quarta-feira, junho 28, 2006
3 de Julho
A Europa Viva vai a votos. Vamos votar a nova lista para os Corpos Associativos. Por favor, não faltem - 21h em casa do Angelo Silveira!!!
Lena Martins e Marta Meneres
A Lena Martins é a representante da Presidente à viagem II Comboio de Ana Karenina. Acompanha-a a Marta Meneres...Vai ser uma dupla de sucesso!!!
II Comboio de Ana Karenina
Já está em andamento...com um intinerário mais sofisticado (contámos com a preciosa ajuda do Angelo; e com a colaboração interessada da Beatriz e António) e contámos ainda com as achegas de todos os viajantes do 1º Comboio, para tornar possivel uma viagem «quase» perfeita à Rússia.
Comboio Ana karenina II
Já está em andamento o II Comboio de Ana karenina. Com a preciosa ajuda do Angelo (que redesenhou sucessivamente o itinerário) e com a pronta colaboração dos restantes membros (sócios - António e Beatriz - e não só)conseguimos um itinerário «quase» perfeito.
Com melhoras substâncias ao nível do programa e sobretudo com o regresso a Lisboa via São Petersburgo, a viagem adquire uma dinâmica muito mais interessante do que a anterior.
Consultem o nosso site se estiverem interessados em conhecer melhor o roteiro.
Com melhoras substâncias ao nível do programa e sobretudo com o regresso a Lisboa via São Petersburgo, a viagem adquire uma dinâmica muito mais interessante do que a anterior.
Consultem o nosso site se estiverem interessados em conhecer melhor o roteiro.
sábado, junho 17, 2006
2 Viagem à Russia
A Presidente tomou a decisão de pagar a reserva na Lufthansa da 2 viagem à Russia embora faltem 5 pessoas para preencherem os lugares minimos exigidos para a concretização da viagem.
Contamos com todos e com cada um para ajudar a divulgar esta viagem.
Contamos com todos e com cada um para ajudar a divulgar esta viagem.
Estudos Europeus - Faculdade de Letras
A reunião entre a Directora do Departamento de Estudos Europeus e a Presidente da Europa Viva pode ser sintetizada em três pontos:
1. A Prof Teresa Alves convidou a Europa Viva a constituir-se como parceiro na promoção de um ciclo de conferencias que o Departamento vai realizar mensalmente na Faculdade;
2. O Departamento de Estudos Europeus quer ver realizado pelo menos um módulo da Bienal da Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa;
3. A Europa Viva foi convidada a constituir-se como braço logistico do Departamento na promoção de eventos culturais realizados na Faculdade.
A Direcção da Europa Viva manifestar-se-à no proximo dia 20 de Junho sobre os resultados desta reunião.
1. A Prof Teresa Alves convidou a Europa Viva a constituir-se como parceiro na promoção de um ciclo de conferencias que o Departamento vai realizar mensalmente na Faculdade;
2. O Departamento de Estudos Europeus quer ver realizado pelo menos um módulo da Bienal da Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa;
3. A Europa Viva foi convidada a constituir-se como braço logistico do Departamento na promoção de eventos culturais realizados na Faculdade.
A Direcção da Europa Viva manifestar-se-à no proximo dia 20 de Junho sobre os resultados desta reunião.
quarta-feira, junho 07, 2006
Europa Viva - Viagem à Russia
Todos os dias chegam ao nosso correio mensagens de mail, e pelo telefone outros tantos contactos de estão fazendo, dando provas que a viagem de Maio à Rússia criou entre os viajantes não apenas novas amizades mas alguns contactos profissionais, para além, obviamente, da vontade manifestada por alguns de voltarem a viajar com a Europa Viva.
Quase um mês depois, a viagem ainda mexe. Ainda sábado a professora de russo passou o dia numa sardinhada com duas pessoas da viagem e a Maria Joao Vasconcelos (uma das viajantes) organizou um jantar russo em sua casa segundo as directrizes dos livros de culinária que por lá comprou.
A Amarillys Smeth, outra viajante, desafia-nos para outro almoço e assim sucessivamente...
O projecto Europa em Movimento (através da viagem à Rússia) já deu os seus frutos:
1. Levou muitos viajantes a ler Ana karenina e a conhecer Tolstoi;
2. Confrontou alguns portuguesas com outra cultura, outra mentalidade, outra história, (...)3. Criou intensas e profundas relações pessoais entre alguns viajantes;
4. Motivou alguns portugueses para as directrizes do programa da ONU - Unesco, designadamente no que concerne ao desenvolvimento sustentável, através do turismo cultural;
Começamos a estar satisfeitos com o resultados desta viagem.
Quase um mês depois, a viagem ainda mexe. Ainda sábado a professora de russo passou o dia numa sardinhada com duas pessoas da viagem e a Maria Joao Vasconcelos (uma das viajantes) organizou um jantar russo em sua casa segundo as directrizes dos livros de culinária que por lá comprou.
A Amarillys Smeth, outra viajante, desafia-nos para outro almoço e assim sucessivamente...
O projecto Europa em Movimento (através da viagem à Rússia) já deu os seus frutos:
1. Levou muitos viajantes a ler Ana karenina e a conhecer Tolstoi;
2. Confrontou alguns portuguesas com outra cultura, outra mentalidade, outra história, (...)3. Criou intensas e profundas relações pessoais entre alguns viajantes;
4. Motivou alguns portugueses para as directrizes do programa da ONU - Unesco, designadamente no que concerne ao desenvolvimento sustentável, através do turismo cultural;
Começamos a estar satisfeitos com o resultados desta viagem.
Viagem à Rússia
Paula, muito obrigado. Tantas saudades...
Um abraço para si e para a sua irmã, e claro, para todos da Europa Viva!
Rui Oliveira
Um abraço para si e para a sua irmã, e claro, para todos da Europa Viva!
Rui Oliveira
segunda-feira, junho 05, 2006
Faculdade de Letras Lisboa
De: Professora Teresa Alves
Directora do Departamento Estudos Europeus FLL
JÁ ESTIVE A VER A PÁGINA DO PROJECTO E FIQUEI ENCANTADA. TEMOS DE DIVULGAR ISTO NA FACULDADE. E ASSOCIAR O CURSO ÀS VOSSAS INICIATIVAS E VICE-VERSA. ESTE ANO QUEREMOS REALIZAR UM COLÓQUIO QUE FAÇA A ANÁLISE DE 20 ANOS DE PORTUGAL NA CEE/UE. TENTÁMOS REALIZÁ-LO EM MAIO, MAS NÃO DEu POR VÁRIAS RAZÕES. ASSIM PENSÁMOS EM NOVEMBRO OU DEZEMBRO.
AS VOSSAS INICATIVAS SÃO MUITO INTERESSANTES E PARECE-ME FANTÁSTICO CRIAR UMA BIENAL DO PENSAMENTO. É UMA IDEIA BRILHANTE.
QUANDO PODEMOS FALAR PESSOALMENTE PARA VER EM PORMENOR A POSSÍVEL COLABORAÇÃO?
PARA A SEMANA VOU ESTAR NA FACULDADE NA 3ª E NA 4ª FEIRAS, MAS PODEMOS COMBINAR OUTRO DIA OU LUGAR.
UM GRANDE ABRAÇO E PARABÉNS
TERESA
Directora do Departamento Estudos Europeus FLL
JÁ ESTIVE A VER A PÁGINA DO PROJECTO E FIQUEI ENCANTADA. TEMOS DE DIVULGAR ISTO NA FACULDADE. E ASSOCIAR O CURSO ÀS VOSSAS INICIATIVAS E VICE-VERSA. ESTE ANO QUEREMOS REALIZAR UM COLÓQUIO QUE FAÇA A ANÁLISE DE 20 ANOS DE PORTUGAL NA CEE/UE. TENTÁMOS REALIZÁ-LO EM MAIO, MAS NÃO DEu POR VÁRIAS RAZÕES. ASSIM PENSÁMOS EM NOVEMBRO OU DEZEMBRO.
AS VOSSAS INICATIVAS SÃO MUITO INTERESSANTES E PARECE-ME FANTÁSTICO CRIAR UMA BIENAL DO PENSAMENTO. É UMA IDEIA BRILHANTE.
QUANDO PODEMOS FALAR PESSOALMENTE PARA VER EM PORMENOR A POSSÍVEL COLABORAÇÃO?
PARA A SEMANA VOU ESTAR NA FACULDADE NA 3ª E NA 4ª FEIRAS, MAS PODEMOS COMBINAR OUTRO DIA OU LUGAR.
UM GRANDE ABRAÇO E PARABÉNS
TERESA
sexta-feira, junho 02, 2006
Viagem Russia II - Maio
Olá
Cá ficamos aguardando a vossa "recordação". que aliás será a "nossa" que tanto gostámos de partilhar, com a vossa equipa maravilhosamente atenciosa.
Gostava de lhe pedir que fizesse chegar à Drª. Teresa e à "mana" e António as fotos anexas, bem como lhes transmitisse as nossas melhores saudações, aliás extenssiva a todos vós.
Cumprimentos de
Augusto e Maria Odete
Cá ficamos aguardando a vossa "recordação". que aliás será a "nossa" que tanto gostámos de partilhar, com a vossa equipa maravilhosamente atenciosa.
Gostava de lhe pedir que fizesse chegar à Drª. Teresa e à "mana" e António as fotos anexas, bem como lhes transmitisse as nossas melhores saudações, aliás extenssiva a todos vós.
Cumprimentos de
Augusto e Maria Odete
quinta-feira, junho 01, 2006
viagem Russia - Maio
Olá Ana Paula,
Tenho que lhe agradecer a disponibilidade e paciência com que organizou toda a viagem, proporcianando-nos momentos inesquecíveis.
Foi com prazer que vivi todo o percurso que fizemos. Agora de novo em casa apercebo-me melhor o quanto foi enriquecedor e como ajudou a despertar interesses, como por exemplo a descoberta da literatura russa. Neste momento encontro-me a ler Ana Karenina. A breve conferência da Prof. Teresa foi importante para despertar o desejo de conhecer Tolstoi. Mas outros escritores, músicos... haverá para descobrir.
Como penso que os meus amigos só têm a ganhar em fazer uma viagem similar, enviei-lhes a informação sobre a viagem de Agosto.
Mais uma vez obrigada
Amigavelmente
Ana Tereso
Tenho que lhe agradecer a disponibilidade e paciência com que organizou toda a viagem, proporcianando-nos momentos inesquecíveis.
Foi com prazer que vivi todo o percurso que fizemos. Agora de novo em casa apercebo-me melhor o quanto foi enriquecedor e como ajudou a despertar interesses, como por exemplo a descoberta da literatura russa. Neste momento encontro-me a ler Ana Karenina. A breve conferência da Prof. Teresa foi importante para despertar o desejo de conhecer Tolstoi. Mas outros escritores, músicos... haverá para descobrir.
Como penso que os meus amigos só têm a ganhar em fazer uma viagem similar, enviei-lhes a informação sobre a viagem de Agosto.
Mais uma vez obrigada
Amigavelmente
Ana Tereso
domingo, maio 21, 2006
Russia - agradecimento - Isabel Canhoto
Ana Paula,
só uma breve palavra, dirigida a si, pelo cargo que ocupa na Associação, mas efectivamente extensível a todos os seus elementos, uma palavra de agradecimento pela atenção, pela solicitude, pelo carinho com que nos acompanhou(aram) durante uma viagem muito maravilhosa. E eu tenho ainda a acrescentar o meu enorme reconhecimento pela paciência e pela compreensão que manifestaram com os meus atrasos sucessivos no cumprimento dos timings que tinham marcado para a organização da viagem.
saudações muito cordiais, com saudade,
isabel canhoto
só uma breve palavra, dirigida a si, pelo cargo que ocupa na Associação, mas efectivamente extensível a todos os seus elementos, uma palavra de agradecimento pela atenção, pela solicitude, pelo carinho com que nos acompanhou(aram) durante uma viagem muito maravilhosa. E eu tenho ainda a acrescentar o meu enorme reconhecimento pela paciência e pela compreensão que manifestaram com os meus atrasos sucessivos no cumprimento dos timings que tinham marcado para a organização da viagem.
saudações muito cordiais, com saudade,
isabel canhoto
Chegámos da Russia
A nossa viagem à Russia cumpriu cabalmente os seus objectivos: colocou a Europa Viva e a cultura russa nos media, deu a conhecer a muitas pessoas os nossos projectos, contribuiu para o crescimento intelectual, mental e emocional dos nossos viajantes, ajudámos a realizar um projecto pessoal, se não fosse a nossa viagem, uma cidadã portuguesa não teria conseguido ir à Russia fazer um exame na Universidade de Moscovo e tornar-se professora de russo em Portugal, isto para não falar de tantas outras emoções que nós não fomos capazes de prescutar.
Claro que podemos fazer muito melhor. Seguramente vamos fazê-lo. Há que aperfeiçoar o programa da viagem, a logistica, as relações entre a Europa Viva e os viajantes, temos que potenciar muito mais a presença da professora de russo que nos acompanhou, (...), mas asseguro-vos que vençemos esta primeira batalha com dignidade e, sobretudo, com muita determinação nas nossas convicções.
Claro que podemos fazer muito melhor. Seguramente vamos fazê-lo. Há que aperfeiçoar o programa da viagem, a logistica, as relações entre a Europa Viva e os viajantes, temos que potenciar muito mais a presença da professora de russo que nos acompanhou, (...), mas asseguro-vos que vençemos esta primeira batalha com dignidade e, sobretudo, com muita determinação nas nossas convicções.
sábado, maio 06, 2006
Novos sócios - Sandra Martins e Paulo Miguel Guerra
A Direcção da Europa Viva reunida a 5 de Maio de 2006 aprovou a adesão de dois novos sócios:
- Sandra Ramalhosa Martins, nasceu a 09-04-1973 e é psicóloga;
- Paulo Miguel Junior Guerra, nasceu a 31-12-1974 e é professor
- Sandra Ramalhosa Martins, nasceu a 09-04-1973 e é psicóloga;
- Paulo Miguel Junior Guerra, nasceu a 31-12-1974 e é professor
segunda-feira, maio 01, 2006
2 Viagem temática à Russia
Já estamos a preparar a proxima viagem a Moscovo...vamos promovê-la e divulgá-la...
Mais um voluntário para o projecto Europa Sénior
A Prof Alcina Dias, a primeira sócia não fundadora da Europa Viva ofereceu-se para voluntária do Projecto Europa Sénior, começando o seu trabalho juntos dos idosos no proximo dia 11 de Maio.
Bienal do Pensamento
A Direcção da Bienal do Pensamento foi recebida pelo Professor Adriano Moreira a quem convidou para em conjunto com o Prof José Pedro Serra coordenar a metodologia e conteúdos do Nucleo de Conferencias.
O Professor Adriano Moreira aceitou o convite ficando a dupla de professores de encetar contactos para promover os respectivos conteúdos.
O Professor Adriano Moreira aceitou o convite ficando a dupla de professores de encetar contactos para promover os respectivos conteúdos.
Pedido de Adesão de Sócio - Paulo Guerra
Nome : Paulo Miguel Júnior Guerra
D.Nasc. : 31-12-1974
Profissao : Professor do Ensino Secundário
Formação : Licenciatura em História- Mestrado em História Contemporânea
NIF : 222506466
Morada : Rua Carlos Seixas, n.º 266, 3º esq.
:
C.Postal : 3030-177 Coimbra
E-mail : mig.g@portugalmail.pt
Telefone : 96 430 63 63
Telemóvel :
Fax :
Quota : Trimestral
Pagamento por Transferência
Volunt. : Não
Projecto : Bienal do Pensamento, Vértices Literários e Casa da Memória
em particular...mas são todos do meu interesse
D.Nasc. : 31-12-1974
Profissao : Professor do Ensino Secundário
Formação : Licenciatura em História- Mestrado em História Contemporânea
NIF : 222506466
Morada : Rua Carlos Seixas, n.º 266, 3º esq.
:
C.Postal : 3030-177 Coimbra
E-mail : mig.g@portugalmail.pt
Telefone : 96 430 63 63
Telemóvel :
Fax :
Quota : Trimestral
Pagamento por Transferência
Volunt. : Não
Projecto : Bienal do Pensamento, Vértices Literários e Casa da Memória
em particular...mas são todos do meu interesse
quinta-feira, abril 20, 2006
Porto - Clubes Europeus
Estamos no Porto, a participar nos Clubes Europeus a convite do Ministério da Educação, Direcção Geral dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais - 20 e 21 de Abril.
sexta-feira, abril 14, 2006
Comité Europeu das Regiões
A Europa Viva é desde ontem, 13 de Abril de 2006, o parceiro do Comité Europeu das Regiões para a implantação do Plano D em Portugal.
Brevemente daremos mais noticias...
Mas contem com este calendário:
Outubro - Faculdade de Letras, primeiro ciclo de conferencias, sobre a Europa e Cidadania, organizado pela Europa Viva e Comité Europeu das Regiões em parceria com a Departamento de Estudos Europeus.
Brevemente daremos mais noticias...
Mas contem com este calendário:
Outubro - Faculdade de Letras, primeiro ciclo de conferencias, sobre a Europa e Cidadania, organizado pela Europa Viva e Comité Europeu das Regiões em parceria com a Departamento de Estudos Europeus.
Revista Elle - capa de Maio
A Europa Viva está na Elle deste mês com uma peça (dupla página) sobre a viagem O Comboio de Ana karenina. Sabem qual é o titulo da Elle? «Mergulho na Cultura». Está fantástica...
quarta-feira, abril 12, 2006
2ª viagem à Russia - 12 a 19 de Agosto
Já estão marcadas as datas da 2ª viagem à Russia - O Comboio de Ana karenina.
Será de 12 a 19 de Agosto de 2006.
Será de 12 a 19 de Agosto de 2006.
Viagem à Russia (conclusão)
Como é do vosso conhecimento a Europa Viva partia em missão para a Russia no proximo dia 13 de Abril e regressava a 20.
Simplesmente conseguimos esta coisa maravilhosa que é a possibilidade de viajar directamente Lisboa-Moscovo-Lisboa através dos voos regulares da Krasair (braço privado da Aeroflot para a Europa) e como imaginam não hesitamos em mudar da Ibéria para esta companhia russa.
Só que isto obriga-nos a viajar a 12 e a regressar a 19. Apesar da alteração das datas, e porque o voo é feito à noite, vamos beneficiar de um dia completo em Moscovo.
A organização está muito satisfeita...
Já somos 29!
Simplesmente conseguimos esta coisa maravilhosa que é a possibilidade de viajar directamente Lisboa-Moscovo-Lisboa através dos voos regulares da Krasair (braço privado da Aeroflot para a Europa) e como imaginam não hesitamos em mudar da Ibéria para esta companhia russa.
