Memória das Plantas
Renovamos o convite para a inscrição no workshop «memória das plantas» coordenado por Susana Neves (artista plástica), no próximo sábado, dia 2 de Junho, 10:30, no Parque do Monteiro Mor, Museu do Traje.
Parceria Europa Viva /Faculdade de Letras/Estudos Europeus
Concordámos de novo na parceria com a Licenciatura de Estudos Europeus para o ano 2007/2008 e recebemos um grande desafio: preparar um Ciclo de Conferencias para o 2 ciclo,isto é, para os mestrados, embora continuemos a programar para os alunos em geral e em especial para os alunos de Estudos Europeus.
O nosso trabalho para o próximo ano lectivo de 2007/2008 é o seguinte:
- Ciclo de Conferencias Europa Viva - mestrado;
- Ciclo de Conferencias viagens na minha Terra (Europa em Movimento);
- Workshop de fotografia;
- Workshop de video;
- 10 bolsas Europa Viva para o Curso Europa e Religiões (alunos de Estudos Europeus) e desconto de 50% para os restantes alunos da Faculdade;
-Prémio Europa Viva (viagem Berlim/Varsóvia/Praga para o melhor aluno da Licenciatura de Estudos Europeus no ano lectivo de 2007/2008
terça-feira, maio 29, 2007
máxima concentração - Transmongoliano
Começou a contagem decrescente para o projecto Rotas da Memória. O transmongoliano é o primeiro programa do projecto, por isso, estamos absolutamente concentrados em concretizar toda a logistica. Para o ano (2008) haverá Berlim/Varsóvia/Praga.
Neste momento estamos a preparar a programação cultural. Que espectáculos vamos ver em Moscovo, em Ulan Bator, em Pequim e Xangai. O António Caeiro, jornalista da Lusa em Pequim, e um amigo da Europa Viva, sugeriu-nos que vissemos artes marciais em Xangai e Ópera em Pequim.
Em Moscovo claro que vamos ao Bolshoi ver um clássico do Ballet ( e que sorte o Bolshoi estar aberto a 16 de Agosto) e em Ulan Bator vamos assistir a um espectáculo de dança para não trair a opinião dos experts na Mongólia.
Já apurámos que vamos parar nas diversas estações e apiadeiros 10 a 15 vezes por dia, das quais, em algumas delas, a paragem vai ser de 10 a 15 minutos. É justamente aqui que reside a magia do transmongoliano: uma inter acção com as populações locais, nomeadamente aquelas que esperam junto às estações para vender os seus produtos comerciais...geralmente muito saudáveis e muito frescos...
segunda-feira, maio 28, 2007
Datas Transmongoliano - Lisboa - Xangai
Como é do vosso conhecimento, a pedido de vários associados, a Europa Viva decidiu prolongar a viagem do Transmongoliano até Xangai. Creio que de facto é uma enorme mais valia para o nosso projecto. Por isso obrigado a todos os que tiveram esta grande ideia!!!
Assim, as datas definitivas da nossa viagem (Lisboa Xangai/Xangai Lisboa) são as seguintes:
Dia 15 de Agosto: partida para Moscovo
Dia 3 de Setembro: regresso de Xangai para Lisboa
Transmongoliano - Mongólia - Hustai National Park

Programa 2º dia Mongólia - 25 de Agosto - Visita ao Parque Hustai
Hustai National Park lies in the foothills of the southern Khenti Mountain Range about 100km south west of Ulaanbaatar, the capital city of Mongolia. It takes its name (sometimes also known as Khustain Nuruu National Park) from birch trees growing in surrounding mountain forests. In Mongolian khustai means "with birch" and nuruu means "mountains".
The park's area was used at the turn of the century as a hunting ground for Bogd Khaan, the last ruling Khaan of Mongolia, and afterwards by Mongolian political officials. While nomads have also used the park as a pasture reserve for their stock, the park has never had a permanent settlement or been used for agriculture. This limited use has allowed the preservation of one of the world's most threatened ecosystems: steppe. Steppe and forest steppe are being destroyed throughout Central Asia, along with their endemic genetic resources, through ploughing for cultivation, overgrazing, excessive burning or wood collection.
Mountain steppe areas are a blend of species representative of Siberian taiga and Central Asian steppe. Forest habitat is found on the cooler, moister northern slopes while steppe vegetation such as Siberian Needlegrass (Stipa sibirica) is predominant on the other slopes. Hustai National Park is a fine example of the wide river valleys separated by hilly terrain that characterise forest steppe.
