sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Paulo Rocha Trindade - Bruxelas, 24 de Fevereiro de 2006

Bruxelas, 24 de Fevereiro de 2006

A Maria Joao Martins, excelente colega e grande obreira do jornalismo cultural em Portugal, deu-me a conhecer a vossa associaçao cujo sitio web ja fiquei a conhecer e que me pareceu particularmente conseguido em termos de comunicaçao, ultrapassando os conceitos convencionais que tendem a mostrar a Europa como algo cinzento e "boring", sede de funcionarios aborrecidos e mal com a vida que procuram normalizar segundo um padrao universal até as dimensoes dos frangos...No seguimento dos resultados negativos em França e também na Holanda à proposta de uma Constituiçao, a Uniao europeia caiu em si e deu -se conta de que estava a comunicar mal com os cidadaos. Lançou por conseguinte o chamado "Plano D" (Democracia, Debate, Dialogo) que procura reconduzir as coisas ao seu lugar apropriado: isto é, estimular a partcipaçao civica no processo de construçao europeia, convidando os cidadaos e também as autoridaes nacionais a promover debates nos Estados membros. O Comite das Regioes da Uniao Europeia dispoe de uma vasta rede de Presidentes de Camara e de Regioes por toda a Europa, em numero de 314, e conta também com a participaçao de autarcas portugueses (Açores, Madeira, Viseu, Braga, Porto, Tomar...) e encontra-se particularmente empenhado na realizaçao deste tipo de Debates descentralizados pelo potencial mobilizador que representam.Neste sentido, permito-me sugerir duas possiveis modalidades de cooperaçao com a vossa associaçao:a) Eu proprio poderia fazer uma exposiçao/conferencia inicial sobre os desafios actuais da Europa com ênfase nas questoes de cidadania; e/oub) Poderia intervir num painel sobre questoes europeias organizado com o vosso patrocinio no qual se poderiam convidar especialistas de renome;Permaneço à sua disposiçao para afinarmos ideias,Cordialmente Paulo Rocha Trindade Press CounsellerEuropean UnionCommittee of the RegionsUnit for Press, Communication & Protocolrue Belliard, 101 B-1040 Brussels

Unesco - Maria Ejarque

A vogal da Associação, Marta Menéres, representou a Presidente (ausente por motivos de doença) na reunião com a Dra. Maria Ejarque.
Que reunião virtuosa e proveitosa. E que honra para a Europa Viva poder dispor de uma técnica com o seu perfil dispondo-se a trabalhar no terreno em prol do crescimento da Europa Viva e do nascimento da Bienal.
Como se diz em bom português: bem haja Dra Maria Ejarque pelo seu empenhamento a favor deste projecto comum.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Ainda no Diário de Noticias...

Na proxima segunda feira, 27 de Fevereiro de 2006, uma jornalista do Diário de Noticias vai fazer uma reportagem com a Europa Sénior.

Diário de Noticias - 25 Fevereiro 2006

O tema da rubrica Lazer do próximo sábado no Diário de Noticias é o Comboio de Ana Karenina.

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Ministerio da Educação

No proximo dia 27 às 15h30 a Europa Viva vai reunir com a Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais (GAERI) - Direcção de Serviços dos Assuntos Europeus (DSAE)CLUBES EUROPEUS.

sábado, fevereiro 18, 2006

Isabel Baltazar

À Direcção da Associação Europa VivaLi com muito interesse o vosso artigo na revista do público de sábado, dia 4 de Fevereiro. Fui durante doze anos assistente da Cadeira de Cultura Europeia na Universidade Católica Portuguesa, e continuo a colaborar nas cadeiras relacionadas com a Construção Europeia, na Universidade Nova.Gostaria de saber as condições para me tornar vossa associada e, eventualmente, colaboradora...

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Ficha de Adesão

Já temos ficha de adesão. Está no site, e segundo José Alves, seu autor, está operacional.
Consultem, analisem, quem sabe podemos melhorá-la, e divulguem aos interessados.

Brain Storm Europa Viva

Dia 18 de Março às 19h - Paço de Arcos.

RTP- Portugal no coração

Dia 1 de Março estaremos na RTP - Portugal no Coração.

Ciencias da Educação

Meus Caros,

Sou uma estudante finalista de Ciências da Educação, chamo-me Joana e estou muito interessada no vosso projecto.
Juntamente com uma amiga psicóloga, Sandra, gostaríamos de colocar em marcha um projecto que se relaciona com as questões da cidadania e participação. Pelo que li no vosso site a vossa associação parece ser a plataforma adequada para a execução deste projecto.

Gostaria de me apresentar e de vos explicar o teor do mesmo pessoalmente.