Só que isto obriga-nos a viajar a 12 e a regressar a 19. Apesar da alteração das datas, e porque o voo é feito à noite, vamos beneficiar de um dia completo em Moscovo.
A organização está muito satisfeita...
Já somos 29!
Câmara Municial do Porto
A eficácia na gestão do tempo e critérios de ordem financeira fez com que a reunião na Cãmara do Porto passasse para o proximo dia 20 de Abril e não se realizasse a 10 como estava previsto - altura (20 de Abril) em que a Presidente estará na cidade do Porto em representação da Europa Viva no workshop dos Clubes Europeus.
20 e 21 de Abril 2006 - Porto e Viseu
A Europa Viva vai estar presente nos proximos dias 20 e 21 de Abril nas manifestações culturais empreendidas pelos Clubes Europeus através de um workshop destinado aos professores da região norte e centro (reunidos em Rio Tinto e Viseu).
Bienal do Pensamento
Caros associados da Europa Viva a Direcção da Bienal do Pensamento informa que a Câmara de Oeiras será a autarquia parceira da Bienal do Pensamento, tal como resultou da reunião realizada com o representante da Câmara de Oeiras no passado dia 11 de Abril de 2006.
terça-feira, abril 04, 2006
Camara Municipal de Oeiras
A Presidente da Europa Viva é recebida pelo Vereador da Cultura da Câmara de Oeiras no próximo dia 11 de Abril a quem irá apresentar o nosso projecto e sobretudo tentar operacionalizar no terreno dois projectos fundamentais da nossa missão: Casa da Memória e Crescer para Ser.
segunda-feira, abril 03, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
Câmara Municial do Porto
A Presidente da Europa Viva foi convocada para uma reunião na edilidade do Porto no proximo dia 10 de Abril com vista à discussão da implementação de dois projectos naquela cidade: Casa da Memória e Crescer para Ser.
O Secretário Geral acompanha a Presidente.
O Secretário Geral acompanha a Presidente.
2 Viagem temática à Russia
A Europa Viva vai organizar uma segunda viagem à Rússia no proximo mês de Agosto dada a constante pressão por parte dos professores com vista à realização da viagem.
O programa simbólico será o Comboio de Ana karenina com as alterações que o mês de Agosto provoca sobretudo a nível de preço.
Continuamos a trabalhar para o sucesso do projecto Europa em Movimento.
O programa simbólico será o Comboio de Ana karenina com as alterações que o mês de Agosto provoca sobretudo a nível de preço.
Continuamos a trabalhar para o sucesso do projecto Europa em Movimento.
quinta-feira, março 23, 2006
1 reunião - Comboio de Ana karenina - faculdade de letras
Caros associados:
Reune amanhã na Faculdade de Letras de Lisboa, no departamento de Lingua e Literatura Russa, o grupo que viaja no Comboio de Ana Karenina no proximo dia 13 de Maio.
Reune amanhã na Faculdade de Letras de Lisboa, no departamento de Lingua e Literatura Russa, o grupo que viaja no Comboio de Ana Karenina no proximo dia 13 de Maio.
quarta-feira, março 22, 2006
Maria Joao Seixas e a Europa Viva
Maria João Seixas vai levar a Europa Viva ao Parlamento Europeu...
Convidada para proferir uma conferência sobre cultura como factor de coesão europeia, Maria João Seixas entendeu que seria uma excelente oportunidade para falar da Europa Viva.
Já estamos a preparar o dossier de trabalho de Maria João Seixas.
Convidada para proferir uma conferência sobre cultura como factor de coesão europeia, Maria João Seixas entendeu que seria uma excelente oportunidade para falar da Europa Viva.
Já estamos a preparar o dossier de trabalho de Maria João Seixas.
segunda-feira, março 20, 2006
Publico - Fugas
Luis Maio, grande repórter de viagens do jornal Público, mandou escrever no último Fugas uma pequena peça sobre Ana karenina. Obrigada Luis...
sexta-feira, março 17, 2006
Professora de Lingua e Literatura Russa
A Professora de Lingua e Literatura Russa da Faculdade de Letras de Lisboa vai acompanhar a nossa viagem O Comboio de Ana Karenina na qualidade de especialista de cultura russa de modo a enriquecer com os seus ensinamentos a cultura do viajante.
Ao mesmo tempo a professora oferece 10 aulas de cultura russa, ministradas na Faculdade, a todos os que integrarem a nossa viagem de modo a que possam pelos menos ler e ouvir o que se escreve e diz na pátria de Tolstoi.
Ao mesmo tempo a professora oferece 10 aulas de cultura russa, ministradas na Faculdade, a todos os que integrarem a nossa viagem de modo a que possam pelos menos ler e ouvir o que se escreve e diz na pátria de Tolstoi.
Centro Nacional de Cultura II
A Presidente da Europa Viva tem a honra de anunciar que foi celebrado protocolo de parceria entre o Centro Nacional de Cultura e a nossa Associação, hoje, dia 17 de Março de 2006.
Do protocolo constam três pontos fundamentais para o prestigio da nossa associação:
1. O CNC apoia logisticamente a Europa Viva disponibilizando salas para as suas reuniões;
2. A Europa Viva fará parte do portal e-cultura.pt e o logotipo do CNC constará da página de abertura do nosso site;
3. O CNC é parceiro da Bienal do Pensamento.
Do protocolo constam três pontos fundamentais para o prestigio da nossa associação:
1. O CNC apoia logisticamente a Europa Viva disponibilizando salas para as suas reuniões;
2. A Europa Viva fará parte do portal e-cultura.pt e o logotipo do CNC constará da página de abertura do nosso site;
3. O CNC é parceiro da Bienal do Pensamento.
quinta-feira, março 16, 2006
Centro Nacional de Cultura
O Presidente do Centro Nacional de Cultura, Prof Oliveira Martins, convocou a Presidente da Europa Viva para um encontro cordial de apresentação da nossa Associação, que se realiza dia 17 de Março pelas 10 no Centro Nacional de Cultura, ao Chiado.
Projecto de Cidadania
A Direcção Nacional reunida em 2006-03-16 aprovou o novo projecto de cidadania que visa a promoção de uma melhor comunicação entre os cidadãos e o Estado ou Empresas ou Administração Pública.
Novos Sócios
a Direcção Nacional reunida em 2006-03-15 aprovou a entrada de dois novos sócios:
- Maria Alcina do Carmo Dias (professora de filosofia)
- Jorge Magalhães Nunes (bancário)
- Maria Alcina do Carmo Dias (professora de filosofia)
- Jorge Magalhães Nunes (bancário)
Ainda a Primavera Europeia nas Escolas...
Mais uma Escola convidou a Europa Viva para falar de si...Desta vez, foi a Escola do Restelo...a Andrea está a preparar um triptico que condensa o mais possível o nosso suporte de comunicação de modo a que possa ser distribuido pelos alunos aos seus professores da área das Humanidades.
Para o ano, estaremos lá presencialmente...
Para o ano, estaremos lá presencialmente...
segunda-feira, março 13, 2006
O que discute a intelectualidade europeia
It Doesn't Stay in Vegas Bernard-Henri Lévy dukes it out with Francis Fukuyama over American virtues and vices, neoconservatives, religion, the future of American muscular internationalism, and the role of intellectuals in a free society.
FRANCIS FUKUYAMA: Your provocative new book, American Vertigo, begins with an attack on the thoughtless European anti-Americanism that has become rampant since the Iraq war, and argues persuasively that the only antidote for it is to take a fresh look at America, at its virtues as well as its vices. This is frequently something done much better by non-Americans, and you are following in the footsteps of one of the most acute observers of all time—Alexis de Tocqueville.
Nonetheless, I want to begin by criticizing something I think you've gotten wrong, namely your dislike of Las Vegas. You find that sex is packaged there in a way that makes it, ironically, puritanical and sterile. This comes as a result of your visits to a strip club and one of those famous legal brothels in rural Nevada, and you keep referring to Las Vegas with considerable distaste throughout the rest of the book.
Now, I happen to know Las Vegas very well, not because I go to strip clubs or brothels, but because I've been going out there regularly with my family to visit relatives for the past 15 years. And that is precisely my problem with your account: You have this image of Las Vegas as "sin city", and then you were disappointed with the poor quality of the sin.
But this view of Las Vegas is at least thirty years out of date. Las Vegas is a real city with real people, not just sex workers, in it. It has been on and off the fastest growing city in the fastest growing county in the United States, with an incredible amount of energy and entrepreneurship. Much of the new employment centers around the gaming industry, but Las Vegas is as economically diverse as other American cities. It is home to huge numbers of retirees, like my relatives; it is the location of Nellis Air Force Base, host to Red Flag exercises and a lot of defense contractors; it has a burgeoning high-tech industry that has escaped the high costs of California; and it has a large Latino population working mainly in low-skill service industries and manufacturing. ©Damir Marusic
The best piece explaining the ethos of Las Vegas (and the American West more generally,) is a short essay by Joan Didion entitled "7000 Romaine, Los Angeles." In it, she explains that Howard Hughes founded modern Las Vegas in 1967 because he, a reclusive insomniac, couldn't find a place to buy a cheeseburger in L.A. at three o'clock in the morning—so he created a whole city to cater to that need. It had nothing to do with sin or sex, but rather the perpetual American desire to reinvent oneself in a place where conventional expectations don't apply. Hughes' transformation of Las Vegas cleaned the city up: Mob influence was eliminated, and the Nevada Gaming Commission put the whole casino industry under tight regulatory controls (not necessarily tighter, of course, than the way prostitution is regulated in Amsterdam or Hamburg). Today the Bellagio, the Luxor and the MGM Grand are more like family-friendly theme parks than gambling halls. So it's ersatz and safe, but it hasn't pretended to be anything else for many years now. The Mormons, after all, are the religious group with the deepest roots throughout Nevada.
What you see when you stand in a buffet line in a Las Vegas casino is the real America: ordinary working- and middle-class Americans, with kids in tow, who want to be entertained. (You remark that you had a hard time finding America's "fat epidemic"; try a buffet.) Many sophisticates from the East look upon all of this with horror, but it's not Las Vegas they're reacting to. What they find distasteful is the American demos itself, with all of its excess and energy.
BERNARD-HENRI LÉVY: The last thing I expected, dear Francis, was to start a discussion with the author of The End of History and the Last Man with an argument about Las Vegas! But after all, why not....
There are three things in what you're saying. There is, first, the fact that Las Vegas, contrary to the way people perceive it in Europe, is a real city with real people, real neighborhoods, real activity, real pensioners and so on. I think you're right. And if it doesn't stand out in my book, if I fail to show the normality of this city—if I fail to say that it is, for example, together with Los Angeles, one of the large American cities where you can also find the largest number of destitute people, the largest number of victims of social exclusion and the largest number of homeless people—then I am at fault.
There is the more general fact, second, that I arrived in the city with my head full of conventional wisdom about the City of Crime, Sex and Sin and found—what a disappointment!—a mundane capital of merely low-brow mass entertainment. That, too, I am willing to accept. I did everything I could to resist the stereotypes that for a writer constitute the first "given facts" he or she deals with when showing interest in a foreign country. But as you know, the attempt to liquidate, demolish and question the cliché is itself the most arduous and interminable challenge we face. And so I'm willing to admit that I failed, as Sartre put it, to "break the bones in my head." I'm willing to admit, somewhat, that I fell into the classic trap of the Frenchman on the lookout for the shadows of Bugsy Siegel and Georges Bataille, but finding instead only some lower middle-class people simply out for a good time.
On the other hand, I cannot agree that my distaste for Las Vegas reflects some contempt or abhorrence for the American people. What do you mean by that? That the great American culture, the energy that nurtured it, the pioneering spirit that drove it, the phenomenal array of shapes it has transformed into and is still transforming into, that all that is allegedly coming to an end in this crazy city, this giant amusement park, this meretricious and over-oxygenated world that nonetheless also characterizes Vegas? Does it mean that John Ford can be absorbed into Caesar's Palace? That Huston's "Let There Be Light" can be absorbed into the never-ending and sleepless lights of the Strip? Francis, are you implying that all this American grandeur, this fundamental belief, this dream that has inspired so many generations of men and women throughout the world is to find its truth in this empire of imposture, this triumph of tackiness and falsehood, which you cannot deny is the other reality of Las Vegas? I see how some elements of this argument tie up with your earlier Kojèvian observations on Hegel, on the happy animality that will be the fate of post-historical humanity. But I'd rather assume a sort of "other" American people who would not be confused with the Las Vegas norm, a people that would convey other values...
Yes, and that is the real issue: Are we compelled, when fighting as I do against that damned European anti-Americanism, to consider America as a whole? When you love a country and defend it, do you have to love its people the way they are and love them completely? I don't think so. I think we can make distinctions and still love. And since you were talking about demos, allow me to remind you that the Ancients had two words (demos and laos for the Greeks, populus and turba for the Romans) to oppose the glory of the sovereign people with the dazed and shapeless plebeians that are its caricature.
FF: Of course you are not required to love everything about the United States, and certainly not those grossly overweight Americans on the Las Vegas buffet lines. Your attack on European anti-Americanism would hardly be credible otherwise. But the real virtue of America is not its Fords and Hustons; it is the opportunity it creates for the most ordinary of its citizens, down to the blackjack dealers and immigrant busboys who make Las Vegas run. The very artificiality of the city—its re-creation of Paris, Venice and Bellagio in the middle of the high desert—is testimony to a great American yearning and capacity for re-invention. This is what the American West represented, and still represents—the ability to start over. Say your business in St. Louis went bankrupt, a mob attacked your latter-day prophet in Cairo (Illinois, that is), you were fired from your job and your wife left you back in Buffalo. So you simply headed west and settled in a place where no one knew you and no one cared who you once were or what you did. In America, the frontier still hasn't really closed; there are still vast empty spaces waiting to be filled up. And not all those spaces are physical: We have an electronic frontier in cyberspace that we have been busily populating these past few years.
That was the real practical meaning of American democracy: Every individual could set their clock to year zero; they could be what they made of themselves and not what their parents and ancestors expected of them. Europeans often look down on Americans for their loss of memory, their rootlessness, and, true enough, this becomes a real defect when Americans fail to understand that the other peoples they encounter do not suffer from their particular form of liberation amnesia. But it has also been very important to the success of American democracy. It meant that the United States has been more open to people from very different places and cultures who were themselves interested in starting over in a place where no one could locate Yerevan or Pusan or Lublin on a map. Europeans, whatever their aspirations to create a Habermasian post-national identity, are still rooted in communities of blood and memory, where people remember their ancestors and are defined by their parents.
This doesn't lead the American demos to a happy animality, but to a restlessness and an energy and a willingness to bend rules to get ahead. Americans are religious, far more so than Europeans, which means that they actually believe in things that exist beyond the body and its needs, even if it leads them to strange debates over things like intelligent design. The End of History and the Last Man ended with ruminations about the possibility that modern democracy would yield "men without chests", wedded to ever-increasing peace and prosperity. During the Clinton years, in our preoccupation with the NASDAQ and Monica Lewinsky, that seemed a fair conclusion. But on further reflection, it has seemed to me that America was not remotely in danger of becoming the home of the Hegelian last man. Now that the United States has launched two wars in the new millennium, it seems like an even less apt concern. The last man actually lives in Europe.
This, it seems to me, is the essential paradox you deal with in American Vertigo: Americans have this incredible energy, they've created a faux paradise in the desert at home and now they want to make deserts bloom in the Middle East. But they go about it in a clumsy and self-defeating way, and they have neither the imperial bloody-mindedness nor the steady judgment to see the project through. Maybe so. But if global leadership were left up to Europeans, they would either acquiesce in whatever exists, or they would make cynical deals to preserve their own narrow interests while talking about universal rights and justice.
Bernard-Henri LÉVY: I, for one, certainly do not long for the time when Europe had leadership and was calling the shots among the nations! I know its failure well, and I also know the terrible assessment of what my friend Jean-Claude Milner called its "criminal inclinations." Consider the Armenian genocide. Consider the rise of fascist movements and the Spanish Civil War. Consider the implementation of the Final Solution of the alleged "Jewish question."
Consider even the next period, the one characterized by the gradual containment of communism and later by the support that had to be provided to the first democratic, anti-totalitarian movements in the countries of captive Europe. On each occasion Europe betrayed. Europe disavowed and made a mockery of its own values. Indeed, on each occasion, Europe was ready to strike the most cynical deals in order to preserve its interests. It's appalling, it's pathetic, but that's the way it is....
Incidentally, the same thing can be said of the supranational organizations, about which I share the same reservations as those expressed by many American intellectuals. The League of Nations was useless; the UN even more so. And every time, or nearly every time, the international community put its trust in the UN to support freedom or the rule of law, it has been a disaster. Take wars in Africa, where the UN has been (and still is) way below par, most recently in Darfur. Or the case of East Timor, where UN-led forces achieved the astounding feat of scurrying away right before the slaughterers started their dirty work. Or the example of Bosnia, where I saw with my own eyes how the UN peacekeeping force, far from being "incapable" of stopping the slaughter, actually facilitated it by their very presence thanks to the absurdity of their mandate.
In the case of Bosnia it took the United States to stop the murderers. Just as in World War II and the fight against communism (albeit in a slower, less aggressive way), it took this odd country that, because of its deep-rooted culture and the philosophy you describe (which I admire as much as you do) is capable of ethical military intervention basically disconnected from any consideration of its narrow and immediate national interest. Praise this aspect of U.S. culture! Praise this ability to act in a manner incomprehensible in terms of any pure power rationale. And praise-this is one of the recurring themes of American Vertigo—its political universalism, which I also link, as you do, to that energy, that faith in the future, that tendency to push back the frontier and start all over from scratch, that way of building communities that owe little to the kind of lethal tradition that has caused so much to damage to Europe, that foul tradition of the soil, the race, the roots.
However, one must also question the health of America's democratic culture. And here I'm no longer talking about Las Vegas or about the war in Iraq. And I'm not even talking about the sense of discomfort felt by America's friends throughout the world when they saw how it responded so little, so belatedly and so clumsily to press reports about the scandals of Guantanamo and Abu Ghraib. No, I'm talking about the rest—about everything else, in no particular order: religious fundamentalism; the return of isolationist movements, both Left and Right; the rise of a nationalism reminiscent on some occasions of the worst trends of European national chauvinism; the upsurge of communitarianism that would negate American spontaneity and energy; the threats posed by mass consumerism—see the Mall of the Americas in Minneapolis, for example—that weigh down the individual spirit; and America's new hyperamnesia, which denies the "particular form of amnesia" that you rightly said has made this country a great one.
I could go on, but basically, my concerns reduce to a simple question: What is the state of health of American democracy? You know what my answer is: that here, too, there are two Americas, two American cultures. And between these two cultures—the great one and the other one; between the one we both love and the one whose evil characters I constantly ran into during my trip; between the great democratic and universalist America that is open to all newcomers and the America of megachurches, of Texas arms bazaars, and of huge malls, that is the source and at the same time the consequence of what I called a "vertigo" (and where I'm quite close, incidentally, to seeing, unlike yourself, the triumph of what you called "the last man")—there is a ruthless battle whose outcome neither you nor I can predict. But do you share my concern, especially my worries about American "polarization"?