Mongolians are tremendously proud of their natural heritage and proclaimed their first protected area more than 200 years ago. Despite the country's difficult transition to a free market economy and successive changes of government, the Mongolian Parliament has strengthened environmental laws and announced plans to extend the protected area system from 14% to 30% of the country's landmass.
In 1990, an agreement of cooperation was signed between the Mongolian Association for Conservation of Nature and Environment (MACNE), the Foundation Reserves for the Przewalski Horse (FRPH), the Governor of the Central Aimag (province) and representatives from Altanbulag, Bayankhangai and Argalant soums (districts) who owned the land on which Hustai National Park is now located. The Mongolian Government soon thereafter (March 2nd, 1991) endorsed the project and appointed MACNE to manage the protected area. In 1993, Hustain Nuruu was upgraded from protected area status to reserve status and conservation measures were strengthened. In 1998, the area's status was upgraded once more and Hustain Nuruu Reserve became Hustai National Park. As a national park, regulations on land use were tightened and all grazing and hunting was forbidden.
Hustai National Park has three main management aims. The first is the long term conservation of the ecosystem's biodiversity. A sustainable ecosystem is being restored using modern genetic and geographic principles and nature management is being integrated with social-economic processes to allow local people to benefit from wildlife conservation. In line with this aim, many buffer zone programs have been initiated in the area surrounding the park.
The second aim is the establishment of a viable, self-sustaining population of Takhi. The Takh is the world's last truly wild horse. It is critically endangered and it is hoped that in the future, Hustai National Park may serve as a breeding centre for Takhi re-introduction programmes throughout Mongolia and the Central Asian Steppe.
The final aim is the formation and management of a training and research centre. The centre's facilities are available for local and international researchers and students to study a wide range of fields.
domingo, maio 27, 2007
Transmongoliano - Rotas da Memória
Voltamos ao ponto essencial: porquê as Rotas da Memória e os seus itinerários?
1. Porque a Europa Viva é uma Associação Cultural Europeia que tem por objectivo fundamental a promoção da cultura europeia e dos seus valores, e para atingir os seus objectivos cria projectos, elabora actividades e promove encontros, dos quais as Rotas da Memória são um exemplo;
2. Porque os itinerários das Rotas da Memória foram construidos justamente para reflectirmos sobre as grandes questões que atravessaram a história da Europa (os totalitrarismos do século XX);
- começamos pela Russia. Mongóloia e China mas o comboio da memória para ano (2008) fará Berlim/Varsóvia/Praga;
3. Porque não há passado sem futuro e a memória é por excelencia a casa do tempo;
O livro Do Riso e do Esquecimento, de Kundera, um escritor checo que escreve em françês, é justamente a metáfora do que a Europa nunca pode fazer:
Esqueçer...As Rotas da Memória é o projecto da Europa Viva que nos obriga a uma permanente reactualização da história e nada melhor do que irmos ao encontro do palco onde se desenrolaram os acontecimentos que fizeram história.
As Rotas da Memória são um conjunto de itinerários construidos pela Europa Viva que visam reactualizar factos e acontecimentos.
1. Porque a Europa Viva é uma Associação Cultural Europeia que tem por objectivo fundamental a promoção da cultura europeia e dos seus valores, e para atingir os seus objectivos cria projectos, elabora actividades e promove encontros, dos quais as Rotas da Memória são um exemplo;
2. Porque os itinerários das Rotas da Memória foram construidos justamente para reflectirmos sobre as grandes questões que atravessaram a história da Europa (os totalitrarismos do século XX);
- começamos pela Russia. Mongóloia e China mas o comboio da memória para ano (2008) fará Berlim/Varsóvia/Praga;
3. Porque não há passado sem futuro e a memória é por excelencia a casa do tempo;
O livro Do Riso e do Esquecimento, de Kundera, um escritor checo que escreve em françês, é justamente a metáfora do que a Europa nunca pode fazer:
Esqueçer...As Rotas da Memória é o projecto da Europa Viva que nos obriga a uma permanente reactualização da história e nada melhor do que irmos ao encontro do palco onde se desenrolaram os acontecimentos que fizeram história.
As Rotas da Memória são um conjunto de itinerários construidos pela Europa Viva que visam reactualizar factos e acontecimentos.
sexta-feira, maio 25, 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)