Maria Alcina Dias

Na sequência da leitura do artigo publicado na revista
XIS do jornal Público no passado dia 4 de Março, e do interesse que o mesmo me suscitou,gostaria de obter mais informação referente ao processo de entrada de novo sócio, perfil do mesmo, e montante da cota,caso a organização entenda por bem fazê-lo.
O endereço para um eventual contacto é:alcinad@netcabo.pt

Grata pela atenção dispensada

Mª Alcina Dias
Professora de Filosofia do ensino secundário

Deolinda Rubim

Identifico-me com muitas das ideiasexpressas, nomeadamente a afirmação de uma cultura europeia, considerando opressuposto de que somos uma "Europa das Nações" e não apenas uma "Europada Civilização". Cada vez mais a ideia de uma Europa ou o repensar asvárias Europas está na ordem do dia e interessa a todos. Considero que aabordagem sistémica sobre a Europa permitiria considerá-la enquantocivilização, conferindo-lhe unidade, e como Nação (ões) com estatutodiferenciador. Enquanto totalidade, a civilização europeia assume a suavisilidade externa assente num conjunto de valores culturais, sociais epolíticos que a diferencia de outras civilizações (ex. asiática, oumuçulmana) contudo, enquanto "parte" ela partilha duma multiplicidade demicroculturas (ao nível dos diferentes países) e bem assim de subculturas.Torna-se porém muito difícil a representação de uma ideia comum de europa.Parece ser este o desafio que a vossa associação se propõe fazer. Assim,gostaria de receber em minha casa alguma documentação mais detalhada sobre aorganização.

sábado, fevereiro 11, 2006

RTP - Portugal no Coração - dia 16 fev

A Presidente da Europa Viva foi convidada a participar no programa Portugal no Coração no proximo dia 16 de Fevereiro 2006, das 14h 30 às 17h 30 m, gravado na cidade do Porto.
Analisadas as caracteristicas sociologicas do programa, a Presidente optou por se fazer acompanhar da responsável pelo projecto IPSS - Europa Senior - prof Helena Martins.
Vamos ter uma oportunidade excepcional de divulgar (preferencialmente) o nosso trabalho solidário e autarquico, agora que a Europa Senior quer começar a intervir na área cultural, através da organização de seminários e acções em equipamentos culturais colectivos, como museus e outros.

Radio Seixal - 97.6 FM

Fomos entrevistados para a Rádio Seixal - 97.6 FM
Amanhã, domingo, dia 12 de Fevereiro de 2006, entre as 8:00 am e as 13:00 pm, entraremos em 3 noticiários (sempre às horas).

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Edite Esteves

Gostaria de me candidatar a associada da Europa Viva, mas, ao consultar o vosso site, depois de ter lido um artigo na revista Xis, do Público, não encontrei forma de concretizar esse meu desejo. Precisaria, pois, de saber pormenores.

O meu nome como jornalista profissional é Edite Esteves. Estive 33 anos n' A Capital, que, como é do conhecimento público, "morreu" a 30 de Julho de 2005. Liderei o processo de a ressuscitar, juntamente com O Comércio do Porto, para a transformar na cooperativa Alternativa, Produções Jornalísticas, mas houve, pelo meio, dificuldades enormes que, sozinha, seria impossível levar a bom porto. Acabei por ir tirar um Curso de Formação Pedagógica de Formadores e inscrevi-me na Bolsa de Formadores do Centro Portocolar de Formação Profissional para Jornalistas, uma vez que estou à espera da formalização da minha reforma, depois de 15 de Julho próximo. Tenho 60 anos euma vontade enorme de trabalhar, aprender e ensinar, e, sobretudo, de ajudar à construção de uma cultura viva europeia, sem perda da nossa identidade. Foi, aliás, esta vertente da vossa associação que me cativou e motivou a dar este passo.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

A Estranha morte do Ocidente

A estranha morte do Ocidente um texto de Luciano AmaralProfessor universitário, publicado no Diário de Noticias de 2006.02.10