FF: One of the hardest things for me to understand is the degree to which American society itself has genuinely changed in recent years. My instinctive reaction to Europeans who say they no longer recognize the United States is that they never understood it in the first place (Unbelievable! Americans actually believe in God!). But this is obviously not your problem, and in many ways some of the things that have changed may be more obvious to a non-American like yourself who actually goes around the country and talks to people, than to someone like me who may take too much for granted.
Particularly since the 2000 election there has been increasing discussion about polarization and the emergence of "red" and "blue" state America. This polarization is most evident in Congress, where many long-time observers of the institution are deeply troubled by the fact that many individual members of Congress no longer make friendships or even socialize across the partisan divide. It is evident also in the media, where increasing bandwidth in cable television, radio and the Internet has broken the largely liberal dominance of these channels. This has had two effects: It has given conservatives new outlets (e.g., AM talk radio), and it has allowed people to sort themselves out ideologically into niches where they only have to talk to those who already share their opinions.
On the other hand, there is also evidence that conventional wisdom overstates the degree of polarization in the United States today. If you get away from the simple yes-no categories of pollsters and move to more qualitative research, you find that most Americans hold nuanced political views—people who, for example, don't like abortion but are willing to make exceptions and support stem cell research. Moreover, the different dimensions of the red-blue divide do not correlate with each other: There are blue state Democrats who tend toward isolationism and protectionism, and are intensely opposed to outsourcing and other manifestations of globalization. At the same time there are Protestant Evangelicals working in developing countries to fight HIV/AIDS, whose organizations were indeed critical in convincing President Bush to sharply increase funding to combat the disease.
In my view, the most fundamental divide in the United States is not over foreign policy and internationalism, but over cultural issues. There are large numbers of working-class Americans who should be voting Democratic based on their economic interests, but who distrust a party they regard as hostile to religion and friendly to anti-family feminism and gay rights. They support President Bush over Iraq not because they want to democratize the Middle East, but because they feel that it would be cowardly and dishonorable to make too early an exit. And they are not wrong to hold these views.
But, and this is where I agree with you, there is a certain part of Bush's red state base—what Walter Russell Mead labels "Jacksonian" America—that is culturally conservative, pugnaciously nationalist, protectionist, anti-immigrant, anti-elitist and increasingly angry. The September 11 attacks have added an extra bitterness to their feelings of betrayal, both by an establishment elite and by supposed allies who failed the United States in its time of need. The heart of the Republican Party has become increasingly Southern and reflective of Southern values. Those guided by such values believe that the rest of the country has abandoned honor, duty, belief in God and service to country.
As Robert Kaplan pointed out in the first issue of The American Interest, these views are increasingly held by members of the U.S. military, who feel themselves a caste apart from American society, and who are resurrecting a code of warrior honor last seen during the Confederacy. And in response to criticisms of Iraq and American policy over issues like torture, Abu Ghraib and Guantanamo, they are fast developing the same kinds of "stabbed-in-the-back by the liberal media" views that existed during the Vietnam War. It is a sign of the times that someone like Ann Coulter can find a substantial audience for books accusing liberals not just of being misguided, but of being treasonous.
Jacksonian America has very little sympathy with the broad-minded internationalist agenda you outline as representing the best of what America has to offer the world. This type of conservative joined with the neoconservatives and the liberal hawks in supporting an internationalist agenda after September 11, including the Afghan and Iraq wars. But they did this because they felt the United States was under attack. The stirring idealist rhetoric of Bush's second Inaugural Address has little resonance with them, and in almost all other respects, they have virtually nothing in common with neoconservatives. When George W. Bush as a candidate in the 2000 election attacked nation-building and humanitarian intervention, he was reflecting Jacksonian views. When Bill Kristol and the Weekly Standard came out in favor of intervention in Bosnia and Kosovo, a lot of his conservative readers cancelled their subscriptions.
President Bush is currently losing control over his party on issues like trade and immigration. The long-term fear is that, if Iraq ends as a debacle, he will lose them on foreign policy as well, and we'll see a sharp return to isolationism. You see a longer-term change in American society. I am not so sure; this could simply be one of those cyclical swings that occurred last after Vietnam, one that can be countered by the right kind of leadership in the coming years.
BERNARD-HENRI LÉVY: You have just highlighted one of the phenomena that struck me most during my year of investigation, and which I will summarize by saying, once again, that it is one of the threads that weave through American Vertigo.
First point: Yes, America is indeed divided, more so than it thinks and more than what most European observers think. From afar, we believe America is a country of doctrinaire approaches and groupthink, of consensus, of the well-understood interest of each and every one, and of well-calculated passions. But it is not so! America is a riven, torn country, a country where two (perhaps more) models of society stand in direct opposition to each other and are organized around each other. In other words, ideology is making a strong comeback. In my mind this is not a criticism; quite the contrary, actually. It is a sign of democratic vitality. On this issue I'm following the same line as Montesquieu or Machiavelli, who believed that when "you can no longer hear the noise of a single uproar" in a given society, when the hue and cry has receded, then you are not far from "dictatorship."
Second point: No, this split does not occur along a conventional divide linked to the two major American political parties. It is more subtle—harsh and ruthless, but at the same time more subtle. And the truth is that it cuts completely across both parties. The fracture lines are cultural, they are deep-rooted, and institutional realities no longer account for them. America is faced with a representation crisis; American political parties are lagging behind in terms of the sensitivities they should be expressing, even more so than in Europe or in France.
And now third point, my greatest bone of contention with your neoconservative friends and perhaps with you, as well. I can understand how free-thinking intellectuals would line up with some aspects of a president's policy, including his international policy. Furthermore, I can understand that, not content with just offering support, they set out to shift the emphasis, inspire and prompt the policy of an administration that everything had separated them from up until then (after all, that's exactly what I did at the time of the Bosnia crisis). And I find nothing shocking—though this time it was not my personal choice—that people like Paul Wolfowitz, Richard Perle or Bill Kristol, who are, broadly speaking, Wilsonians—have been found for some years now treading along the lines (with regard to Iraqi issues) of the Jacksonians surrounding George W. Bush. But what I don't understand is that in the process they decided to accept everything else. What I don't understand, and what upsets me, is that just because they came together on one issue—granted, a key issue—they felt compelled to line up on every other issue and to endorse the Administration's entire agenda. What I won't accept—and what I see as a big mistake—is this way you decide, just because you agree on Bosnia, Afghanistan or Iraq, that you also have to agree with the ethos on the death penalty, on abortion, on gun control, on the neurotic fixation on gay marriage, and on all sorts of other issues. When I met Bill Kristol in Washington, I asked him: "When you go to a restaurant, do you order a dish or the whole menu?" He looked at me quizzically. Yet the problem is right there. When I go to the restaurant I choose a dish, maybe two. He takes the entire menu. And that's absurd, even dangerous, for at least three reasons.
First, it's an insult to intellectual freedom. An intellectual is someone who never puts himself or herself at someone's service. An intellectual is no one's puppet. An intellectual may join the powers that be on a specific issue, but nevertheless continues, with regard to the other issues, to defend not only his or her colors, but also the different hues of those colors.
Second, when neoconservative intellectuals took the full-package approach, they took the risk of compromising a beautiful concept we had in common, and I'm not sure in what state it will emerge from this venture. That concept is the "right to intervene" or "duty to step in." This is a key concept, a genuine enhancement of applied Western political philosophy. But to see it associated with pathetic attacks on Clinton's privacy, with absurd religious crusades or to confuse "reasons of state" with lies of state, is a sad sight. It raises fears that this cherished concept might emerge deeply corrupted and weakened from all this.
And third, by eating the entire menu, they diminish American intellectual and political life; they soften whatever sparkle, diversity, conflicting or contradictory nature it might have. Diversity will send a wake-up call on the very day when the true Bushites realize they have nothing in common with idealistic and adventurous neoconservatives and drive them out—which, in my opinion, will come soon. But for the moment, that's how the matter stands. And neoconservatism, which once invigorated the ideological debate in this country, is now rarifying and simplifying it instead.
FF: I don't know why you assume that someone like Bill Kristol shares your antipathy to social conservatism and is disingenuously supporting President Bush's agenda in these areas. As far as I am aware, he sincerely supports the death penalty, favors tough interrogation measures in the war on terrorism, and has real qualms about both gay marriage and Bill Clinton's character. So he is not selling his soul simply to get his way on Iraq.
But even if he were compromising on some issues for the sake of a larger political goal, I'm not sure how I'd blame or condemn him for it. The idea that an intellectual must always speak truth to power and never compromise means for ends seems to me a rather naive view of how intellectuals actually behave, and reflects in many ways the powerlessness of European intellectuals and their distance from the real world of policy and politics. Of course, the academy must try to remain an institutional bastion of intellectual freedom that is not subject to vagaries of political opinion. But in the United States, to a much greater degree than in Europe, scholars, academics and intellectuals have moved much more easily between government and private life than in Europe, and are much more involved in formulating, promoting and implementing policies than their European counterparts. This necessarily limits certain kinds of intellectual freedom, but I'm not sure that, in the end, this is such a bad thing.
I myself worked for more than ten years at the RAND Corporation, the original "think tank" satirized in Stanley Kubrick's Dr. Strangelove that did contract research for the U.S. Air Force and Defense Department. Obviously, one cannot be a free thinker in a place like that (Daniel Ellsberg tried to be and he was fired), and that is one of the reasons that I eventually left to go to a university. But overall, I believe that a democracy is better off having intellectuals pay systematic attention to policy issues, even if it is occasionally corrupting. Having to deal not with ideal solutions but with the real world of power and politics is a good discipline for an intellectual. There is a fine line between being realistic and selling one's soul, and in the case of the Iraq war many neoconservatives got so preoccupied with policy advocacy that they blinded themselves to reality. But it's not clear that virtue necessarily lies on the side of intellectuals who think they are simply being honest.
Intellectuals make compromises of other sorts. An organization with which you have been associated, SOS Racisme, has been very good over the years at identifying racism on the Right, but not so quick to denounce the anti-Semitism of the European Left, or among Muslims. (I am not accusing you of this; you have been good at seeing the problem of racism on both sides.) Those taking this view either genuinely don't perceive this kind of racism, or more likely they don't want to undermine the moral authority of political forces whose agenda they broadly support. This kind of advocacy has been very destructive, and is one of the reasons that Europe to this day cannot have an honest discussion about issues related to Islam, immigration and identity politics. I am not so sure that the behavior I am describing is all that different from what you find so reprehensible on the part of the neoconservatives.
BERNARD-HENRI LÉVY: That's it. I think we have come to heart of what divides us.
Forget Bill Kristol, about whom you certainly have more information than I do. Forget SOS Racisme as well, which I on the other hand am more familiar with than you are. Let me simply point out that SOS Racisme is one of the driving forces today in France that strongly exposes the devastating effects of communitarianism, political Islamism and anti-Semitism.
The problem lies with the definition of what you and I call an intellectual, and beyond its definition, its function. Unlike you, I don't think an intellectual's purpose is to run the RAND Corporation or any institution like it. Not because I despise RAND, or because I believe in Kubrick's burlesque portrayal of it. No, I just think that while some people are running RAND, others no more or no less worthy or deserving should be dealing with, shall we say, the unfiltered truth. A democracy needs both, imperatively and absolutely both—"realistic" intellectuals and "idealistic" intellectuals. Both types and the functions they embody have recognizable places inside society, even if some societies value one type more than the other. America needs intellectuals with a selfless concern for sense, complexity and truth. This is just as essential to its equilibrium (possibly even to its moral fiber and therefore to its good health) as the existence of universal suffrage or the separation of powers à la Montesquieu.
You of all people won't deny all this, given your itinerary since your return to university. As I'm sure you know, being the Hegelian you are, that "idealist" intellectuals are no less in direct contact with reality, and are no less concerned with politics, than intellectuals of any other type.
Bernard-Henri Lévy is a member of the AI's global advisory council and author of American Vertigo.
Francis Fukuyama is chairman of the AI's editorial board.
© The American Interest LLC, 2005
FRANCIS FUKUYAMA: Your provocative new book, American Vertigo, begins with an attack on the thoughtless European anti-Americanism that has become rampant since the Iraq war, and argues persuasively that the only antidote for it is to take a fresh look at America, at its virtues as well as its vices. This is frequently something done much better by non-Americans, and you are following in the footsteps of one of the most acute observers of all time—Alexis de Tocqueville.
Nonetheless, I want to begin by criticizing something I think you've gotten wrong, namely your dislike of Las Vegas. You find that sex is packaged there in a way that makes it, ironically, puritanical and sterile. This comes as a result of your visits to a strip club and one of those famous legal brothels in rural Nevada, and you keep referring to Las Vegas with considerable distaste throughout the rest of the book.
Now, I happen to know Las Vegas very well, not because I go to strip clubs or brothels, but because I've been going out there regularly with my family to visit relatives for the past 15 years. And that is precisely my problem with your account: You have this image of Las Vegas as "sin city", and then you were disappointed with the poor quality of the sin.
But this view of Las Vegas is at least thirty years out of date. Las Vegas is a real city with real people, not just sex workers, in it. It has been on and off the fastest growing city in the fastest growing county in the United States, with an incredible amount of energy and entrepreneurship. Much of the new employment centers around the gaming industry, but Las Vegas is as economically diverse as other American cities. It is home to huge numbers of retirees, like my relatives; it is the location of Nellis Air Force Base, host to Red Flag exercises and a lot of defense contractors; it has a burgeoning high-tech industry that has escaped the high costs of California; and it has a large Latino population working mainly in low-skill service industries and manufacturing. ©Damir Marusic
The best piece explaining the ethos of Las Vegas (and the American West more generally,) is a short essay by Joan Didion entitled "7000 Romaine, Los Angeles." In it, she explains that Howard Hughes founded modern Las Vegas in 1967 because he, a reclusive insomniac, couldn't find a place to buy a cheeseburger in L.A. at three o'clock in the morning—so he created a whole city to cater to that need. It had nothing to do with sin or sex, but rather the perpetual American desire to reinvent oneself in a place where conventional expectations don't apply. Hughes' transformation of Las Vegas cleaned the city up: Mob influence was eliminated, and the Nevada Gaming Commission put the whole casino industry under tight regulatory controls (not necessarily tighter, of course, than the way prostitution is regulated in Amsterdam or Hamburg). Today the Bellagio, the Luxor and the MGM Grand are more like family-friendly theme parks than gambling halls. So it's ersatz and safe, but it hasn't pretended to be anything else for many years now. The Mormons, after all, are the religious group with the deepest roots throughout Nevada.
What you see when you stand in a buffet line in a Las Vegas casino is the real America: ordinary working- and middle-class Americans, with kids in tow, who want to be entertained. (You remark that you had a hard time finding America's "fat epidemic"; try a buffet.) Many sophisticates from the East look upon all of this with horror, but it's not Las Vegas they're reacting to. What they find distasteful is the American demos itself, with all of its excess and energy.
BERNARD-HENRI LÉVY: The last thing I expected, dear Francis, was to start a discussion with the author of The End of History and the Last Man with an argument about Las Vegas! But after all, why not....
There are three things in what you're saying. There is, first, the fact that Las Vegas, contrary to the way people perceive it in Europe, is a real city with real people, real neighborhoods, real activity, real pensioners and so on. I think you're right. And if it doesn't stand out in my book, if I fail to show the normality of this city—if I fail to say that it is, for example, together with Los Angeles, one of the large American cities where you can also find the largest number of destitute people, the largest number of victims of social exclusion and the largest number of homeless people—then I am at fault.
There is the more general fact, second, that I arrived in the city with my head full of conventional wisdom about the City of Crime, Sex and Sin and found—what a disappointment!—a mundane capital of merely low-brow mass entertainment. That, too, I am willing to accept. I did everything I could to resist the stereotypes that for a writer constitute the first "given facts" he or she deals with when showing interest in a foreign country. But as you know, the attempt to liquidate, demolish and question the cliché is itself the most arduous and interminable challenge we face. And so I'm willing to admit that I failed, as Sartre put it, to "break the bones in my head." I'm willing to admit, somewhat, that I fell into the classic trap of the Frenchman on the lookout for the shadows of Bugsy Siegel and Georges Bataille, but finding instead only some lower middle-class people simply out for a good time.
On the other hand, I cannot agree that my distaste for Las Vegas reflects some contempt or abhorrence for the American people. What do you mean by that? That the great American culture, the energy that nurtured it, the pioneering spirit that drove it, the phenomenal array of shapes it has transformed into and is still transforming into, that all that is allegedly coming to an end in this crazy city, this giant amusement park, this meretricious and over-oxygenated world that nonetheless also characterizes Vegas? Does it mean that John Ford can be absorbed into Caesar's Palace? That Huston's "Let There Be Light" can be absorbed into the never-ending and sleepless lights of the Strip? Francis, are you implying that all this American grandeur, this fundamental belief, this dream that has inspired so many generations of men and women throughout the world is to find its truth in this empire of imposture, this triumph of tackiness and falsehood, which you cannot deny is the other reality of Las Vegas? I see how some elements of this argument tie up with your earlier Kojèvian observations on Hegel, on the happy animality that will be the fate of post-historical humanity. But I'd rather assume a sort of "other" American people who would not be confused with the Las Vegas norm, a people that would convey other values...
Yes, and that is the real issue: Are we compelled, when fighting as I do against that damned European anti-Americanism, to consider America as a whole? When you love a country and defend it, do you have to love its people the way they are and love them completely? I don't think so. I think we can make distinctions and still love. And since you were talking about demos, allow me to remind you that the Ancients had two words (demos and laos for the Greeks, populus and turba for the Romans) to oppose the glory of the sovereign people with the dazed and shapeless plebeians that are its caricature.
FF: Of course you are not required to love everything about the United States, and certainly not those grossly overweight Americans on the Las Vegas buffet lines. Your attack on European anti-Americanism would hardly be credible otherwise. But the real virtue of America is not its Fords and Hustons; it is the opportunity it creates for the most ordinary of its citizens, down to the blackjack dealers and immigrant busboys who make Las Vegas run. The very artificiality of the city—its re-creation of Paris, Venice and Bellagio in the middle of the high desert—is testimony to a great American yearning and capacity for re-invention. This is what the American West represented, and still represents—the ability to start over. Say your business in St. Louis went bankrupt, a mob attacked your latter-day prophet in Cairo (Illinois, that is), you were fired from your job and your wife left you back in Buffalo. So you simply headed west and settled in a place where no one knew you and no one cared who you once were or what you did. In America, the frontier still hasn't really closed; there are still vast empty spaces waiting to be filled up. And not all those spaces are physical: We have an electronic frontier in cyberspace that we have been busily populating these past few years.
That was the real practical meaning of American democracy: Every individual could set their clock to year zero; they could be what they made of themselves and not what their parents and ancestors expected of them. Europeans often look down on Americans for their loss of memory, their rootlessness, and, true enough, this becomes a real defect when Americans fail to understand that the other peoples they encounter do not suffer from their particular form of liberation amnesia. But it has also been very important to the success of American democracy. It meant that the United States has been more open to people from very different places and cultures who were themselves interested in starting over in a place where no one could locate Yerevan or Pusan or Lublin on a map. Europeans, whatever their aspirations to create a Habermasian post-national identity, are still rooted in communities of blood and memory, where people remember their ancestors and are defined by their parents.
This doesn't lead the American demos to a happy animality, but to a restlessness and an energy and a willingness to bend rules to get ahead. Americans are religious, far more so than Europeans, which means that they actually believe in things that exist beyond the body and its needs, even if it leads them to strange debates over things like intelligent design. The End of History and the Last Man ended with ruminations about the possibility that modern democracy would yield "men without chests", wedded to ever-increasing peace and prosperity. During the Clinton years, in our preoccupation with the NASDAQ and Monica Lewinsky, that seemed a fair conclusion. But on further reflection, it has seemed to me that America was not remotely in danger of becoming the home of the Hegelian last man. Now that the United States has launched two wars in the new millennium, it seems like an even less apt concern. The last man actually lives in Europe.
This, it seems to me, is the essential paradox you deal with in American Vertigo: Americans have this incredible energy, they've created a faux paradise in the desert at home and now they want to make deserts bloom in the Middle East. But they go about it in a clumsy and self-defeating way, and they have neither the imperial bloody-mindedness nor the steady judgment to see the project through. Maybe so. But if global leadership were left up to Europeans, they would either acquiesce in whatever exists, or they would make cynical deals to preserve their own narrow interests while talking about universal rights and justice.
Bernard-Henri LÉVY: I, for one, certainly do not long for the time when Europe had leadership and was calling the shots among the nations! I know its failure well, and I also know the terrible assessment of what my friend Jean-Claude Milner called its "criminal inclinations." Consider the Armenian genocide. Consider the rise of fascist movements and the Spanish Civil War. Consider the implementation of the Final Solution of the alleged "Jewish question."
Consider even the next period, the one characterized by the gradual containment of communism and later by the support that had to be provided to the first democratic, anti-totalitarian movements in the countries of captive Europe. On each occasion Europe betrayed. Europe disavowed and made a mockery of its own values. Indeed, on each occasion, Europe was ready to strike the most cynical deals in order to preserve its interests. It's appalling, it's pathetic, but that's the way it is....
Incidentally, the same thing can be said of the supranational organizations, about which I share the same reservations as those expressed by many American intellectuals. The League of Nations was useless; the UN even more so. And every time, or nearly every time, the international community put its trust in the UN to support freedom or the rule of law, it has been a disaster. Take wars in Africa, where the UN has been (and still is) way below par, most recently in Darfur. Or the case of East Timor, where UN-led forces achieved the astounding feat of scurrying away right before the slaughterers started their dirty work. Or the example of Bosnia, where I saw with my own eyes how the UN peacekeeping force, far from being "incapable" of stopping the slaughter, actually facilitated it by their very presence thanks to the absurdity of their mandate.
In the case of Bosnia it took the United States to stop the murderers. Just as in World War II and the fight against communism (albeit in a slower, less aggressive way), it took this odd country that, because of its deep-rooted culture and the philosophy you describe (which I admire as much as you do) is capable of ethical military intervention basically disconnected from any consideration of its narrow and immediate national interest. Praise this aspect of U.S. culture! Praise this ability to act in a manner incomprehensible in terms of any pure power rationale. And praise-this is one of the recurring themes of American Vertigo—its political universalism, which I also link, as you do, to that energy, that faith in the future, that tendency to push back the frontier and start all over from scratch, that way of building communities that owe little to the kind of lethal tradition that has caused so much to damage to Europe, that foul tradition of the soil, the race, the roots.
However, one must also question the health of America's democratic culture. And here I'm no longer talking about Las Vegas or about the war in Iraq. And I'm not even talking about the sense of discomfort felt by America's friends throughout the world when they saw how it responded so little, so belatedly and so clumsily to press reports about the scandals of Guantanamo and Abu Ghraib. No, I'm talking about the rest—about everything else, in no particular order: religious fundamentalism; the return of isolationist movements, both Left and Right; the rise of a nationalism reminiscent on some occasions of the worst trends of European national chauvinism; the upsurge of communitarianism that would negate American spontaneity and energy; the threats posed by mass consumerism—see the Mall of the Americas in Minneapolis, for example—that weigh down the individual spirit; and America's new hyperamnesia, which denies the "particular form of amnesia" that you rightly said has made this country a great one.
I could go on, but basically, my concerns reduce to a simple question: What is the state of health of American democracy? You know what my answer is: that here, too, there are two Americas, two American cultures. And between these two cultures—the great one and the other one; between the one we both love and the one whose evil characters I constantly ran into during my trip; between the great democratic and universalist America that is open to all newcomers and the America of megachurches, of Texas arms bazaars, and of huge malls, that is the source and at the same time the consequence of what I called a "vertigo" (and where I'm quite close, incidentally, to seeing, unlike yourself, the triumph of what you called "the last man")—there is a ruthless battle whose outcome neither you nor I can predict. But do you share my concern, especially my worries about American "polarization"?
FF: One of the hardest things for me to understand is the degree to which American society itself has genuinely changed in recent years. My instinctive reaction to Europeans who say they no longer recognize the United States is that they never understood it in the first place (Unbelievable! Americans actually believe in God!). But this is obviously not your problem, and in many ways some of the things that have changed may be more obvious to a non-American like yourself who actually goes around the country and talks to people, than to someone like me who may take too much for granted.
Particularly since the 2000 election there has been increasing discussion about polarization and the emergence of "red" and "blue" state America. This polarization is most evident in Congress, where many long-time observers of the institution are deeply troubled by the fact that many individual members of Congress no longer make friendships or even socialize across the partisan divide. It is evident also in the media, where increasing bandwidth in cable television, radio and the Internet has broken the largely liberal dominance of these channels. This has had two effects: It has given conservatives new outlets (e.g., AM talk radio), and it has allowed people to sort themselves out ideologically into niches where they only have to talk to those who already share their opinions.
On the other hand, there is also evidence that conventional wisdom overstates the degree of polarization in the United States today. If you get away from the simple yes-no categories of pollsters and move to more qualitative research, you find that most Americans hold nuanced political views—people who, for example, don't like abortion but are willing to make exceptions and support stem cell research. Moreover, the different dimensions of the red-blue divide do not correlate with each other: There are blue state Democrats who tend toward isolationism and protectionism, and are intensely opposed to outsourcing and other manifestations of globalization. At the same time there are Protestant Evangelicals working in developing countries to fight HIV/AIDS, whose organizations were indeed critical in convincing President Bush to sharply increase funding to combat the disease.
In my view, the most fundamental divide in the United States is not over foreign policy and internationalism, but over cultural issues. There are large numbers of working-class Americans who should be voting Democratic based on their economic interests, but who distrust a party they regard as hostile to religion and friendly to anti-family feminism and gay rights. They support President Bush over Iraq not because they want to democratize the Middle East, but because they feel that it would be cowardly and dishonorable to make too early an exit. And they are not wrong to hold these views.
But, and this is where I agree with you, there is a certain part of Bush's red state base—what Walter Russell Mead labels "Jacksonian" America—that is culturally conservative, pugnaciously nationalist, protectionist, anti-immigrant, anti-elitist and increasingly angry. The September 11 attacks have added an extra bitterness to their feelings of betrayal, both by an establishment elite and by supposed allies who failed the United States in its time of need. The heart of the Republican Party has become increasingly Southern and reflective of Southern values. Those guided by such values believe that the rest of the country has abandoned honor, duty, belief in God and service to country.
As Robert Kaplan pointed out in the first issue of The American Interest, these views are increasingly held by members of the U.S. military, who feel themselves a caste apart from American society, and who are resurrecting a code of warrior honor last seen during the Confederacy. And in response to criticisms of Iraq and American policy over issues like torture, Abu Ghraib and Guantanamo, they are fast developing the same kinds of "stabbed-in-the-back by the liberal media" views that existed during the Vietnam War. It is a sign of the times that someone like Ann Coulter can find a substantial audience for books accusing liberals not just of being misguided, but of being treasonous.
Jacksonian America has very little sympathy with the broad-minded internationalist agenda you outline as representing the best of what America has to offer the world. This type of conservative joined with the neoconservatives and the liberal hawks in supporting an internationalist agenda after September 11, including the Afghan and Iraq wars. But they did this because they felt the United States was under attack. The stirring idealist rhetoric of Bush's second Inaugural Address has little resonance with them, and in almost all other respects, they have virtually nothing in common with neoconservatives. When George W. Bush as a candidate in the 2000 election attacked nation-building and humanitarian intervention, he was reflecting Jacksonian views. When Bill Kristol and the Weekly Standard came out in favor of intervention in Bosnia and Kosovo, a lot of his conservative readers cancelled their subscriptions.
President Bush is currently losing control over his party on issues like trade and immigration. The long-term fear is that, if Iraq ends as a debacle, he will lose them on foreign policy as well, and we'll see a sharp return to isolationism. You see a longer-term change in American society. I am not so sure; this could simply be one of those cyclical swings that occurred last after Vietnam, one that can be countered by the right kind of leadership in the coming years.
BERNARD-HENRI LÉVY: You have just highlighted one of the phenomena that struck me most during my year of investigation, and which I will summarize by saying, once again, that it is one of the threads that weave through American Vertigo.
First point: Yes, America is indeed divided, more so than it thinks and more than what most European observers think. From afar, we believe America is a country of doctrinaire approaches and groupthink, of consensus, of the well-understood interest of each and every one, and of well-calculated passions. But it is not so! America is a riven, torn country, a country where two (perhaps more) models of society stand in direct opposition to each other and are organized around each other. In other words, ideology is making a strong comeback. In my mind this is not a criticism; quite the contrary, actually. It is a sign of democratic vitality. On this issue I'm following the same line as Montesquieu or Machiavelli, who believed that when "you can no longer hear the noise of a single uproar" in a given society, when the hue and cry has receded, then you are not far from "dictatorship."
Second point: No, this split does not occur along a conventional divide linked to the two major American political parties. It is more subtle—harsh and ruthless, but at the same time more subtle. And the truth is that it cuts completely across both parties. The fracture lines are cultural, they are deep-rooted, and institutional realities no longer account for them. America is faced with a representation crisis; American political parties are lagging behind in terms of the sensitivities they should be expressing, even more so than in Europe or in France.
And now third point, my greatest bone of contention with your neoconservative friends and perhaps with you, as well. I can understand how free-thinking intellectuals would line up with some aspects of a president's policy, including his international policy. Furthermore, I can understand that, not content with just offering support, they set out to shift the emphasis, inspire and prompt the policy of an administration that everything had separated them from up until then (after all, that's exactly what I did at the time of the Bosnia crisis). And I find nothing shocking—though this time it was not my personal choice—that people like Paul Wolfowitz, Richard Perle or Bill Kristol, who are, broadly speaking, Wilsonians—have been found for some years now treading along the lines (with regard to Iraqi issues) of the Jacksonians surrounding George W. Bush. But what I don't understand is that in the process they decided to accept everything else. What I don't understand, and what upsets me, is that just because they came together on one issue—granted, a key issue—they felt compelled to line up on every other issue and to endorse the Administration's entire agenda. What I won't accept—and what I see as a big mistake—is this way you decide, just because you agree on Bosnia, Afghanistan or Iraq, that you also have to agree with the ethos on the death penalty, on abortion, on gun control, on the neurotic fixation on gay marriage, and on all sorts of other issues. When I met Bill Kristol in Washington, I asked him: "When you go to a restaurant, do you order a dish or the whole menu?" He looked at me quizzically. Yet the problem is right there. When I go to the restaurant I choose a dish, maybe two. He takes the entire menu. And that's absurd, even dangerous, for at least three reasons.
First, it's an insult to intellectual freedom. An intellectual is someone who never puts himself or herself at someone's service. An intellectual is no one's puppet. An intellectual may join the powers that be on a specific issue, but nevertheless continues, with regard to the other issues, to defend not only his or her colors, but also the different hues of those colors.
Second, when neoconservative intellectuals took the full-package approach, they took the risk of compromising a beautiful concept we had in common, and I'm not sure in what state it will emerge from this venture. That concept is the "right to intervene" or "duty to step in." This is a key concept, a genuine enhancement of applied Western political philosophy. But to see it associated with pathetic attacks on Clinton's privacy, with absurd religious crusades or to confuse "reasons of state" with lies of state, is a sad sight. It raises fears that this cherished concept might emerge deeply corrupted and weakened from all this.
And third, by eating the entire menu, they diminish American intellectual and political life; they soften whatever sparkle, diversity, conflicting or contradictory nature it might have. Diversity will send a wake-up call on the very day when the true Bushites realize they have nothing in common with idealistic and adventurous neoconservatives and drive them out—which, in my opinion, will come soon. But for the moment, that's how the matter stands. And neoconservatism, which once invigorated the ideological debate in this country, is now rarifying and simplifying it instead.
FF: I don't know why you assume that someone like Bill Kristol shares your antipathy to social conservatism and is disingenuously supporting President Bush's agenda in these areas. As far as I am aware, he sincerely supports the death penalty, favors tough interrogation measures in the war on terrorism, and has real qualms about both gay marriage and Bill Clinton's character. So he is not selling his soul simply to get his way on Iraq.
But even if he were compromising on some issues for the sake of a larger political goal, I'm not sure how I'd blame or condemn him for it. The idea that an intellectual must always speak truth to power and never compromise means for ends seems to me a rather naive view of how intellectuals actually behave, and reflects in many ways the powerlessness of European intellectuals and their distance from the real world of policy and politics. Of course, the academy must try to remain an institutional bastion of intellectual freedom that is not subject to vagaries of political opinion. But in the United States, to a much greater degree than in Europe, scholars, academics and intellectuals have moved much more easily between government and private life than in Europe, and are much more involved in formulating, promoting and implementing policies than their European counterparts. This necessarily limits certain kinds of intellectual freedom, but I'm not sure that, in the end, this is such a bad thing.
I myself worked for more than ten years at the RAND Corporation, the original "think tank" satirized in Stanley Kubrick's Dr. Strangelove that did contract research for the U.S. Air Force and Defense Department. Obviously, one cannot be a free thinker in a place like that (Daniel Ellsberg tried to be and he was fired), and that is one of the reasons that I eventually left to go to a university. But overall, I believe that a democracy is better off having intellectuals pay systematic attention to policy issues, even if it is occasionally corrupting. Having to deal not with ideal solutions but with the real world of power and politics is a good discipline for an intellectual. There is a fine line between being realistic and selling one's soul, and in the case of the Iraq war many neoconservatives got so preoccupied with policy advocacy that they blinded themselves to reality. But it's not clear that virtue necessarily lies on the side of intellectuals who think they are simply being honest.
Intellectuals make compromises of other sorts. An organization with which you have been associated, SOS Racisme, has been very good over the years at identifying racism on the Right, but not so quick to denounce the anti-Semitism of the European Left, or among Muslims. (I am not accusing you of this; you have been good at seeing the problem of racism on both sides.) Those taking this view either genuinely don't perceive this kind of racism, or more likely they don't want to undermine the moral authority of political forces whose agenda they broadly support. This kind of advocacy has been very destructive, and is one of the reasons that Europe to this day cannot have an honest discussion about issues related to Islam, immigration and identity politics. I am not so sure that the behavior I am describing is all that different from what you find so reprehensible on the part of the neoconservatives.
BERNARD-HENRI LÉVY: That's it. I think we have come to heart of what divides us.
Forget Bill Kristol, about whom you certainly have more information than I do. Forget SOS Racisme as well, which I on the other hand am more familiar with than you are. Let me simply point out that SOS Racisme is one of the driving forces today in France that strongly exposes the devastating effects of communitarianism, political Islamism and anti-Semitism.
The problem lies with the definition of what you and I call an intellectual, and beyond its definition, its function. Unlike you, I don't think an intellectual's purpose is to run the RAND Corporation or any institution like it. Not because I despise RAND, or because I believe in Kubrick's burlesque portrayal of it. No, I just think that while some people are running RAND, others no more or no less worthy or deserving should be dealing with, shall we say, the unfiltered truth. A democracy needs both, imperatively and absolutely both—"realistic" intellectuals and "idealistic" intellectuals. Both types and the functions they embody have recognizable places inside society, even if some societies value one type more than the other. America needs intellectuals with a selfless concern for sense, complexity and truth. This is just as essential to its equilibrium (possibly even to its moral fiber and therefore to its good health) as the existence of universal suffrage or the separation of powers à la Montesquieu.
You of all people won't deny all this, given your itinerary since your return to university. As I'm sure you know, being the Hegelian you are, that "idealist" intellectuals are no less in direct contact with reality, and are no less concerned with politics, than intellectuals of any other type.
Bernard-Henri Lévy is a member of the AI's global advisory council and author of American Vertigo.
Francis Fukuyama is chairman of the AI's editorial board.
© The American Interest LLC, 2005
sexta-feira, março 10, 2006
Ministerio da Educaçao
Caros associados, a Direcção Geral dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais do Ministerio da Educaçâo, confirmaram-nos por escrito a presença da Europa Viva nos workshops de formação aos professores no projecto Primavera Europeia nos proximos dias 20, 21 de Abril e 5 de Maio, respectivamente nas cidades do Porto, Viseu e Portalegre.
quarta-feira, março 08, 2006
Camara do Porto - Gestor Cultural
O gestor cultural da Câmara do Porto contactou a Europa Viva para indagar da possibilidade de estabelecer uma parceria com a nossa organização para a implantação dos projectos jornalismo na escola, casa da memória, e crescer para ser, nos bairros pobres da cidade invicta.
Caso de efective a venda destes produtos à Câmara do Porto eles serão implantados no terreno já no mês de Abril.
Caso de efective a venda destes produtos à Câmara do Porto eles serão implantados no terreno já no mês de Abril.
domingo, março 05, 2006
Maria Ejarque e a Bienal
Lembram-se da Maria? Da menina Unesco? Pois bem, também ela quer abraçar a Bienal do Pensamento, na qualidade de operacional...
Estamos a construir o organigrama, que será submetido antes de mais à Direcção Nacional. Brevemente terão noticias sobre este assunto.
Estamos a construir o organigrama, que será submetido antes de mais à Direcção Nacional. Brevemente terão noticias sobre este assunto.
Nunca é tarde...