Independentemente das consequências últimas que venha a ter o caso dos cartoons de Maomé, dele restará mais uma pequena morte do chamado Ocidente. Haverá poucas coisas que melhor o definam do que a liberdade de expressão e a separação entre a opinião pública e o Estado. Quando quadrilhas de radicais islamitas, orquestradas por Estados autocráticos, fizeram um chinfrim disparatado a propósito dos cartoons, era de esperar que o Ocidente se unisse na afirmação daqueles princípios. Que asseverasse a sua especificidade cultural, dizendo claramente se vos ofende a representação gráfica do profeta, a nós ofende-nos a limitação da liberdade de o fazer. Ofende-nos que um governo tenha de pedir desculpa pelas opiniões expressas por um cidadão privado num jornal. A reacção inicial do primeiro-ministro da Dinamarca foi a correcta e bastava que o dito Ocidente a secundasse com naturalidade para pôr ponto final na conversa. Quando governos de países muçulmanos lhe pediram que o Governo dinamarquês se retractasse pelos cartoons, Andreas Fogh Rasmussen explicou que não era responsável pela opinião de um jornalista. Todos nós, ocidentais, passamos o tempo a cruzar-nos com mensagens que consideramos ofensivas, mas aceitamo-las, em nome de algo que consideramos superior a liberdade de outrem emiti-las. Até porque é ela que nos permite fazer o mesmo, ainda que seja de forma involuntária.Os cristãos ocidentais têm de suportar quotidianamente insultos extraordinários Cristo como homossexual, Maria como prostituta ou ornada de bosta de elefante, para dar apenas alguns exemplos gratuitos. Se manifestam a sua repulsa, logo são tomados por uma franja social lunática ou atacados com uma bateria de argumentos sobre o carácter inegociável da liberdade de expressão. Agora, muitos dos mesmos que tanto se deleitam a insultar o cristianismo à sombra da liberdade de expressão, descobriram a "sensibilidade cultural" do islamismo. Nada disto é novo, mas desta vez assumiu proporções (literalmente) de caricatura. Seguidores de Maomé destroem as torres gémeas de Nova Iorque e uma ala do Pentágono, matando mais de três mil pessoas, enquanto nas ruas de Ramallah se celebra dançando; destroem a Embaixada americana em Nairobi, matando 250 pessoas; destroem uma composição ferroviária em Madrid, matando 200 pessoas; destroem umas quantas carruagens de metro em Londres, matando 50 pessoas; destroem uma rua turística de Bali, matando 200 pessoas; o Presidente do Irão promete riscar Israel do mapa e afirma que o Holocausto não passa de uma "fantasia judaica". Tudo isto acontece e repetem-se as vozes dizendo-nos que é preciso "compreendê-los" e às suas "razões de queixa" pela "arrogância" ocidental. Agora já nem sequer se pode publicar um cartoon em Copenhaga sem que o "mundo islâmico" se indigne e uma multidão de ocidentais se penitencie, com diversos governos (inclusivamente de países onde os cartoons não foram publicados, como a Grã-Bretanha) desmultiplicando-se em desculpas pelo comportamento de cidadãos privados de outros países. Claro que, quanto mais este penoso espectáculo continua, mais os radicais islâmicos se permitem reivindicar uma razão que os próprios ocidentais lhe conferem e passar à violência despropositada. A pretexto dos cartoons destruíram-se embaixadas inteiras, ou seja, países foram fisicamente atacados, mas muita gente continua a assegurar-nos que é preciso "compreendê-los". E quando, exactamente, é que o Islão terá de nos "compreender" a nós?A triste conclusão é que, provavelmente, o Islão não tem nada que nos "compreender" a nós porque a cada dia que passa nós vamos existindo um pouco menos. Quem vê as torres gémeas cair e os comboios de Madrid a arder e continua a pregar a "compreensão" do outro não é, obviamente, merecedor de qualquer respeito. O ódio de tantos ocidentais à civilização a que pertencem é um dos fenómenos mais fascinantes e deprimentes do mundo de hoje. São esses os ocidentais que passam o tempo a recensear horrores no Ocidente, ao mesmo tempo que "compreendem" os horrores alheios, em nome da sua "especificidade" cultural. São eles que nunca encontram nenhuma razão para o Ocidente se defender de insultos e ataques. São eles que consideram Bush e os EUA os equivalentes actuais do nazismo (sem exagero basta lembrar o nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, as bandeiras americanas com as cruzes gamadas ou Bush com o respectivo bigodinho alusivo), mas parecem achar normais as regurgitações iranianas sobre o Holocausto. São eles que consideram Guantánamo a maior vergonha da humanidade (o "novo gulag", na imortal definição da Amnistia Internacional), mas encolhem os ombros aos 300 mil mortos do regime de Saddam.O mais interessante disto tudo é que são mesmo capazes de ter razão. Se uma civilização não gera os instintos necessários para sobreviver, é porque não merece sobreviver. Se são eles que preferem não se defender a si próprios, porque razão haverá alguém de os defender a eles?

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Comboio de Ana karenina

Concentração máxima. União de todos os esforços. Divulgação é a palavra de ordem.

Rute Ferreira

O meu nome é Rute, moro em Lisboa e terminei em Julho do ano passado a licenciatura em Estudos Europeus na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Há pouco tempo tive conhecimento da existência da vossa organização e fiquei bastante interessada até porque estes quatro anos de licenciatura serviram para me mostrar que a cultura europeia é, na minha opinião, o caminho para a tão desejada união da nossa Europa.
Gostaria de saber como posso chegar até vocês e saber de que forma posso também eu contribuir para a realização dos vossos objectivos.

Marina Viana

Sou professora da Escola Sec Emidio Garcia em Bragança e colaboradora do organismo Europe Direct(ex Carrefour) instalada na Esc.Sup. Agrária.Tendo tomado contacto com a existência da vossa organização através da Xis do passado fim de semana, gostaria de receber mais informações sobre os Projectos Europa em Movimento e Casa da Memória e quais as modadidades de sócio.

Pedro Nuno Ferreira

Em primeiro lugar quero endereçar os meus parabéns aos mentores deste projecto que nas actuais circunstâncias do processo de construção europeia se revela fundamental para que se possam dar passos no sentido da criação de uma efectiva cidadania europeia que preserve as especificidades histórico-culturais dos povos do nosso continente.

Ao tomar conhecimento da vossa associação no último número da revista XIS fiquei muito entusiasmado com este projecto ao qual gostaria de aderir uma vez que considero essencial o conhecimento sobre a história da Europa bem como o contacto entre os povos que partilham o mesmo espaço geográfico.
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