Para vos falar do Portugal no Coração...Correu muito bem. A Lena Martins que o diga...aqui na Penha de França onde o projecto Europa Sénior não pára de crescer, os alunos da Lena distinguiram-na com a sigla VIT - very important teacher...
A Presidente, graças a Deus, só foi distinguida na Padaria com a dádiva de uma pequena carcaça...é assim...a idade não perdoa.
Sempre ouvi dizer que mais vale cair em graça do que ser engraçado. A culpa da fama da Lena é da responsabilidade do Malato...e mais não digo...a Lena depois conta-vos!!!
A Presidente, graças a Deus, só foi distinguida na Padaria com a dádiva de uma pequena carcaça...é assim...a idade não perdoa.
Sempre ouvi dizer que mais vale cair em graça do que ser engraçado. A culpa da fama da Lena é da responsabilidade do Malato...e mais não digo...a Lena depois conta-vos!!!
Atenção Associados
Precisamos de constituir o grupo de trabalho que coordenará o ciclo de conferencias sobre o Plano D.
Enviem por mail à Presidente a vossa disponibilidade.
Enviem por mail à Presidente a vossa disponibilidade.
sábado, março 04, 2006
Viagem à Russia
Começa a ser possivel concretizá-la...O sr. Noites, um cidadão de Évora, está a ajudar a Europa Viva a concretizar o projecto Europa em Movimento, mobilizando os seus amigos para também eles viajarem até à Russia...
Tranquilidade Seguros
A Presidente e a Vogal da Direcção Nacional foram apresentar a Europa Viva à Direcção de Marketing da Tranquilidade Seguros com vista ao patrocinio das conferencias sob a egide do Comité Europeu das Regiões organizadas pela nossa organização.
Independentemente dos resultados, fomos muito bem acolhidos e muitas possibilidades de trabalho foram desenhadas.
Independentemente dos resultados, fomos muito bem acolhidos e muitas possibilidades de trabalho foram desenhadas.
Atenção... Associados Europa Viva
A Presidente quer levar à festa da Primavera Europeia (iniciativa do Ministério da Educação) o contributo de todos os associados da Europa Viva.
Assim, solicita a cada um dos membros dos respectivos orgãos que encontre através de uma imagem, de um texto, ou de uma música, as razões que expliquem a sua presença como membros da Europa Viva, ou então que expliquem através da imagem, do texto, ou da musica,
as razões pelas quais a Europa Viva existe no contexto cultural e civilizacional.
Brevemente serão contactados para o desenvolvimento deste projecto.
Os formadores do projecto (Ana Paula Lemos e Igor Caldeira) pedem apenas celeridade nesta tarefa que irá ser apresentada por vós (a imagem, a musica ou o texto) em Assembleia Geral, no final do mês de Março~.
Assim, solicita a cada um dos membros dos respectivos orgãos que encontre através de uma imagem, de um texto, ou de uma música, as razões que expliquem a sua presença como membros da Europa Viva, ou então que expliquem através da imagem, do texto, ou da musica,
as razões pelas quais a Europa Viva existe no contexto cultural e civilizacional.
Brevemente serão contactados para o desenvolvimento deste projecto.
Os formadores do projecto (Ana Paula Lemos e Igor Caldeira) pedem apenas celeridade nesta tarefa que irá ser apresentada por vós (a imagem, a musica ou o texto) em Assembleia Geral, no final do mês de Março~.
Projecto de cidadania
Como é do vosso conhecimento, a Presidente recebeu ontem a psicóloga e a pedagoga que solicitaram à Europa Viva uma reunião para apresentação de um original projecto de cidadania.
Para além do profissionalismo com que o projecto foi apresentado, a Presidente quer fazer saber que é do interesse da Europa Viva poder associar-se a esta iniciativa que as promotoras gostariam de ver implantado em Portugal pela nossa organização.
Trata-se de um projecto fundado e estruturado na Grã-Bretanha cujo objectivo é tornar a comunicação institucional acessível a todos os cidadãos.
Ex: obrigar a admininistração pública, as empresas, (...) a elaborar documentação mais conforme à letracia dos povos (...)
Assim, a Presidente vai soliciar uma reunião à Direcção Nacional para poder auscultar a opinião deste orgão e depois reunirá ou não (conforme a vontade da Direcção) com a Assembleia Geral para apresentação do projecto a todos os orgãos associativos.
Para além do profissionalismo com que o projecto foi apresentado, a Presidente quer fazer saber que é do interesse da Europa Viva poder associar-se a esta iniciativa que as promotoras gostariam de ver implantado em Portugal pela nossa organização.
Trata-se de um projecto fundado e estruturado na Grã-Bretanha cujo objectivo é tornar a comunicação institucional acessível a todos os cidadãos.
Ex: obrigar a admininistração pública, as empresas, (...) a elaborar documentação mais conforme à letracia dos povos (...)
Assim, a Presidente vai soliciar uma reunião à Direcção Nacional para poder auscultar a opinião deste orgão e depois reunirá ou não (conforme a vontade da Direcção) com a Assembleia Geral para apresentação do projecto a todos os orgãos associativos.
sexta-feira, março 03, 2006
Atenção Reino Unido...lena martins...
Ex.mas(os) Senhoras(es) da Europa Viva
Gostaria de começar por dizer que achei extremamente interessante o conceito "Europa Viva" tal como foi apresentado ontem no programa da RTP internacional, "Portugal no Coração".
Achei também interessante o facto de ter ficado plenamente convencida de que conhecia uma das senhoras, a Helena Martins. De facto acho que a conheci há uns 20 anos na F.L.L., no curso de História. Creio que na altura tinha o cabelo mais comprido e encaracolado.
Aproveito para desejar boa sorte para o trabalho que estão a desenvolver, pois vale a pena lutar por uma Europa mais solidária e mais fraterna.
Gostaria de começar por dizer que achei extremamente interessante o conceito "Europa Viva" tal como foi apresentado ontem no programa da RTP internacional, "Portugal no Coração".
Achei também interessante o facto de ter ficado plenamente convencida de que conhecia uma das senhoras, a Helena Martins. De facto acho que a conheci há uns 20 anos na F.L.L., no curso de História. Creio que na altura tinha o cabelo mais comprido e encaracolado.
Aproveito para desejar boa sorte para o trabalho que estão a desenvolver, pois vale a pena lutar por uma Europa mais solidária e mais fraterna.
quinta-feira, março 02, 2006
Comité Europeu das Regiões
O Comité Europeu das Regiões convidou a Presidente da Europa Viva a organizar um conjunto de conferências a realizar em Lisboa sob o signo do Plano D - debate, democracia e diálogo, uma iniciativa do Presidente da Comissão Europeia.
A Europa Viva é coordenadora nos três debates e aparece publicamente como co-organizadora com o Comité Europeu das Regiões.
Os debates vão realizar-se com a Comissão Europeia e Faculdade de Letras, com o Parlamento Europeu e Universidade Católica, com a Câmara de Lisboa e o ISCTE.
Já estamos a negociar e preparar os debates.
A Europa Viva é coordenadora nos três debates e aparece publicamente como co-organizadora com o Comité Europeu das Regiões.
Os debates vão realizar-se com a Comissão Europeia e Faculdade de Letras, com o Parlamento Europeu e Universidade Católica, com a Câmara de Lisboa e o ISCTE.
Já estamos a negociar e preparar os debates.
Ministerio da Educação
A Europa Viva foi convidada pela Direcção Geral dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais do Ministério da Educação a participar numa acção de formação para professores, integrada no âmbito do projecto Primavera Europeia promovido por esta instituição.
A Europa Viva aceitou ser parceira nesta inciativa, e aguarda a assinatura do respectivo protocolo.
A participação da nossa Associação será feita através da explicação da missão estatutária e respectivos projectos mediante uma participação criativa, para a qual a Presidente mobilizará os respectivos elementos dos orgãos associativos e associados.
A iniciativa vai decorrer nos proximos dias 20 e 21 de Abril, respectivamente, no Porto e Viseu, e no dia 5 de Maio em Lisboa. Será feita nas escolas dos respectivos concelhos e contará com a participação de mais de uma centena de professores.
A Europa Viva aceitou ser parceira nesta inciativa, e aguarda a assinatura do respectivo protocolo.
A participação da nossa Associação será feita através da explicação da missão estatutária e respectivos projectos mediante uma participação criativa, para a qual a Presidente mobilizará os respectivos elementos dos orgãos associativos e associados.
A iniciativa vai decorrer nos proximos dias 20 e 21 de Abril, respectivamente, no Porto e Viseu, e no dia 5 de Maio em Lisboa. Será feita nas escolas dos respectivos concelhos e contará com a participação de mais de uma centena de professores.
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
Paulo Rocha Trindade - Bruxelas, 24 de Fevereiro de 2006
Bruxelas, 24 de Fevereiro de 2006
A Maria Joao Martins, excelente colega e grande obreira do jornalismo cultural em Portugal, deu-me a conhecer a vossa associaçao cujo sitio web ja fiquei a conhecer e que me pareceu particularmente conseguido em termos de comunicaçao, ultrapassando os conceitos convencionais que tendem a mostrar a Europa como algo cinzento e "boring", sede de funcionarios aborrecidos e mal com a vida que procuram normalizar segundo um padrao universal até as dimensoes dos frangos...No seguimento dos resultados negativos em França e também na Holanda à proposta de uma Constituiçao, a Uniao europeia caiu em si e deu -se conta de que estava a comunicar mal com os cidadaos. Lançou por conseguinte o chamado "Plano D" (Democracia, Debate, Dialogo) que procura reconduzir as coisas ao seu lugar apropriado: isto é, estimular a partcipaçao civica no processo de construçao europeia, convidando os cidadaos e também as autoridaes nacionais a promover debates nos Estados membros. O Comite das Regioes da Uniao Europeia dispoe de uma vasta rede de Presidentes de Camara e de Regioes por toda a Europa, em numero de 314, e conta também com a participaçao de autarcas portugueses (Açores, Madeira, Viseu, Braga, Porto, Tomar...) e encontra-se particularmente empenhado na realizaçao deste tipo de Debates descentralizados pelo potencial mobilizador que representam.Neste sentido, permito-me sugerir duas possiveis modalidades de cooperaçao com a vossa associaçao:a) Eu proprio poderia fazer uma exposiçao/conferencia inicial sobre os desafios actuais da Europa com ênfase nas questoes de cidadania; e/oub) Poderia intervir num painel sobre questoes europeias organizado com o vosso patrocinio no qual se poderiam convidar especialistas de renome;Permaneço à sua disposiçao para afinarmos ideias,Cordialmente Paulo Rocha Trindade Press CounsellerEuropean UnionCommittee of the RegionsUnit for Press, Communication & Protocolrue Belliard, 101 B-1040 Brussels
A Maria Joao Martins, excelente colega e grande obreira do jornalismo cultural em Portugal, deu-me a conhecer a vossa associaçao cujo sitio web ja fiquei a conhecer e que me pareceu particularmente conseguido em termos de comunicaçao, ultrapassando os conceitos convencionais que tendem a mostrar a Europa como algo cinzento e "boring", sede de funcionarios aborrecidos e mal com a vida que procuram normalizar segundo um padrao universal até as dimensoes dos frangos...No seguimento dos resultados negativos em França e também na Holanda à proposta de uma Constituiçao, a Uniao europeia caiu em si e deu -se conta de que estava a comunicar mal com os cidadaos. Lançou por conseguinte o chamado "Plano D" (Democracia, Debate, Dialogo) que procura reconduzir as coisas ao seu lugar apropriado: isto é, estimular a partcipaçao civica no processo de construçao europeia, convidando os cidadaos e também as autoridaes nacionais a promover debates nos Estados membros. O Comite das Regioes da Uniao Europeia dispoe de uma vasta rede de Presidentes de Camara e de Regioes por toda a Europa, em numero de 314, e conta também com a participaçao de autarcas portugueses (Açores, Madeira, Viseu, Braga, Porto, Tomar...) e encontra-se particularmente empenhado na realizaçao deste tipo de Debates descentralizados pelo potencial mobilizador que representam.Neste sentido, permito-me sugerir duas possiveis modalidades de cooperaçao com a vossa associaçao:a) Eu proprio poderia fazer uma exposiçao/conferencia inicial sobre os desafios actuais da Europa com ênfase nas questoes de cidadania; e/oub) Poderia intervir num painel sobre questoes europeias organizado com o vosso patrocinio no qual se poderiam convidar especialistas de renome;Permaneço à sua disposiçao para afinarmos ideias,Cordialmente Paulo Rocha Trindade Press CounsellerEuropean UnionCommittee of the RegionsUnit for Press, Communication & Protocolrue Belliard, 101 B-1040 Brussels
Unesco - Maria Ejarque
A vogal da Associação, Marta Menéres, representou a Presidente (ausente por motivos de doença) na reunião com a Dra. Maria Ejarque.
Que reunião virtuosa e proveitosa. E que honra para a Europa Viva poder dispor de uma técnica com o seu perfil dispondo-se a trabalhar no terreno em prol do crescimento da Europa Viva e do nascimento da Bienal.
Como se diz em bom português: bem haja Dra Maria Ejarque pelo seu empenhamento a favor deste projecto comum.
Que reunião virtuosa e proveitosa. E que honra para a Europa Viva poder dispor de uma técnica com o seu perfil dispondo-se a trabalhar no terreno em prol do crescimento da Europa Viva e do nascimento da Bienal.
Como se diz em bom português: bem haja Dra Maria Ejarque pelo seu empenhamento a favor deste projecto comum.
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Ainda no Diário de Noticias...
Na proxima segunda feira, 27 de Fevereiro de 2006, uma jornalista do Diário de Noticias vai fazer uma reportagem com a Europa Sénior.
Diário de Noticias - 25 Fevereiro 2006
O tema da rubrica Lazer do próximo sábado no Diário de Noticias é o Comboio de Ana Karenina.
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Ministerio da Educação
No proximo dia 27 às 15h30 a Europa Viva vai reunir com a Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais (GAERI) - Direcção de Serviços dos Assuntos Europeus (DSAE)CLUBES EUROPEUS.
sábado, fevereiro 18, 2006
Isabel Baltazar
À Direcção da Associação Europa VivaLi com muito interesse o vosso artigo na revista do público de sábado, dia 4 de Fevereiro. Fui durante doze anos assistente da Cadeira de Cultura Europeia na Universidade Católica Portuguesa, e continuo a colaborar nas cadeiras relacionadas com a Construção Europeia, na Universidade Nova.Gostaria de saber as condições para me tornar vossa associada e, eventualmente, colaboradora...
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
Ficha de Adesão
Já temos ficha de adesão. Está no site, e segundo José Alves, seu autor, está operacional.
Consultem, analisem, quem sabe podemos melhorá-la, e divulguem aos interessados.
Consultem, analisem, quem sabe podemos melhorá-la, e divulguem aos interessados.
Ciencias da Educação
Meus Caros,
Sou uma estudante finalista de Ciências da Educação, chamo-me Joana e estou muito interessada no vosso projecto.
Juntamente com uma amiga psicóloga, Sandra, gostaríamos de colocar em marcha um projecto que se relaciona com as questões da cidadania e participação. Pelo que li no vosso site a vossa associação parece ser a plataforma adequada para a execução deste projecto.
Gostaria de me apresentar e de vos explicar o teor do mesmo pessoalmente.
Sou uma estudante finalista de Ciências da Educação, chamo-me Joana e estou muito interessada no vosso projecto.
Juntamente com uma amiga psicóloga, Sandra, gostaríamos de colocar em marcha um projecto que se relaciona com as questões da cidadania e participação. Pelo que li no vosso site a vossa associação parece ser a plataforma adequada para a execução deste projecto.
Gostaria de me apresentar e de vos explicar o teor do mesmo pessoalmente.
Maria Alcina Dias
Na sequência da leitura do artigo publicado na revista
XIS do jornal Público no passado dia 4 de Março, e do interesse que o mesmo me suscitou,gostaria de obter mais informação referente ao processo de entrada de novo sócio, perfil do mesmo, e montante da cota,caso a organização entenda por bem fazê-lo.
O endereço para um eventual contacto é:alcinad@netcabo.pt
Grata pela atenção dispensada
Mª Alcina Dias
Professora de Filosofia do ensino secundário
XIS do jornal Público no passado dia 4 de Março, e do interesse que o mesmo me suscitou,gostaria de obter mais informação referente ao processo de entrada de novo sócio, perfil do mesmo, e montante da cota,caso a organização entenda por bem fazê-lo.
O endereço para um eventual contacto é:alcinad@netcabo.pt
Grata pela atenção dispensada
Mª Alcina Dias
Professora de Filosofia do ensino secundário
Deolinda Rubim
Identifico-me com muitas das ideiasexpressas, nomeadamente a afirmação de uma cultura europeia, considerando opressuposto de que somos uma "Europa das Nações" e não apenas uma "Europada Civilização". Cada vez mais a ideia de uma Europa ou o repensar asvárias Europas está na ordem do dia e interessa a todos. Considero que aabordagem sistémica sobre a Europa permitiria considerá-la enquantocivilização, conferindo-lhe unidade, e como Nação (ões) com estatutodiferenciador. Enquanto totalidade, a civilização europeia assume a suavisilidade externa assente num conjunto de valores culturais, sociais epolíticos que a diferencia de outras civilizações (ex. asiática, oumuçulmana) contudo, enquanto "parte" ela partilha duma multiplicidade demicroculturas (ao nível dos diferentes países) e bem assim de subculturas.Torna-se porém muito difícil a representação de uma ideia comum de europa.Parece ser este o desafio que a vossa associação se propõe fazer. Assim,gostaria de receber em minha casa alguma documentação mais detalhada sobre aorganização.
sábado, fevereiro 11, 2006
RTP - Portugal no Coração - dia 16 fev
A Presidente da Europa Viva foi convidada a participar no programa Portugal no Coração no proximo dia 16 de Fevereiro 2006, das 14h 30 às 17h 30 m, gravado na cidade do Porto.
Analisadas as caracteristicas sociologicas do programa, a Presidente optou por se fazer acompanhar da responsável pelo projecto IPSS - Europa Senior - prof Helena Martins.
Vamos ter uma oportunidade excepcional de divulgar (preferencialmente) o nosso trabalho solidário e autarquico, agora que a Europa Senior quer começar a intervir na área cultural, através da organização de seminários e acções em equipamentos culturais colectivos, como museus e outros.
Analisadas as caracteristicas sociologicas do programa, a Presidente optou por se fazer acompanhar da responsável pelo projecto IPSS - Europa Senior - prof Helena Martins.
Vamos ter uma oportunidade excepcional de divulgar (preferencialmente) o nosso trabalho solidário e autarquico, agora que a Europa Senior quer começar a intervir na área cultural, através da organização de seminários e acções em equipamentos culturais colectivos, como museus e outros.
Radio Seixal - 97.6 FM
Fomos entrevistados para a Rádio Seixal - 97.6 FM
Amanhã, domingo, dia 12 de Fevereiro de 2006, entre as 8:00 am e as 13:00 pm, entraremos em 3 noticiários (sempre às horas).
Amanhã, domingo, dia 12 de Fevereiro de 2006, entre as 8:00 am e as 13:00 pm, entraremos em 3 noticiários (sempre às horas).
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Edite Esteves
Gostaria de me candidatar a associada da Europa Viva, mas, ao consultar o vosso site, depois de ter lido um artigo na revista Xis, do Público, não encontrei forma de concretizar esse meu desejo. Precisaria, pois, de saber pormenores.
O meu nome como jornalista profissional é Edite Esteves. Estive 33 anos n' A Capital, que, como é do conhecimento público, "morreu" a 30 de Julho de 2005. Liderei o processo de a ressuscitar, juntamente com O Comércio do Porto, para a transformar na cooperativa Alternativa, Produções Jornalísticas, mas houve, pelo meio, dificuldades enormes que, sozinha, seria impossível levar a bom porto. Acabei por ir tirar um Curso de Formação Pedagógica de Formadores e inscrevi-me na Bolsa de Formadores do Centro Portocolar de Formação Profissional para Jornalistas, uma vez que estou à espera da formalização da minha reforma, depois de 15 de Julho próximo. Tenho 60 anos euma vontade enorme de trabalhar, aprender e ensinar, e, sobretudo, de ajudar à construção de uma cultura viva europeia, sem perda da nossa identidade. Foi, aliás, esta vertente da vossa associação que me cativou e motivou a dar este passo.
O meu nome como jornalista profissional é Edite Esteves. Estive 33 anos n' A Capital, que, como é do conhecimento público, "morreu" a 30 de Julho de 2005. Liderei o processo de a ressuscitar, juntamente com O Comércio do Porto, para a transformar na cooperativa Alternativa, Produções Jornalísticas, mas houve, pelo meio, dificuldades enormes que, sozinha, seria impossível levar a bom porto. Acabei por ir tirar um Curso de Formação Pedagógica de Formadores e inscrevi-me na Bolsa de Formadores do Centro Portocolar de Formação Profissional para Jornalistas, uma vez que estou à espera da formalização da minha reforma, depois de 15 de Julho próximo. Tenho 60 anos euma vontade enorme de trabalhar, aprender e ensinar, e, sobretudo, de ajudar à construção de uma cultura viva europeia, sem perda da nossa identidade. Foi, aliás, esta vertente da vossa associação que me cativou e motivou a dar este passo.
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
A Estranha morte do Ocidente
A estranha morte do Ocidente um texto de Luciano AmaralProfessor universitário, publicado no Diário de Noticias de 2006.02.10
Independentemente das consequências últimas que venha a ter o caso dos cartoons de Maomé, dele restará mais uma pequena morte do chamado Ocidente. Haverá poucas coisas que melhor o definam do que a liberdade de expressão e a separação entre a opinião pública e o Estado. Quando quadrilhas de radicais islamitas, orquestradas por Estados autocráticos, fizeram um chinfrim disparatado a propósito dos cartoons, era de esperar que o Ocidente se unisse na afirmação daqueles princípios. Que asseverasse a sua especificidade cultural, dizendo claramente se vos ofende a representação gráfica do profeta, a nós ofende-nos a limitação da liberdade de o fazer. Ofende-nos que um governo tenha de pedir desculpa pelas opiniões expressas por um cidadão privado num jornal. A reacção inicial do primeiro-ministro da Dinamarca foi a correcta e bastava que o dito Ocidente a secundasse com naturalidade para pôr ponto final na conversa. Quando governos de países muçulmanos lhe pediram que o Governo dinamarquês se retractasse pelos cartoons, Andreas Fogh Rasmussen explicou que não era responsável pela opinião de um jornalista. Todos nós, ocidentais, passamos o tempo a cruzar-nos com mensagens que consideramos ofensivas, mas aceitamo-las, em nome de algo que consideramos superior a liberdade de outrem emiti-las. Até porque é ela que nos permite fazer o mesmo, ainda que seja de forma involuntária.Os cristãos ocidentais têm de suportar quotidianamente insultos extraordinários Cristo como homossexual, Maria como prostituta ou ornada de bosta de elefante, para dar apenas alguns exemplos gratuitos. Se manifestam a sua repulsa, logo são tomados por uma franja social lunática ou atacados com uma bateria de argumentos sobre o carácter inegociável da liberdade de expressão. Agora, muitos dos mesmos que tanto se deleitam a insultar o cristianismo à sombra da liberdade de expressão, descobriram a "sensibilidade cultural" do islamismo. Nada disto é novo, mas desta vez assumiu proporções (literalmente) de caricatura. Seguidores de Maomé destroem as torres gémeas de Nova Iorque e uma ala do Pentágono, matando mais de três mil pessoas, enquanto nas ruas de Ramallah se celebra dançando; destroem a Embaixada americana em Nairobi, matando 250 pessoas; destroem uma composição ferroviária em Madrid, matando 200 pessoas; destroem umas quantas carruagens de metro em Londres, matando 50 pessoas; destroem uma rua turística de Bali, matando 200 pessoas; o Presidente do Irão promete riscar Israel do mapa e afirma que o Holocausto não passa de uma "fantasia judaica". Tudo isto acontece e repetem-se as vozes dizendo-nos que é preciso "compreendê-los" e às suas "razões de queixa" pela "arrogância" ocidental. Agora já nem sequer se pode publicar um cartoon em Copenhaga sem que o "mundo islâmico" se indigne e uma multidão de ocidentais se penitencie, com diversos governos (inclusivamente de países onde os cartoons não foram publicados, como a Grã-Bretanha) desmultiplicando-se em desculpas pelo comportamento de cidadãos privados de outros países. Claro que, quanto mais este penoso espectáculo continua, mais os radicais islâmicos se permitem reivindicar uma razão que os próprios ocidentais lhe conferem e passar à violência despropositada. A pretexto dos cartoons destruíram-se embaixadas inteiras, ou seja, países foram fisicamente atacados, mas muita gente continua a assegurar-nos que é preciso "compreendê-los". E quando, exactamente, é que o Islão terá de nos "compreender" a nós?A triste conclusão é que, provavelmente, o Islão não tem nada que nos "compreender" a nós porque a cada dia que passa nós vamos existindo um pouco menos. Quem vê as torres gémeas cair e os comboios de Madrid a arder e continua a pregar a "compreensão" do outro não é, obviamente, merecedor de qualquer respeito. O ódio de tantos ocidentais à civilização a que pertencem é um dos fenómenos mais fascinantes e deprimentes do mundo de hoje. São esses os ocidentais que passam o tempo a recensear horrores no Ocidente, ao mesmo tempo que "compreendem" os horrores alheios, em nome da sua "especificidade" cultural. São eles que nunca encontram nenhuma razão para o Ocidente se defender de insultos e ataques. São eles que consideram Bush e os EUA os equivalentes actuais do nazismo (sem exagero basta lembrar o nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, as bandeiras americanas com as cruzes gamadas ou Bush com o respectivo bigodinho alusivo), mas parecem achar normais as regurgitações iranianas sobre o Holocausto. São eles que consideram Guantánamo a maior vergonha da humanidade (o "novo gulag", na imortal definição da Amnistia Internacional), mas encolhem os ombros aos 300 mil mortos do regime de Saddam.O mais interessante disto tudo é que são mesmo capazes de ter razão. Se uma civilização não gera os instintos necessários para sobreviver, é porque não merece sobreviver. Se são eles que preferem não se defender a si próprios, porque razão haverá alguém de os defender a eles?
Independentemente das consequências últimas que venha a ter o caso dos cartoons de Maomé, dele restará mais uma pequena morte do chamado Ocidente. Haverá poucas coisas que melhor o definam do que a liberdade de expressão e a separação entre a opinião pública e o Estado. Quando quadrilhas de radicais islamitas, orquestradas por Estados autocráticos, fizeram um chinfrim disparatado a propósito dos cartoons, era de esperar que o Ocidente se unisse na afirmação daqueles princípios. Que asseverasse a sua especificidade cultural, dizendo claramente se vos ofende a representação gráfica do profeta, a nós ofende-nos a limitação da liberdade de o fazer. Ofende-nos que um governo tenha de pedir desculpa pelas opiniões expressas por um cidadão privado num jornal. A reacção inicial do primeiro-ministro da Dinamarca foi a correcta e bastava que o dito Ocidente a secundasse com naturalidade para pôr ponto final na conversa. Quando governos de países muçulmanos lhe pediram que o Governo dinamarquês se retractasse pelos cartoons, Andreas Fogh Rasmussen explicou que não era responsável pela opinião de um jornalista. Todos nós, ocidentais, passamos o tempo a cruzar-nos com mensagens que consideramos ofensivas, mas aceitamo-las, em nome de algo que consideramos superior a liberdade de outrem emiti-las. Até porque é ela que nos permite fazer o mesmo, ainda que seja de forma involuntária.Os cristãos ocidentais têm de suportar quotidianamente insultos extraordinários Cristo como homossexual, Maria como prostituta ou ornada de bosta de elefante, para dar apenas alguns exemplos gratuitos. Se manifestam a sua repulsa, logo são tomados por uma franja social lunática ou atacados com uma bateria de argumentos sobre o carácter inegociável da liberdade de expressão. Agora, muitos dos mesmos que tanto se deleitam a insultar o cristianismo à sombra da liberdade de expressão, descobriram a "sensibilidade cultural" do islamismo. Nada disto é novo, mas desta vez assumiu proporções (literalmente) de caricatura. Seguidores de Maomé destroem as torres gémeas de Nova Iorque e uma ala do Pentágono, matando mais de três mil pessoas, enquanto nas ruas de Ramallah se celebra dançando; destroem a Embaixada americana em Nairobi, matando 250 pessoas; destroem uma composição ferroviária em Madrid, matando 200 pessoas; destroem umas quantas carruagens de metro em Londres, matando 50 pessoas; destroem uma rua turística de Bali, matando 200 pessoas; o Presidente do Irão promete riscar Israel do mapa e afirma que o Holocausto não passa de uma "fantasia judaica". Tudo isto acontece e repetem-se as vozes dizendo-nos que é preciso "compreendê-los" e às suas "razões de queixa" pela "arrogância" ocidental. Agora já nem sequer se pode publicar um cartoon em Copenhaga sem que o "mundo islâmico" se indigne e uma multidão de ocidentais se penitencie, com diversos governos (inclusivamente de países onde os cartoons não foram publicados, como a Grã-Bretanha) desmultiplicando-se em desculpas pelo comportamento de cidadãos privados de outros países. Claro que, quanto mais este penoso espectáculo continua, mais os radicais islâmicos se permitem reivindicar uma razão que os próprios ocidentais lhe conferem e passar à violência despropositada. A pretexto dos cartoons destruíram-se embaixadas inteiras, ou seja, países foram fisicamente atacados, mas muita gente continua a assegurar-nos que é preciso "compreendê-los". E quando, exactamente, é que o Islão terá de nos "compreender" a nós?A triste conclusão é que, provavelmente, o Islão não tem nada que nos "compreender" a nós porque a cada dia que passa nós vamos existindo um pouco menos. Quem vê as torres gémeas cair e os comboios de Madrid a arder e continua a pregar a "compreensão" do outro não é, obviamente, merecedor de qualquer respeito. O ódio de tantos ocidentais à civilização a que pertencem é um dos fenómenos mais fascinantes e deprimentes do mundo de hoje. São esses os ocidentais que passam o tempo a recensear horrores no Ocidente, ao mesmo tempo que "compreendem" os horrores alheios, em nome da sua "especificidade" cultural. São eles que nunca encontram nenhuma razão para o Ocidente se defender de insultos e ataques. São eles que consideram Bush e os EUA os equivalentes actuais do nazismo (sem exagero basta lembrar o nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, as bandeiras americanas com as cruzes gamadas ou Bush com o respectivo bigodinho alusivo), mas parecem achar normais as regurgitações iranianas sobre o Holocausto. São eles que consideram Guantánamo a maior vergonha da humanidade (o "novo gulag", na imortal definição da Amnistia Internacional), mas encolhem os ombros aos 300 mil mortos do regime de Saddam.O mais interessante disto tudo é que são mesmo capazes de ter razão. Se uma civilização não gera os instintos necessários para sobreviver, é porque não merece sobreviver. Se são eles que preferem não se defender a si próprios, porque razão haverá alguém de os defender a eles?
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Comboio de Ana karenina
Concentração máxima. União de todos os esforços. Divulgação é a palavra de ordem.
Rute Ferreira
O meu nome é Rute, moro em Lisboa e terminei em Julho do ano passado a licenciatura em Estudos Europeus na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Há pouco tempo tive conhecimento da existência da vossa organização e fiquei bastante interessada até porque estes quatro anos de licenciatura serviram para me mostrar que a cultura europeia é, na minha opinião, o caminho para a tão desejada união da nossa Europa.
Gostaria de saber como posso chegar até vocês e saber de que forma posso também eu contribuir para a realização dos vossos objectivos.
Há pouco tempo tive conhecimento da existência da vossa organização e fiquei bastante interessada até porque estes quatro anos de licenciatura serviram para me mostrar que a cultura europeia é, na minha opinião, o caminho para a tão desejada união da nossa Europa.
Gostaria de saber como posso chegar até vocês e saber de que forma posso também eu contribuir para a realização dos vossos objectivos.
Marina Viana
Sou professora da Escola Sec Emidio Garcia em Bragança e colaboradora do organismo Europe Direct(ex Carrefour) instalada na Esc.Sup. Agrária.Tendo tomado contacto com a existência da vossa organização através da Xis do passado fim de semana, gostaria de receber mais informações sobre os Projectos Europa em Movimento e Casa da Memória e quais as modadidades de sócio.
Pedro Nuno Ferreira
Em primeiro lugar quero endereçar os meus parabéns aos mentores deste projecto que nas actuais circunstâncias do processo de construção europeia se revela fundamental para que se possam dar passos no sentido da criação de uma efectiva cidadania europeia que preserve as especificidades histórico-culturais dos povos do nosso continente.
Ao tomar conhecimento da vossa associação no último número da revista XIS fiquei muito entusiasmado com este projecto ao qual gostaria de aderir uma vez que considero essencial o conhecimento sobre a história da Europa bem como o contacto entre os povos que partilham o mesmo espaço geográfico.
Ao tomar conhecimento da vossa associação no último número da revista XIS fiquei muito entusiasmado com este projecto ao qual gostaria de aderir uma vez que considero essencial o conhecimento sobre a história da Europa bem como o contacto entre os povos que partilham o mesmo espaço geográfico.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Ministerio da Educação
A Europa Viva foi contactada pelo Ministério da Educação, pelo gabinete dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais, para expressar à Associação os parabens pela «ideia fantástica» do projecto, e para saber da nossa disponibilidade em constituirmos-nos como parceiros num trabalho junto das escolas e dos professores, no âmbito do projecto CASA DA MEMÓRIA.
O Ministério fez ainda saber que felicita a Associação pela natureza «extraordinária dos seus projectos» e pela «juventude os seus elementos», e que não tem dúvidas «acerca do sucesso deste empreendimento, num tempo em que a Europa, a sua cultura e a sua civilização» devem ser anunciados.
O Ministério fez ainda saber que felicita a Associação pela natureza «extraordinária dos seus projectos» e pela «juventude os seus elementos», e que não tem dúvidas «acerca do sucesso deste empreendimento, num tempo em que a Europa, a sua cultura e a sua civilização» devem ser anunciados.
Restaurante jantar JPserra
O restaurante onde vamos jantar com o Profº chama-se Nova Asia e tal como vos expliquei fica na rua da Igreja nº 41A, do lado contrário à porta lateral do Centro Comercial Alvalade.
Quem conhece a loja Dimensão da Avenida da Igreja encontrará mesmo ali (ao lado) o restaurante Nova Asia.
O jantar está marcado para as 20h e a todos se pede pontualidade.
Quem conhece a loja Dimensão da Avenida da Igreja encontrará mesmo ali (ao lado) o restaurante Nova Asia.
O jantar está marcado para as 20h e a todos se pede pontualidade.
domingo, fevereiro 05, 2006
Jantar Prof José Pedro Serra
O jantar com o Profº será no restaurante chinês da Av. da Igreja às 20h do dia 7 de Fevereiro.
Até que eu saiba o nome, aqui deixo as coordenadas:
Quem estiver de costas voltadas para a Igreja (Av. da Igreja) no sentido Campo Grande, passa a Praça de Alvalade, e imediatamente depois da estátua do Santo António encontrará do lado esquerdo, num patamar superior, um restaurante chinês. Pois bem...é lá...
Amanhã, segunda-feira, dia 6; ou terça pela manhã, coloco on line, o nome do restaurante.
Até que eu saiba o nome, aqui deixo as coordenadas:
Quem estiver de costas voltadas para a Igreja (Av. da Igreja) no sentido Campo Grande, passa a Praça de Alvalade, e imediatamente depois da estátua do Santo António encontrará do lado esquerdo, num patamar superior, um restaurante chinês. Pois bem...é lá...
Amanhã, segunda-feira, dia 6; ou terça pela manhã, coloco on line, o nome do restaurante.
Associados
A Europa Viva recebeu no fim de semana que agora termina - 04.02.2006/05.02.2006 - seis pedidos de adesão.
Augusto Lage
Ex.mos Senhores;
Através da XIS tive conhecimento da existência da Europa Viva.
Sinto-me um europeu militante e suponho que a EV está empenhada em promover o Espírito da Velha e Nova Nação Europeia.
Por tudo isto gostaria de saber o procedimento a seguir para poder vir a ser sócio bem como o valor das quotas.
Cumprimentos
Augusto Lage
Através da XIS tive conhecimento da existência da Europa Viva.
Sinto-me um europeu militante e suponho que a EV está empenhada em promover o Espírito da Velha e Nova Nação Europeia.
Por tudo isto gostaria de saber o procedimento a seguir para poder vir a ser sócio bem como o valor das quotas.
Cumprimentos
Augusto Lage
Bruno Amaral
Chamo-me Bruno Amaral e encontro-me no último ano da licenciatura em História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e foi com muito gosto que tomei conhecimento este fim de semana da vossa organização.Estou no âmbito da minha licenciatura a desenvolver uma tese de seminário relacionada com a ideia de europa ao longo dos tempos estando para isso a reunir o máximo de documentação possível, por isto gostaria de vos pedir se poderiam enviar o máximo de informação relacionada com o tema "discurso cultural europeu e o seu papel unificador".Desde já agradecido e pedindo desculpa se causei incómodo despeço-me
Luis Ladeira
Viva!Ou, Viva a Europa!Li com curiosidade a notícia sobre a V. associação na revista do Público, e no final achei que deveria escrever-vos a dar-vos conta de uma preocupação que me assalta em relação à Europa e ao projecto de construir uma União Europeia dos povos.Parece-me evidente que a construção da unidade europeia assente na sua diversidade cultural é um empreendimento que exige muita intercomunicação. Uma vez que a diversidade é a matriz deste projecto e a unidade contém aspectos de uniformização, aparentemente estamos perante a quadratura do círculo. Será mesmo? Por outras palavras como uniformizar salvaguardando a pluralidade?Creio que isso passa por haver uma língua comum a todos os povos europeus, ao memso tempo que passa pela divulgação junto de todos os povos das variadíssimas línguas do mesmo espaço europeu. Como fazê-lo, respeitando a igual dignidade das línguas?Creio que a resposta que aparece no seguinte endereço é eficaz: http://eurolingua.blogs.sapo.pt/ e poderá interessar aos V. fins.
Raquel Oliveira
Chamo-me Raquel Oliveira, tenho 21 anos, frequento o quarto ano do curso de economia na Faculdade de Economia do Porto.
Hoje li na revista XIS uma entrevista sobre a associação e fiquei bastante interessada.
Gostaria de saber como poderei ser sócia e se poderei ajudar activamente em algumas actividades. Pelo que percebi no Porto e zona norte não têm nenhuma delegação, certo?
Hoje li na revista XIS uma entrevista sobre a associação e fiquei bastante interessada.
Gostaria de saber como poderei ser sócia e se poderei ajudar activamente em algumas actividades. Pelo que percebi no Porto e zona norte não têm nenhuma delegação, certo?
Ana Oliveira
Boa tarde! O meu nome é Ana Oliveira, vi a reportagem da Assocação Europa Viva no jornal Público (4.Fevereiro.2006), e gostaria de saber como me poderia candidatar a associada. Sou recém-licenciada em Sociologia pela Universidade de Coimbra, e achei bastante interessante a iniciativa. Agradeço a disponibilidade.
sábado, fevereiro 04, 2006
Reunião Direcção
No dia 3 de Fevereiro reuniu a Direcção da Europa Viva. Da agenda constou a operacionalidade do nosso site, o qual a direcção concordou em bloco, torná-lo mais eficaz, comunicativo e funcional.
Já estamos a trabalhar nesse sentido com a supervisão preciosa do José Alves e da Beatriz que com a Marta vão sistematizar uma árvore informática mais compativel com as nossas necessidades. Talvez se caminhe gradualmente para um Portal...
Esta tarefa de adaptação do site será entregue a duas pessoas (um programador e um web) que vão proceder no mais curto espaço de tempo a uma operacionalização da comunicação on line.
Aproveitando esta nova dinâmica de funcionalidade, concordámos em melhorar ainda mais o nosso logotipo, nomeadamente adaptando às várias linguagens da comunicação gráfica. A Andrea já está a pensar (...) e brevemente apresentará o resultado da sua reflexão.
Vamos ainda melhor a eficácia da nossa acção começando a reunir os grupos de trabalho. Brevemente será afixado o caledário das reuniões sectoriais.
Já estamos a trabalhar nesse sentido com a supervisão preciosa do José Alves e da Beatriz que com a Marta vão sistematizar uma árvore informática mais compativel com as nossas necessidades. Talvez se caminhe gradualmente para um Portal...
Esta tarefa de adaptação do site será entregue a duas pessoas (um programador e um web) que vão proceder no mais curto espaço de tempo a uma operacionalização da comunicação on line.
Aproveitando esta nova dinâmica de funcionalidade, concordámos em melhorar ainda mais o nosso logotipo, nomeadamente adaptando às várias linguagens da comunicação gráfica. A Andrea já está a pensar (...) e brevemente apresentará o resultado da sua reflexão.
Vamos ainda melhor a eficácia da nossa acção começando a reunir os grupos de trabalho. Brevemente será afixado o caledário das reuniões sectoriais.
Revista Xis
A Europa Viva está presente, com uma entrevista de 3 páginas, na Revista Xis desta semana.
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
7 de Feveiro - jantar Prof José Pedro Serra
O jantar com o senhor professor José Pedro Serra é dia 7 de Fevereiro às 20h em local a anunciar já que procuramos um restaurante com uma mesa em circulo de modo a que todos possamos beneficiar da sua amizade e sabedoria.
Querem ajudar na escolha?
Querem ajudar na escolha?
Reunião Parlamento Europeu
O projecto Europa Viva foi visto por esta Instituição como um «projecto fascinante».
O gabinete do Parlamento Europeu declarou o seu apoio e convidou-nos a concorrer até 21 de Feveiro a uma subvenção especial do Parlamento. Era nossa intenção avançarmos já com a apresentação do projecto Bienal do Pensamento mas os concursos são anuais e requerem prazos de conclusão ao qual a Bienal não se poderia submeter.
Assim, a Bienal concorre ao fundo do Parlemento Europeu em Janeiro de 2007.
A Presidente aposta no projecto Vertices Literários para concurso imediato. Para o efeito e dadas as caracteristicas do regulamento, o mentor do projecto em apreço, Igor Caldeira, e se assim o entender, deve adaptá-lo às normas e conteúdos do Parlamento Europeu para prossecução dos objectivos do alargamento.
O gabinete do Parlamento Europeu declarou o seu apoio e convidou-nos a concorrer até 21 de Feveiro a uma subvenção especial do Parlamento. Era nossa intenção avançarmos já com a apresentação do projecto Bienal do Pensamento mas os concursos são anuais e requerem prazos de conclusão ao qual a Bienal não se poderia submeter.
Assim, a Bienal concorre ao fundo do Parlemento Europeu em Janeiro de 2007.
A Presidente aposta no projecto Vertices Literários para concurso imediato. Para o efeito e dadas as caracteristicas do regulamento, o mentor do projecto em apreço, Igor Caldeira, e se assim o entender, deve adaptá-lo às normas e conteúdos do Parlamento Europeu para prossecução dos objectivos do alargamento.
terça-feira, janeiro 31, 2006
Reunião Junta Freguesia Penha de França
Resultados:
Parceria com a Junta para implantação do projecto Europa Senior e Cultura Senior;
Europa Viva convidada a constituir-se parceira num projecto da Junta - diálogos entre pessoas acamadas e crianças...
Usufruto dos imóveis públicos da junta (ex: multimédia, espaços de reunião, espaço de criatividade, transportes)
Espaço de divulgação Europa Viva no jornal da Junta;
Parceria com a Junta para implantação do projecto Europa Senior e Cultura Senior;
Europa Viva convidada a constituir-se parceira num projecto da Junta - diálogos entre pessoas acamadas e crianças...
Usufruto dos imóveis públicos da junta (ex: multimédia, espaços de reunião, espaço de criatividade, transportes)
Espaço de divulgação Europa Viva no jornal da Junta;
segunda-feira, janeiro 30, 2006
Oferta de voluntariado
Olá.
Chamo-me Irina Melo, tenho 22 anos e estou no 3º ano do curso de jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa.
Gostaria de saber se existe a possibilidade de ser voluntária na organização Europa Viva e como me posso inscrever.
Esperando o contacto, despeço-me com os melhores cumprimentos.
Chamo-me Irina Melo, tenho 22 anos e estou no 3º ano do curso de jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa.
Gostaria de saber se existe a possibilidade de ser voluntária na organização Europa Viva e como me posso inscrever.
Esperando o contacto, despeço-me com os melhores cumprimentos.
sexta-feira, janeiro 27, 2006
Junta Freguesia Penha de França
O comitê executivo da Junta de Freguesia da Penha de França convocou a Europa Viva para uma reunião na proxima segunda-feira, dia 30 de Janeiro pelas 21h30, de modo a que a Associação possa ser apresentada aos elementos que formam o executivo da Junta. A Europa Viva far-se-à representar pela Presidente, pela Lena Martins, responsável pelo projecto Europa Sénior e pelos Presidente da Assembleia Geral e Conselho Fiscal, se for essa a sua vontade.
Reunião Parlamento Europeu
No proximo dia 1 de Fevereiro a Europa Viva vai ter uma reunião com o Director do Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal. Em representação da Europa Viva irá a Presidente da Assembleia Geral, a Presidente da Direcção e o Presidente do Conselho Fiscal.
Estaremos, assim, todos representados, num momento tão especial da vida associativa.
Estaremos, assim, todos representados, num momento tão especial da vida associativa.
quinta-feira, janeiro 26, 2006
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Cultura Europeia
List of participants
Joy BRYER Director, European Union Youth Orchestra
Jérôme CLEMENT Director, TV channel « ARTE »Bernard FOCCROULLE Director, "La Monnaie"
José GIL Philosopher
Barbara HENDRIKS Opera singerNele HERTLING Director of the Artists in Berlin Programme of the DAAD (GermanAcademic Exchange Programme).
Ove JOANSON European Cultural ParliamentIlona KISH Secretary-General of the European Forum for the Arts and Heritage.Dorota ILCZUK Professor of Humanities and Cultural Management, WriterYorgos LOUKOS Director, Festival of AthensAmin MAALOUF WriterCharles MELA Professor of Medieval Literature, University of Geneva; Director,Bodmer FoundationRobert PALMER Palmer-Rae AssociatesDusan SIDJANSKI Professor of Political ScienceJean TARDIF WriterVicente TODOLI Director of the Tate ModernTzvetan TODOROV WriterGottfried WAGNER Director of the European Cultural Foundation
Durão destaca papel da cultura na integração europeia2006/01/12 16:44 E lembrou que «a Europa não é só um mercado, mas a afirmação dos nossos valores culturais» José Manuel Durão Barroso apelou hoje em Bruxelas a várias personalidades domundo cultural, entre as quais o filósofo português José Gil, que ajudem apromover e a reforçar o papel da Cultura no processo de integração europeia. Segundo o presidente da Comissão Europeia, que se encontrou hoje com 18personalidades europeias ligadas à Cultura, «a Europa pode fazer muito pelacultura e sobretudo a cultura fez e continua a fazer muito pela Europa». «A Europa não é só um mercado, mas a afirmação dos nossos valores culturais. Acultura é ela própria o fundamento do nosso projecto europeu», realçou DurãoBarroso no encontro. A reunião informal ficou marcada pelo debate de estratégias para reforçar opapel da cultura na integração europeia e na prevenção de conflitos e paraidentificar formas de promover a identidade europeia e o diálogo entre váriasculturas. «A Europa é algo de único na Humanidade porque se trata de um espaço de umalivre união. Há uma livre associação de valores: liberdade, tolerância erespeito humano», referiu ainda o presidente do executivo, reiterando uma dasideias que tem destacado desde que assumiu funções. O comissário europeu Ján Figel, responsável pela Educação, Formação, Cultura eMultilinguismo, apresentou ainda aos participantes do encontro a proposta deBruxelas para proclamar 2008 o «Ano europeu do diálogo intercultural». Entre as individualidades culturais presentes na reunião de hoje encontravam-se, além de José Gil, a cantora de ópera Barbara Hendricks e osescritores Amin Maalouf, Dorota Ilczuk e Tzvetan Todorov. A Comissão Europeia espera promover mais debates informais deste tipo comoutras personalidades do mundo da Cultura de modo a desenvolver um debatepermanente sobre a importância da cultura no sucesso de integração dos 25.
Joy BRYER Director, European Union Youth Orchestra
Jérôme CLEMENT Director, TV channel « ARTE »Bernard FOCCROULLE Director, "La Monnaie"
José GIL Philosopher
Barbara HENDRIKS Opera singerNele HERTLING Director of the Artists in Berlin Programme of the DAAD (GermanAcademic Exchange Programme).
Ove JOANSON European Cultural ParliamentIlona KISH Secretary-General of the European Forum for the Arts and Heritage.Dorota ILCZUK Professor of Humanities and Cultural Management, WriterYorgos LOUKOS Director, Festival of AthensAmin MAALOUF WriterCharles MELA Professor of Medieval Literature, University of Geneva; Director,Bodmer FoundationRobert PALMER Palmer-Rae AssociatesDusan SIDJANSKI Professor of Political ScienceJean TARDIF WriterVicente TODOLI Director of the Tate ModernTzvetan TODOROV WriterGottfried WAGNER Director of the European Cultural Foundation
Durão destaca papel da cultura na integração europeia2006/01/12 16:44 E lembrou que «a Europa não é só um mercado, mas a afirmação dos nossos valores culturais» José Manuel Durão Barroso apelou hoje em Bruxelas a várias personalidades domundo cultural, entre as quais o filósofo português José Gil, que ajudem apromover e a reforçar o papel da Cultura no processo de integração europeia. Segundo o presidente da Comissão Europeia, que se encontrou hoje com 18personalidades europeias ligadas à Cultura, «a Europa pode fazer muito pelacultura e sobretudo a cultura fez e continua a fazer muito pela Europa». «A Europa não é só um mercado, mas a afirmação dos nossos valores culturais. Acultura é ela própria o fundamento do nosso projecto europeu», realçou DurãoBarroso no encontro. A reunião informal ficou marcada pelo debate de estratégias para reforçar opapel da cultura na integração europeia e na prevenção de conflitos e paraidentificar formas de promover a identidade europeia e o diálogo entre váriasculturas. «A Europa é algo de único na Humanidade porque se trata de um espaço de umalivre união. Há uma livre associação de valores: liberdade, tolerância erespeito humano», referiu ainda o presidente do executivo, reiterando uma dasideias que tem destacado desde que assumiu funções. O comissário europeu Ján Figel, responsável pela Educação, Formação, Cultura eMultilinguismo, apresentou ainda aos participantes do encontro a proposta deBruxelas para proclamar 2008 o «Ano europeu do diálogo intercultural». Entre as individualidades culturais presentes na reunião de hoje encontravam-se, além de José Gil, a cantora de ópera Barbara Hendricks e osescritores Amin Maalouf, Dorota Ilczuk e Tzvetan Todorov. A Comissão Europeia espera promover mais debates informais deste tipo comoutras personalidades do mundo da Cultura de modo a desenvolver um debatepermanente sobre a importância da cultura no sucesso de integração dos 25.
terça-feira, janeiro 24, 2006
Blog viagem Ana karenina
http//:viagemeuropaviva.blogspot.com
Este é o endereço do blog da nossa Viagem à Rússia. Este endereço deve ser dado a todas as pessoas com quem contactámos para a promoção e divulgação da viagem.
É nesta plataforma de comunicação que os interessados na viagem encontrarão todas as noticias importantes relativas ao Comboio de Ana Karenina.
Brevemente encontraremos uma solução informática complementar a esta para divulgar, promover, e vender a viagem.
Este é o endereço do blog da nossa Viagem à Rússia. Este endereço deve ser dado a todas as pessoas com quem contactámos para a promoção e divulgação da viagem.
É nesta plataforma de comunicação que os interessados na viagem encontrarão todas as noticias importantes relativas ao Comboio de Ana Karenina.
Brevemente encontraremos uma solução informática complementar a esta para divulgar, promover, e vender a viagem.
Preçário Ana Karenina
Preços:
Grupo de 45 - 1 468 €
Grupo de 40 - 1 495 €
Grupo de 35 - 1 516 €
Grupo de 30 - 1 550 €
Os preços incluem:
Viagem
Lisboa- Madrid- Moscovo e Moscovo-Madrid-Lisboa (Ibéria)
e
Comboio Ana Karenina (Moscovo - Sto Peterburg e Sto Peterburg - incluindo ticket trem nocturno)
Nota: as cabines no comboio Ana Karenina são de 4 pessoas
suplemento cabine dupla: 60 €
Alojamento
Hotel Pribaltiskaya (Sto Peterburg) e Hotel Mezdunarodnaya (Moscovo)
(preço por pessoa em quarto duplo)
Pensão completa em Sto Peterburg
Meia pensão em Moscovo (6 almoços e 3 jantares)
Suplemento quarto individual: 410 €
Entradas em todos os museus do programa
Todos os transferes com guia
O preço não inclui
Visto russo (obrigatório)
Taxas de aeroporto
Grupo de 45 - 1 468 €
Grupo de 40 - 1 495 €
Grupo de 35 - 1 516 €
Grupo de 30 - 1 550 €
Os preços incluem:
Viagem
Lisboa- Madrid- Moscovo e Moscovo-Madrid-Lisboa (Ibéria)
e
Comboio Ana Karenina (Moscovo - Sto Peterburg e Sto Peterburg - incluindo ticket trem nocturno)
Nota: as cabines no comboio Ana Karenina são de 4 pessoas
suplemento cabine dupla: 60 €
Alojamento
Hotel Pribaltiskaya (Sto Peterburg) e Hotel Mezdunarodnaya (Moscovo)
(preço por pessoa em quarto duplo)
Pensão completa em Sto Peterburg
Meia pensão em Moscovo (6 almoços e 3 jantares)
Suplemento quarto individual: 410 €
Entradas em todos os museus do programa
Todos os transferes com guia
O preço não inclui
Visto russo (obrigatório)
Taxas de aeroporto
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Comboio Ana Karenina - Viagem à Russia
O programa da nossa viagem à Rússia está concluído. Partiremos de Lisboa na segunda quinze de Maio. O dia da partida e da chegada será indicado brevemente.
Solicito aos membros da Europa Viva que divulguem junto dos seus amigos e conhecidos a nossa viagem.
É minha convicção (segundo indicações do José Alves) que brevemente teremos o link karenina.europaviva.org a cumprir a sua missão de venda. Mas como o tempo não pára, gostava que cada um de nós, contribuisse para a divulgação do Comboio de Ana karenina.
Hotel em Moscovo http//mezdunarodnaya.bookin.ru/en
Hotel em Sto Peterburg - Pribaltiskaya
1º dia Moscovo
Chegada a Moscovo. Alojamento. Hotel Mezdunarodnaya
2º dia Moscovo
Estadia em regime de alojamento e meia-pensão.
Passeio pela cidade: Praça Vermelha, onde se encontra a famosa catedral de São Basílio com as suas preciosas cúpulas bizantinas, Universidade “Lomonosov”, um dos mais representativos arranha-céus construídos na época de Stáline, visita ao convento Novodevichi e Catedral de São Salvador. Excursões ao metro de Moscovo (conhecido pelas suas estações bonitas e sumptuosas)
Almoço (restaurante no centro da cidade)
Tarde-Visita à Feira do Artesanato russo Izmailovo.
3º dia Moscovo
Estadia em regime de alojamento e meia-pensão.
Manhã: visita ao Kremlin (incluindo ao Museu “Joias dos Czares russos”.
Almoco.
16:00 Partida para Sao Petersburgo (comboio do dia)
Chegada às 21:30 Alojamento no Hotel Pribaltiskaya
4º dia Sao Petersburgo
Estadia em regime de pensao completa.
Manhã: Visita panorâmica à cidade. Visita à Catedral S. Isaak.
Almoco.
Tarde: Fortaleza de S. Pedro e S. Paulo.
Passeio pelos rios e canais da cidade.
Jantar e alojamento.
5º dia Sao Petersburgo.
Estadia em regime de pensao completa.
Visita ao Palácio de Catarina II – 20 km da cidade.
Almoco.
Tarde: visita ao Mosteiro Alexandre Nevsky. Visita panorâmica à cidade.
Jantar e alojamento no Hotel.
6º dia Sao Petersburgo
Estadia em regime de pensao completa.
Manhã: visita ao Museu Ermitage.
Almoco.
Tarde – visita à Catedral do Sangre Derramado construída no local onde foi assasinado o czar russo Alexandre II. A Catedral do Sangue Derramado é a única Catedral na Rússia onde o interior está decorado com paineis de mosaico.
Jantar no Hotel.
Noite
22:00 Partida para Moscovo da estação ferroviária Moskovsky.
Trem “Expresso de Nicolas” 23:30.
7º dia Moscovo
Chegada a Moscovo. Hotel.
Visita à Galeria de Arte Contemporânea.
Almoço
Tarde livre.
8º dia Moscovo
Pequeno almoço.
Partida para o Aeroporto em hora a indicar localmente.
Solicito aos membros da Europa Viva que divulguem junto dos seus amigos e conhecidos a nossa viagem.
É minha convicção (segundo indicações do José Alves) que brevemente teremos o link karenina.europaviva.org a cumprir a sua missão de venda. Mas como o tempo não pára, gostava que cada um de nós, contribuisse para a divulgação do Comboio de Ana karenina.
Hotel em Moscovo http//mezdunarodnaya.bookin.ru/en
Hotel em Sto Peterburg - Pribaltiskaya
1º dia Moscovo
Chegada a Moscovo. Alojamento. Hotel Mezdunarodnaya
2º dia Moscovo
Estadia em regime de alojamento e meia-pensão.
Passeio pela cidade: Praça Vermelha, onde se encontra a famosa catedral de São Basílio com as suas preciosas cúpulas bizantinas, Universidade “Lomonosov”, um dos mais representativos arranha-céus construídos na época de Stáline, visita ao convento Novodevichi e Catedral de São Salvador. Excursões ao metro de Moscovo (conhecido pelas suas estações bonitas e sumptuosas)
Almoço (restaurante no centro da cidade)
Tarde-Visita à Feira do Artesanato russo Izmailovo.
3º dia Moscovo
Estadia em regime de alojamento e meia-pensão.
Manhã: visita ao Kremlin (incluindo ao Museu “Joias dos Czares russos”.
Almoco.
16:00 Partida para Sao Petersburgo (comboio do dia)
Chegada às 21:30 Alojamento no Hotel Pribaltiskaya
4º dia Sao Petersburgo
Estadia em regime de pensao completa.
Manhã: Visita panorâmica à cidade. Visita à Catedral S. Isaak.
Almoco.
Tarde: Fortaleza de S. Pedro e S. Paulo.
Passeio pelos rios e canais da cidade.
Jantar e alojamento.
5º dia Sao Petersburgo.
Estadia em regime de pensao completa.
Visita ao Palácio de Catarina II – 20 km da cidade.
Almoco.
Tarde: visita ao Mosteiro Alexandre Nevsky. Visita panorâmica à cidade.
Jantar e alojamento no Hotel.
6º dia Sao Petersburgo
Estadia em regime de pensao completa.
Manhã: visita ao Museu Ermitage.
Almoco.
Tarde – visita à Catedral do Sangre Derramado construída no local onde foi assasinado o czar russo Alexandre II. A Catedral do Sangue Derramado é a única Catedral na Rússia onde o interior está decorado com paineis de mosaico.
Jantar no Hotel.
Noite
22:00 Partida para Moscovo da estação ferroviária Moskovsky.
Trem “Expresso de Nicolas” 23:30.
7º dia Moscovo
Chegada a Moscovo. Hotel.
Visita à Galeria de Arte Contemporânea.
Almoço
Tarde livre.
8º dia Moscovo
Pequeno almoço.
Partida para o Aeroporto em hora a indicar localmente.
domingo, janeiro 22, 2006
Comunicação Profº Jose Pedro Serra - lançamento Europa Viva
ASSOCIAÇÃO “EUROPA VIVA”
Exmo Senhor Representante da Comissão Europeia em Portugal,
Dr. Manuel Romano
Exma Senhora Dr.ª Ana Paula Magalhães Lemos
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Invocado não raras vezes em vão, obscurecido por um uso precipitado e desviado que só uma antiga e rica tradição pode suportar, ainda assim talvez nunca como agora o termo “cultura” se tenha revelado tão apropriado, tão adequado à nossa Europa, sobretudo se mantivermos presente a vibração e o fulgor que a sua etimologia arrasta. Adequado, não porque, como em outras épocas da nossa história, seja ele o esplendoroso reflexo da coragem com que respondemos ao renovado canto da Esfinge, da cuidadosa atenção que dispensamos à palavra, da convicção com que afirmamos a largueza do gesto e da obra, enfim, da profunda exigência do nosso amor pelas cousas nobres, sem o qual definha e fracassa o nosso destino. Adequado, sim, porque em conturbados tempos, em tempos de crise e por isso de dúvidas e de nevoeiros mas também de análises e distinções, é ainda a “cultura” que, rasgando um caminho, estabelecendo uma orientação, pode fazer florir as angústias e fertilizar as esperanças. Ora, retomando o clássico paralelismo entre a cultura dos campos – a agricultura – e a cultura do espírito, a ideia de “cultura” remete para a ideia do habitar, do habitar uma terra à qual generosamente se dedicam os cuidados amorosos que a transformam numa terra ubérrima. Este arrancamento do sentido etimológico revela um traço original da “cultura”, do modo como ela se constituiu, e ilumina a nossa condição e a natureza da nossa demanda. Revela a intencionalidade original da “cultura” ao indicar que, não sendo ela redutível a qualquer erudição, a qualquer habilidade mental, inconsequente jogo de aparências, é antes a expressão de um profundo desejo de metamorfose, de uma transfiguração que nos torne mais completos e autênticos. Ao fazê-lo, ao suscitar tal mudança, tal transfiguração, a “cultura” põe a descoberto uma dor primeira, uma original mutilação ontológica, de onde nasce o sopro que a anima. Crescendo nós como a árvore que cresce olhando os céus, a arquitectura da nossa alma desenha-se a partir de um desejo de unidade e plenitude, de uma saudade, saudade do que pela sentida ausência se torna presente e nos move. Esta sede de Absoluto, cumprida ou em espera parcialmente saciada, incumprida ou tragicamente em exílio afirmada, modela gloriosamente, no sofrimento e na alegria, a nossa condição e desenha o amplo horizonte do nosso pensar, do nosso sentir, do nosso agir. Na Grécia, onde começámos a ser quem somos, a este “trabalho da cultura”, que era entendido como educação, como formação, chamava-se paideia e de um modo ou de outro a ela se vincula a mais luminosa pedagogia.
Mas a cultura tem uma geografia e uma história. No começo, começo promissor de que jamais nos separámos, nessa aurora cor de açafrão, para embalar aqui versos de Homero, está a palavra heróica, está o destino de Aquiles, que, na aguçada consciência de uma morte próxima, vai por gestos esculpindo a honra e a fama, antes que o manto de Hades o derrube. A este herói outros sucederam e à apertada cidade sucedeu uma alargada polis, privilegiado lugar da política, lugar de encontro e de comunhão; e à lança e ao dardo sucedeu o poder da palavra, a eloquência, e à violência cruel da batalha guerreira sucedeu, civilizada sublimação, o debate político na assembleia. E a palavra tornou-se filo-sofia, indomável espanto, inquieta mão estendida à sabedoria. E no regaço do tempo, Verdade por muitos ainda anunciada, o Verbo fez-se carne, morreu e ressuscitou. E destes caminhos outros partiram, como faróis recortando a costa, e entre eles se cruzaram e o antigo rumor que os habita, mais ou menos perceptivelmente de acordo com a limpidez dos ouvidos que o escutam, percorre hoje as artérias de Lisboa como de Helsínquia, de Atenas como de Praga, primordial seiva do espírito de que somos herdeiros.
Depois do século XX, sabemos, e pagámos bem caro este saber, que não basta o trato e a convivência com as grandes tradições e os grandes textos para nos tornarmos melhores; sabemos como as cidades, de humanos lugares de encontro e comunhão, se podem tornar nas ferozes selvas de solidão e alheamento ou até nessas desventradas ruínas, como mostram as fotografias de Dresden e Varsóvia depois da guerra. A barbárie, confessemo-lo, não é apenas uma ameaça recente; do tratamento dado ao cadáver de Heitor, puxado pelos cavalos de Aquiles, a cabeça outrora bela batendo nas pedras da planície de Tróia, à brutalidade cega do 11 de Setembro e dos recentes ataques terroristas, a barbárie ora se insinua como uma serpente no fulgor do gesto, ora se abate com a violência brutal de uma crueldade impenitente. Tal facto, porém, não provoca a falência da cultura, não pode provocar a falência da cultura, nem pode ser pretexto para qualquer desistência; obriga-nos apenas a uma redobrada vigília. Sabemos e não esquecemos que por entre os versos de Vergílio e de Dante, ao lado de Shakespeare e de Racine, de Santo Agostinho ou de Kant, de Thomas Mann ou de Joyce, de Pessoa, a nossa europeia história carrega o fardo de pesadas sombras: fanatismo e intolerância, tirania e escravidão, arrogante ignorância, desfiguradora manipulação, acabrunhante banalidade. Sabemos, todavia, também, e não esquecemos, que desta mesma história se ergue dominante a voz de uma ideia de homem, de um homem que não está disposto a que o privem da sua memória milenar, que não consente lhe amordacem a sua ânsia de infinito e o seu desejo de imortalidade, que não permite o mutilem e o diminuam, fazendo-o menos do que é, que atraiçoem a autenticidade da sua interrogação, enfim, que não aliena a sua superior vocação de comungar com o outro, em gesto e em palavra livres, a aventura do que vai descobrindo e vivendo.
Tudo isto, porém, é apenas flactus uocis, sopro da voz, se, como um Sol que levamos connosco, não iluminar e aquecer os nossos dias. A Europa que vamos hoje construindo e perante a qual todos somos aprendizes, precisa desta memória e desta ideia. Sem elas, ainda que se adivinhe e entreveja riqueza e prosperidade, a alargada Europa cairá exangue e desalmada. A associação, cujo nascimento estamos hoje a celebrar, inspira-se na tradição cultural europeia e dela pretende ser guardiã e mensageira. Não é inútil salientar a importância e o alcance do projecto. A identidade da Europa funda-se no génio dos seus mais ilustres representantes e no generoso e talentoso labor daqueles que, mantendo-os presentes, evitam que as cinzas dos séculos os sepultem e o rumor das suas vozes se extinga sob o espesso manto da indiferença, dos caprichos da moda, de grosseiras satisfações, de paupérrimos imediatismos. Só por vós e por outros como vós se pode falar de uma “Europa viva”.
Permitam-me que a terminar os saúde com versos de Píndaro:
Efémeros. Que somos nós? Que não somos?
Sonho de uma sombra é o homem.
Sê-lo-á, na efemeridade do seu hálito, na grandeza da nunca alcançada distância do seu longo olhar. Nesta efemeridade, porém, na expressão do espírito ou na realização da obra algo nos aproxima dos deuses. Hoje, na nossa aventura colectiva, a terra da nossa cultura chama-se Europa. Por isso, por procurarem manter, renovadamente, este fogo aceso, o meu, julgo que o nosso, muito obrigado.
José Pedro Serra
Exmo Senhor Representante da Comissão Europeia em Portugal,
Dr. Manuel Romano
Exma Senhora Dr.ª Ana Paula Magalhães Lemos
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Invocado não raras vezes em vão, obscurecido por um uso precipitado e desviado que só uma antiga e rica tradição pode suportar, ainda assim talvez nunca como agora o termo “cultura” se tenha revelado tão apropriado, tão adequado à nossa Europa, sobretudo se mantivermos presente a vibração e o fulgor que a sua etimologia arrasta. Adequado, não porque, como em outras épocas da nossa história, seja ele o esplendoroso reflexo da coragem com que respondemos ao renovado canto da Esfinge, da cuidadosa atenção que dispensamos à palavra, da convicção com que afirmamos a largueza do gesto e da obra, enfim, da profunda exigência do nosso amor pelas cousas nobres, sem o qual definha e fracassa o nosso destino. Adequado, sim, porque em conturbados tempos, em tempos de crise e por isso de dúvidas e de nevoeiros mas também de análises e distinções, é ainda a “cultura” que, rasgando um caminho, estabelecendo uma orientação, pode fazer florir as angústias e fertilizar as esperanças. Ora, retomando o clássico paralelismo entre a cultura dos campos – a agricultura – e a cultura do espírito, a ideia de “cultura” remete para a ideia do habitar, do habitar uma terra à qual generosamente se dedicam os cuidados amorosos que a transformam numa terra ubérrima. Este arrancamento do sentido etimológico revela um traço original da “cultura”, do modo como ela se constituiu, e ilumina a nossa condição e a natureza da nossa demanda. Revela a intencionalidade original da “cultura” ao indicar que, não sendo ela redutível a qualquer erudição, a qualquer habilidade mental, inconsequente jogo de aparências, é antes a expressão de um profundo desejo de metamorfose, de uma transfiguração que nos torne mais completos e autênticos. Ao fazê-lo, ao suscitar tal mudança, tal transfiguração, a “cultura” põe a descoberto uma dor primeira, uma original mutilação ontológica, de onde nasce o sopro que a anima. Crescendo nós como a árvore que cresce olhando os céus, a arquitectura da nossa alma desenha-se a partir de um desejo de unidade e plenitude, de uma saudade, saudade do que pela sentida ausência se torna presente e nos move. Esta sede de Absoluto, cumprida ou em espera parcialmente saciada, incumprida ou tragicamente em exílio afirmada, modela gloriosamente, no sofrimento e na alegria, a nossa condição e desenha o amplo horizonte do nosso pensar, do nosso sentir, do nosso agir. Na Grécia, onde começámos a ser quem somos, a este “trabalho da cultura”, que era entendido como educação, como formação, chamava-se paideia e de um modo ou de outro a ela se vincula a mais luminosa pedagogia.
Mas a cultura tem uma geografia e uma história. No começo, começo promissor de que jamais nos separámos, nessa aurora cor de açafrão, para embalar aqui versos de Homero, está a palavra heróica, está o destino de Aquiles, que, na aguçada consciência de uma morte próxima, vai por gestos esculpindo a honra e a fama, antes que o manto de Hades o derrube. A este herói outros sucederam e à apertada cidade sucedeu uma alargada polis, privilegiado lugar da política, lugar de encontro e de comunhão; e à lança e ao dardo sucedeu o poder da palavra, a eloquência, e à violência cruel da batalha guerreira sucedeu, civilizada sublimação, o debate político na assembleia. E a palavra tornou-se filo-sofia, indomável espanto, inquieta mão estendida à sabedoria. E no regaço do tempo, Verdade por muitos ainda anunciada, o Verbo fez-se carne, morreu e ressuscitou. E destes caminhos outros partiram, como faróis recortando a costa, e entre eles se cruzaram e o antigo rumor que os habita, mais ou menos perceptivelmente de acordo com a limpidez dos ouvidos que o escutam, percorre hoje as artérias de Lisboa como de Helsínquia, de Atenas como de Praga, primordial seiva do espírito de que somos herdeiros.
Depois do século XX, sabemos, e pagámos bem caro este saber, que não basta o trato e a convivência com as grandes tradições e os grandes textos para nos tornarmos melhores; sabemos como as cidades, de humanos lugares de encontro e comunhão, se podem tornar nas ferozes selvas de solidão e alheamento ou até nessas desventradas ruínas, como mostram as fotografias de Dresden e Varsóvia depois da guerra. A barbárie, confessemo-lo, não é apenas uma ameaça recente; do tratamento dado ao cadáver de Heitor, puxado pelos cavalos de Aquiles, a cabeça outrora bela batendo nas pedras da planície de Tróia, à brutalidade cega do 11 de Setembro e dos recentes ataques terroristas, a barbárie ora se insinua como uma serpente no fulgor do gesto, ora se abate com a violência brutal de uma crueldade impenitente. Tal facto, porém, não provoca a falência da cultura, não pode provocar a falência da cultura, nem pode ser pretexto para qualquer desistência; obriga-nos apenas a uma redobrada vigília. Sabemos e não esquecemos que por entre os versos de Vergílio e de Dante, ao lado de Shakespeare e de Racine, de Santo Agostinho ou de Kant, de Thomas Mann ou de Joyce, de Pessoa, a nossa europeia história carrega o fardo de pesadas sombras: fanatismo e intolerância, tirania e escravidão, arrogante ignorância, desfiguradora manipulação, acabrunhante banalidade. Sabemos, todavia, também, e não esquecemos, que desta mesma história se ergue dominante a voz de uma ideia de homem, de um homem que não está disposto a que o privem da sua memória milenar, que não consente lhe amordacem a sua ânsia de infinito e o seu desejo de imortalidade, que não permite o mutilem e o diminuam, fazendo-o menos do que é, que atraiçoem a autenticidade da sua interrogação, enfim, que não aliena a sua superior vocação de comungar com o outro, em gesto e em palavra livres, a aventura do que vai descobrindo e vivendo.
Tudo isto, porém, é apenas flactus uocis, sopro da voz, se, como um Sol que levamos connosco, não iluminar e aquecer os nossos dias. A Europa que vamos hoje construindo e perante a qual todos somos aprendizes, precisa desta memória e desta ideia. Sem elas, ainda que se adivinhe e entreveja riqueza e prosperidade, a alargada Europa cairá exangue e desalmada. A associação, cujo nascimento estamos hoje a celebrar, inspira-se na tradição cultural europeia e dela pretende ser guardiã e mensageira. Não é inútil salientar a importância e o alcance do projecto. A identidade da Europa funda-se no génio dos seus mais ilustres representantes e no generoso e talentoso labor daqueles que, mantendo-os presentes, evitam que as cinzas dos séculos os sepultem e o rumor das suas vozes se extinga sob o espesso manto da indiferença, dos caprichos da moda, de grosseiras satisfações, de paupérrimos imediatismos. Só por vós e por outros como vós se pode falar de uma “Europa viva”.
Permitam-me que a terminar os saúde com versos de Píndaro:
Efémeros. Que somos nós? Que não somos?
Sonho de uma sombra é o homem.
Sê-lo-á, na efemeridade do seu hálito, na grandeza da nunca alcançada distância do seu longo olhar. Nesta efemeridade, porém, na expressão do espírito ou na realização da obra algo nos aproxima dos deuses. Hoje, na nossa aventura colectiva, a terra da nossa cultura chama-se Europa. Por isso, por procurarem manter, renovadamente, este fogo aceso, o meu, julgo que o nosso, muito obrigado.
José Pedro Serra
Subscrever:
Mensagens (Atom)
